Otalgia (dor de ouvido)
Dor de ouvido
Resumo
Dor no ouvido; causas, diagnóstico e alívio
Identificação
- Código Principal
- H92.0
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Otalgia
- Nome em Inglês
- otalgia
- Outros Nomes
- Dor auricular • Dor na orelha • Otalgia aguda • Dor ótica • Dor de ouvido
- Siglas Comuns
- OA
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo VIII - Doenças do ouvido e mastoide
- Categoria Principal
- Doenças otológicas
- Subcategoria
- Otalgia e afecções otológicas
- Tipo de Condição
- sintoma
- Natureza
- outra
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência global não definida; comum em infecções otológicas
- Prevalência no Brasil
- null
- Faixa Etária Principal
- Crianças e adolescentes
- Distribuição por Sexo
- Não definido por sexo
- Grupos de Risco
- Crianças Infecções respiratórias Uso de cotonetes Fumo passivo Anomalias do ouvido
- Tendência Temporal
- Picos em surtos respiratórios
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Infecções, inflamação ou irritação da orelha
- Mecanismo Fisiopatológico
- Inflamação com dor, edema e aumento da pressão
- Fatores de Risco
- Infecções respiratórias Otite prévia Uso de cotonetes Fumo passivo Anomalias do ouvido Imunossupressão ocasional
- Fatores de Proteção
- Vacinação Higiene auricular adequada Tratamento oportuno de infecções Amamentação
- Componente Genético
- null
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor súbita ou pulsátil no ouvido, com plenitude
- Sintomas Frequentes
-
Dor ao toqueDor ao puxar a orelhaPerda leve de audiçãoFebre baixaSecreção otorréicaSensação de ouvido tapado
- Sinais de Alerta
-
- Dor muito intensa com febre alta
- Secreção sanguinolenta
- Perda auditiva súbita
- Paralisia facial súbita
- Dor após trauma
- Evolução Natural
- Pode melhorar com tratamento ou evoluir sem tratamento
- Complicações Possíveis
- Perfuração timpânica Otite média crônica Mastoidite Perda auditiva temporária Disfunção da tuba auditiva
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História, exame otoscópico e sinais de infecção
- Exames Laboratoriais
- Hemograma PCR/CRP Cultura de secreção Teste de infecção respiratória
- Exames de Imagem
- Otoscopia Audiometria Impedanciometria TC/MRI apenas se complicações
- Diagnóstico Diferencial
-
- Otite externa vs dermatite do ouvido
- Sinusite com dor otológica
- Dor dentária irradiada
- Corpo estranho no ouvido
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Horas a dias
Tratamento
- Abordagem Geral
- Alívio da dor, tratar etiologia e evitar complicações
- Modalidades de Tratamento
-
1 Analgesia2 Antibióticos quando indicado3 Tratamento da otite4 Cuidados com higiene
- Especialidades Envolvidas
- Pediatria Otorrinolaringologia Clínica geral
- Tempo de Tratamento
- Dias a semanas
- Acompanhamento
- Retorno conforme evolução; 48-72h comum
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Varia com etiologia; boa resposta na maioria
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Tratamento oportuno
- Ausência de complicações
- Boa analgesia
- Avaliação otológica
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Infecção persistente
- Complicações
- Dor persistente
- Deficiência auditiva
- Qualidade de Vida
- Melhora com controle de dor e etiologia
Prevenção
- Prevenção Primária
- Higiene do ouvido; evitar objetos; tratar infecções respiratórias
- Medidas Preventivas
-
AmamentaçãoVacinaçãoHigiene auricular cuidadosaEvitar água contaminadaNão usar cotonetes
- Rastreamento
- null
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
Tirar cera cura dor de ouvido
Cera protege canal; não remover sem orientação
Dor de ouvido é sempre grave
Dor varia com etiologia
Antibiótico cura toda otalgia
Não; antibióticos apenas em infecções bacterianas
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure médico ao surgirem sintomas
- Especialista Indicado
- Otorrinolaringologista
- Quando Procurar Emergência
- Dor intensa com febre alta ou secreção sanguinolenta
- Linhas de Apoio
- SUS 136 DisqueSaúde 0800 Central de saúde
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.