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H10.3
CID-10

Conjuntivite alérgica sazonal

Conjuntivite alérgica sazonal

Resumo

Coceira nos olhos em alergias com pólen; tratável com medidas simples.

Identificação

Código Principal
H10.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Conjuntivite alérgica sazonal
Nome em Inglês
Seasonal Allergic Conjunctivitis
Outros Nomes
Conjuntivite alérgica • Alergia ocular sazonal • Conjuntivite alérgica de pólen • Conjuntivite alérgica sazonal ocular • Oftalmia alérgica sazonal
Siglas Comuns
CAC CAO CAA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do olho e anexos
Categoria Principal
Doença ocular alérgica
Subcategoria
Conjuntivite alérgica sazonal
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam alta prevalência entre indivíduos alérgicos.
Prevalência no Brasil
Mais comum em regiões com pólen intenso; sazonalidade evidente.
Faixa Etária Principal
Crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Aproximadamente equilíbrio entre sexos
Grupos de Risco
Pessoas com rinite alérgica Atopia familiar Ambientes com poeira Pólen sazonal Uso de lentes de contato
Tendência Temporal
Picos na primavera/verão em muitos países

Etiologia e Causas

Causa Principal
Resposta imunológica IgE a alérgenos ambientais
Mecanismo Fisiopatológico
IgE reage a alérgenos com liberação de histamina e eosinófilos
Fatores de Risco
Atopia familiar Rinite alérgica Pólen sazonal Poeira doméstica Poluição ambiental Contato ocular frequente
Fatores de Proteção
Evitar alérgenos Higiene ocular Uso de proteção ocular Tratamento oportuno de alergias
Componente Genético
Contribui, herdabilidade parcial, várias genes envolvidos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira intensa com sensação de areia
Sintomas Frequentes
Lacrimejamento
Vermelhidão
Pálpebras inchadas
Sensibilidade à luz
Queimação leve
Sinais de Alerta
  • Dor intensa persistente
  • Alteração de visão
  • Inchaço facial grave
  • Secreção purulenta abundante
  • Queda súbita de acuidade
Evolução Natural
Crises recorrentes durante a exposição; sem tratamento pode piorar
Complicações Possíveis
Conjuntivite crônica Irritação crônica Infecção ocular secundária Alteração transitória da visão

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de alergia, quadro típico e resposta ao tratamento
Exames Laboratoriais
IgE específica Teste cutâneo PRICK Hemograma não específico
Exames de Imagem
Não requer imagem na maioria
Diagnóstico Diferencial
  • Conjuntivite viral
  • Conjuntivite bacteriana
  • Síndrome do olho seco
  • Blefarite
  • Uveíte?
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente na primeira consulta, com boa história

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio rápido de incômodo, controle inflamatório e evitar gatilhos
Modalidades de Tratamento
1 Higiene ocular
2 Colírios anti-histamínicos
3 Colírios descongestionantes de uso curto
4 Corticosteroides tópicos somente quando necessário
5 Educação sobre evitar alérgenos
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Alergia e Imunologia Medicina de Família
Tempo de Tratamento
Controlo geralmente em dias, com recorrência sazonal
Acompanhamento
Retornos conforme temporada; ajuste de tratamento

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com manejo adequado e evitar alérgenos
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Evitamento de gatilhos
  • Resposta rápida a anti-histamínicos
  • Ausência de infecção
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exposição contínua
  • Não tratamento
  • Infecções recorrentes
  • Dificuldade no acesso a cuidado
Qualidade de Vida
Impacto moderado entre crises; tratamento melhora bem

Prevenção

Prevenção Primária
Evitar alérgenos conhecidos e manter ambiente limpo
Medidas Preventivas
Uso de óculos de proteção
Filtro de poeira
Higiene das mãos e do rosto
Limpeza de lentes de contato
Atenção a alergias sazonais
Rastreamento
Acompanhamento conforme sintomas; avaliação de alergias

Dados no Brasil

Poucas internações diretas por conjuntivite alérgica
Internações/Ano
Óbitos são raros
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior impacto em áreas com pólen e poluição

Perguntas Frequentes

1 Conjuntivite alérgica é contagiosa?
Não é contagiosa; alergia ocular resulta de reação imune.
2 Qual o tratamento inicial?
Higiene ocular, evitar gatilhos, anti-histamínicos sob orientação.
3 Preciso de exames especiais?
Geralmente clínica; exames ajudam se dúvida de infecção ou alergia.
4 Posso usar lentes de contato?
Caso haja crise, evite; use conforme orientação médica e tolerância.
5 Pode progredir para outras doenças?
Risco baixo com manejo; complicações surgem se não controlar.

Mitos e Verdades

Mito

anti-inflamatório ocular cura sozinho.

Verdade

alívio vem com controle de alérgenos e tratamento.

Mito

conjuntivite leva cegueira.

Verdade

danos oculares graves são raros com manejo adequado.

Mito

colírios causam dependência.

Verdade

uso correto não gera dependência quando indicado.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure oftalmologista ou alergista ao notar coceira ocular persistente
Especialista Indicado
Oftalmologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, visão afetada, inchaço grave, febre
Linhas de Apoio
SUS 136 Disque Saúde 148?

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.