contato@nztbr.com
hiperplasia prostática benigna cid
CID-10

Hiperplasia Prostática Benigna

Próstata aumentada benigna

Resumo

Próstata pode aumentar com a idade; não é câncer; trata-se de sintomas urinários

Identificação

Código Principal
N40
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hiperplasia prostática benigna; definição clínica pela CID-10 conforme OMS
Nome em Inglês
Benign Prostatic Hyperplasia
Outros Nomes
BPH • Hiperplasia prostática • Próstata benigna • Próstata aumentada • Hiperplasia prostática benigna
Siglas Comuns
BPH HPB PB Benigna

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças do sistema geniturinário
Categoria Principal
Doenças da próstata
Subcategoria
Distúrbios prostáticos não neoplásicos
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
População idosa com alta prevalência; varia com idade e diagnóstico utilizado
Prevalência no Brasil
Atinge idosos; variação por acesso à saúde e região
Faixa Etária Principal
60-70 anos, pico na sexta década
Distribuição por Sexo
Predominantemente homens; mulheres pouco afetadas
Grupos de Risco
Idosos Obesos Diabéticos Hipertensos História familiar
Tendência Temporal
Envelhecimento global aumenta casos; diagnóstico evolui

Etiologia e Causas

Causa Principal
Crescimento benigno da próstata com mudanças hormonais na idade
Mecanismo Fisiopatológico
Crescimento da glândula com alterações hormonais; obstrução gradual
Fatores de Risco
Idade avançada Hiperplasia estromal História familiar Dieta inadequada Diabetes Hipertensão
Fatores de Proteção
Dieta equilibrada Exercício Peso saudável Controle de fatores metabólicos
Componente Genético
Contribuição genética em alguns pacientes

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Jato urinário fraco com sensação de esvaziamento incompleto
Sintomas Frequentes
Polaciúria
Noctúria
Fluxo urinário fraco
Retenção ocasional
Esforço ao urinar
Bexiga com conteúdo residual
Sinais de Alerta
  • Dor intensa com febre
  • Retenção aguda de urina
  • Dificuldade extrema ao iniciar
  • Incontinência súbita
  • Febre alta com mal-estar
Evolução Natural
Pode progredir sem tratamento, com piora dos sintomas
Complicações Possíveis
Retenção urinária crônica Infecção urinária recorrente Litíase vesical Dano renal leve Vesical hipertônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, exame, ultrassom/fluxo urinário; compatibilidade com BPH
Exames Laboratoriais
EAS Creatinina PSA quando indicado Hematograma Glicose
Exames de Imagem
Ultrassom renal/vesical TRUS opcional Urofluxometria Cistoscopia em casos
Diagnóstico Diferencial
  • Carcinoma prostático
  • Prostatite
  • Obstrução por cálculos
  • Doença neuromuscular vesical
  • Nível alto residual
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar meses; depende de sintomas e acesso

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação individualizada; equilíbrio entre alívio de sintomas e riscos
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentoso (alfa-bloqueadores)
2 Inibidores 5-alfa redutases
3 Cirurgia (opções minimamente invasivas)
4 Terapias mínimas invasivas
5 Acompanhamento clínico
Especialidades Envolvidas
Urologista Clínico geral Geriatra Fisioterapeuta pélvico Nefrologista
Tempo de Tratamento
Varia com método; pode durar semanas a meses
Acompanhamento
Retornos periódicos a cada 6-12 meses conforme evolução

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva estável com tratamento adequado; sintomas gerenciáveis
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa resposta a alfa-bloqueadores
  • Cirurgia com alívio claro
  • Controle de fatores de risco
  • Diagnóstico precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • Retenção urinária recorrente
  • Infecção urinária grave
  • Complicações renais
  • Não adesão ao tratamento
Qualidade de Vida
Melhora com tratamento adequado; menos impacto diário

Prevenção

Prevenção Primária
Rotina de saúde: consultas regulares, hábitos saudáveis
Medidas Preventivas
Controle de peso
Exercício regular
Hidratação adequada
Reduzir álcool
Controle de diabetes/hipertensão
Rastreamento
Não há rastreamento universal; avaliação por sintomas

Dados no Brasil

Hospitalizações variam; parte tratada ambulatorialmente
Internações/Ano
Baixa mortalidade na maioria dos casos
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste com maior participação; acessos influenciam dados

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas típicos?
Jato fraco, urgência, noctúria e esvaziamento incompleto
2 BPH aumenta câncer de próstata?
Não há relação direta com câncer de próstata
3 Como é confirmado o diagnóstico?
História, exame e, se necessário, ultrassom/fluxo
4 É possível prevenir?
Não há prevenção garantida; hábitos saudáveis ajudam
5 Quando procurar ajuda?
Se houver retenção, dor ou sintomas persistentes

Mitos e Verdades

Mito

Mito comum: BPH é câncer

Verdade

BPH é crescimento não maligno

Mito

cirurgia cura tudo

Verdade

muitos melhoram com meds; cirurgia para casos

Mito

PSA alto sempre indica câncer

Verdade

PSA pode subir por BPH sem câncer

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure urologista ou clínico; inicia avaliação
Especialista Indicado
Urologista ou médico de família
Quando Procurar Emergência
Retenção aguda, dor severa, febre alta, sangue na urina
Linhas de Apoio
SUS 136 Linha de apoio local Contato da sua rede de saúde

CIDs Relacionados

N40 N41 N42 N48 N99

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.