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H10.1
CID-10

Conjuntivite alérgica

Conjuntivite alérgica

Resumo

Olho coça, fica vermelho; melhora com lágrimas artificiais e evitar alérgenos.

Identificação

Código Principal
H10.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Conjuntivite alérgica, inflamação conjuntival mediada por IgE provocada por alérgenos ambientais
Nome em Inglês
Allergic conjunctivitis
Outros Nomes
Conjuntivite alérgica sazonal • Conjuntivite alérgica perene • Alergia ocular • Olho vermelho alérgico • Conjuntivite atópica
Siglas Comuns
CA CAA OAE

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VII - Doenças do olho e vias ópticas
Categoria Principal
Doenças do olho
Subcategoria
Conjuntivite alérgica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global elevada, especialmente sazonal em crianças e adultos sensíveis
Prevalência no Brasil
Brasil: alta incidência na primavera; varia por região
Faixa Etária Principal
Crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Rinite alérgica Asma História familiar de alergias Exposição a poeira Uso de lentes de contato
Tendência Temporal
Aumento com urbanização, poluição e polinização

Etiologia e Causas

Causa Principal
Resposta imune IgE a alérgenos ambientais
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação conjuntival mediada por IgE com edema, hiperemia e prurido
Fatores de Risco
Rinite alérgica Asma História familiar de alergias Exposição a poeira Uso de lentes de contato
Fatores de Proteção
Reduzir alérgenos Higiene ocular Filtro de ar Lentes de contato bem higienizadas
Componente Genético
Predisposição hereditária à atopia

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira intensa e vermelhidão ocular
Sintomas Frequentes
Lacrimejamento
Prurido intenso
Edema palpebral
Fotofobia leve
Sensação de areia
Visão turva transitória
Sinais de Alerta
  • Dor ocular súbita
  • Perda de visão
  • Alteração da pupila
  • Secreção purulenta com febre
  • dor ocular intensa
Evolução Natural
Sem tratamento, episódios sazonais persistem
Complicações Possíveis
Infecção ocular secundária Blefarite Ceratite leve Irritação crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de prurido com inflamação conjuntival; exame sem sinais de infecção
Diagnóstico Diferencial
  • Conjuntivite viral
  • Conjuntivite bacteriana
  • Síndrome do olho seco
  • Uveíte anterior
Tempo Médio para Diagnóstico
Condição tipicamente reconhecida na primeira consulta

Tratamento

Abordagem Geral
Controle ambiental, alívio com lágrimas artificiais; evitar alérgenos
Modalidades de Tratamento
1 Lágrimas artificiais
2 Antihistamínico tópico
3 Corticosteroide tópico em curto curso
4 Compressas frias
5 Evitar alérgenos
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Alergia Pediatria Farmacologia Cuidados primários
Tempo de Tratamento
Dias a semanas, conforme gravidade
Acompanhamento
Retorno em 4-6 semanas ou antes se piorar

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa com manejo adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Redução de alérgenos
  • Tratamento rápido
  • Higiene ocular
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exposição contínua a alérgenos
  • Infecção secundária
  • Não adesão ao tratamento
  • Uso inadequado de colírios
Qualidade de Vida
Conforto ocular pode contribuir para a qualidade de vida

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir alérgenos; manter ambiente limpo; evitar coçar
Medidas Preventivas
Higiene ocular
Filtro de ar
Redução de poeira
Lentes bem higienizadas
Uso de óculos de sol
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Baixas internações; manejo majoritariamente ambulatorial
Internações/Ano
Mortalidade extremamente baixa
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Varia por região; maior na primavera e áreas urbanas

Perguntas Frequentes

1 Quais sintomas caracterizam conjuntivite alérgica?
Prurido, vermelhidão, lacrimejamento e sensação de areia
2 Conjuntivite é contagiosa?
Geralmente não é contagiosa entre pessoas
3 Posso usar colírio sem orientação?
Uso sem orientação pode mascarar infecção; procure avaliação
4 Como prevenir?
Reduzir alérgenos, higiene ocular, evitar coçar
5 Qual o impacto na vida diária?
Conforto ocular pode afetar atividades; tratamento adequado ajuda

Mitos e Verdades

Mito

alergia ocular não é real; verdade: envolve IgE a alérgenos

Verdade

alergia ocular é inflamação mediada por IgE

Mito

qualquer coceira é infecção; verdade: alergia comum

Verdade

diagnóstico requer avaliação clínica

Mito

colírio cura sozinha; verdade: alivia, não cura

Verdade

manejo adequado reduz recidivas

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procurar oftalmologista ou alergista ao notar coceira persistente
Especialista Indicado
Oftalmologista ou alergista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, visão piorando, secreção purulenta, ou febre alta
Linhas de Apoio
136 SUS 0800-123-4567 Central de Cuidado Ocular

CIDs Relacionados

H10.1 H10.0 H16.9 H40.9 H53.2

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.