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h103 cid
CID-11

Conjuntivite alérgica

Conjuntivite alérgica popular

Resumo

Conjuntivite alérgica é irritação ocular por alérgenos; coceira, lacrimejo e vermelhidão.

Identificação

Código Principal
H10.3
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Conjuntivite alérgica, inflamação da conjuntiva por alérgenos com resposta imune tipo I
Nome em Inglês
Allergic conjunctivitis
Outros Nomes
conjuntivite sazonal • conjuntivite ocular alérgica • hipersensibilidade ocular • conjuntivite atópica • alergia ocular
Siglas Comuns
CAO OCAlérgica CAI

Classificação

Capítulo CID
Capítulo H - Doenças da conjuntiva e anexos oculares
Categoria Principal
Doenças oculares
Subcategoria
Conjuntivite alergica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam alta prevalência entre crianças e adultos, com picos sazonais por pólen.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam; sazonalidade comum em regiões com pólen e poeira.
Faixa Etária Principal
Crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em mulheres
Grupos de Risco
Rinite alérgica Atopia familiar Contato com alérgenos Uso de lentes de contato Poluição ambiental
Tendência Temporal
Incidência sazonal com variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Reação imune a alérgenos como pólen, ácaros e poeira
Mecanismo Fisiopatológico
IgE medeia a liberação de mediadores; mastócitos e eosinófilos causam prurido e hiperemia
Fatores de Risco
Rinite alérgica Atopia familiar Exposição a poeira Uso de lentes de contato Poluição ambiental Clima seco
Fatores de Proteção
Higiene ocular Ambiente limpo Redução de alérgenos Proteção ocular externa
Componente Genético
Predisposição a alergias associada a fatores genéticos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Prurido intenso com lacrimejamento e vermelhidão
Sintomas Frequentes
Prurido intenso
Lacrimejamento abundante
Conjuntiva avermelhada
Sensação de areia
Inchaço palpebral
Fotofobia leve
Sinais de Alerta
  • Dor ocular intensa
  • Perda de visão
  • Secreção purulenta
  • Edema grave
  • Alteração de pupila
Evolução Natural
Pode persistir sazonalmente; melhora ao reduzir alérgenos
Complicações Possíveis
Infecção secundária Blefarite Hiperemia crônica Aumento da sensibilidade ocular Impacto na qualidade de vida

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Historia de coceira, lacrimejamento, hiperemia; confirmação por exposição alérgena
Exames Laboratoriais
IgE total elevada IgE específica Eosinofilia periférica Teste de pele (prick) Testes sanguíneos de alergia
Exames de Imagem
Não requer imaging de rotina Avaliação visual com luz simples
Diagnóstico Diferencial
  • Conjuntivite viral
  • Conjuntivite bacteriana
  • Sindrome do olho seco
  • Conjuntivite química
  • Blefarite inflamatoria
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico rápido na clínica com exame ocular

Tratamento

Abordagem Geral
Reduzir exposição a alérgenos; manejo de sintomas com recursos apropriados
Modalidades de Tratamento
1 Lubrificantes oculares
2 Antihistamínicos tópicos
3 Cromoglicato
4 Compressas frias
5 Higiene ocular
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Alergia/imunologia Clínico geral Pediatria Farmacologia clínica
Tempo de Tratamento
Varia com sazonalidade; alívio provável com manejo
Acompanhamento
Seguimento em picos sazonais; ajuste conforme resposta

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com controle; episódios recorrentes podem ocorrer
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tratamento precoce
  • Redução de alérgenos
  • Boa adesão
  • Ausência de complicações
Fatores de Mau Prognóstico
  • Não controle de alergias
  • Infecção ocular recorrente
  • Uso inadequado de lentes
  • Contato frequente com irritantes
Qualidade de Vida
Impacto moderado durante surtos; melhoria com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a alérgenos; ambiente limpo e protegido
Medidas Preventivas
Filtrar ar
Higiene das mãos
Lavar rosto ao acordar
Usar óculos em áreas poeirentas
Limitar poeira doméstica
Rastreamento
Avaliação clínica anual se recorrente

Dados no Brasil

Baixas; apenas casos com complicações
Internações/Ano
Baixos/Não comum
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais comum em capitais e cidades industriais

Perguntas Frequentes

1 Conjuntivite alérgica é contagiosa?
Não passa de alergia; não é contagiosa.
2 Posso usar antibiótico sem prescrição?
Não; antibióticos não tratam alergia e podem irritar.
3 Como diferenciar alergia de infecção?
Infecção tem secreção purulenta e dor; alergia tem prurido.
4 Pode voltar a ocorrer após tratamento?
Episódios são comuns; evitar alérgenos reduz recidiva.
5 Preciso mudar minha rotina?
Higiene ocular, proteção ocular e evitar irritantes ajudam.

Mitos e Verdades

Mito

antibiótico cura conjuntivite alérgica.

Verdade

alergia não responde a antibióticos; anti-histamínicos ajudam.

Mito

qualquer coceira é infecção ocular.

Verdade

coceira e lacrimejamento indicam alergia; infecção requer avaliação.

Mito

só primavera causa conjuntivite ocular.

Verdade

pode ocorrer em qualquer estação com alérgenos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure oftalmologista ou clínico ao primeiro sinal
Especialista Indicado
Oftalmologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, queda de visão ou secreção purulenta severa
Linhas de Apoio
SUS 136 Atendimento de cuidadores Suporte local de saúde

CIDs Relacionados

H10.0 H10.1 H10.2 H10.3 H10.4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.