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G61
CID-11

Outras neuropatias inflamatórias periféricas

Neuropatia inflamatória periférica

Resumo

Inflamacao de nervos; fraqueza, dor, diagnóstico e manejo

Identificação

Código Principal
G61
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Outras neuropatias inflamatórias periféricas (inflamação de nervos periféricos não especificada)
Nome em Inglês
Other inflammatory polyneuropathies
Outros Nomes
Polineuropatias inflamatórias • Neuropatia inflamatória periférica • PIP inflamatória
Siglas Comuns
IPN G61

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Neuropatias inflamatórias periféricas
Subcategoria
Polineuropatias inflamatórias
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Baixa incidência global; subtipos variados, alguns extremamente raros.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; relatos esporádicos.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade a idosos
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Pós-infecção Imunossupressão Diabetes mellitus HIV Doenças autoimunes
Tendência Temporal
Estabilidade global com variações por subtipo

Etiologia e Causas

Causa Principal
Resposta imune que ataca nervos periféricos, gerando inflamação.
Mecanismo Fisiopatológico
Ataque imune a bainha de mielina ou axônios, causando desmielinização
Fatores de Risco
Pós-infecção Imunossupressão Diabetes mellitus HIV Doenças autoimunes História familiar
Fatores de Proteção
Controle de doenças autoimunes Vacinação adequada Vida saudável Tratamento precoce de infecções
Componente Genético
Contribuição genética moderada em alguns subtipos; ainda em estudo

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fraqueza progressiva dos membros com parestesias
Sintomas Frequentes
Paresias distais
Dor neuropática
Atrofia muscular
Disfunção sensorial
Fadiga
Incoordenação
Sinais de Alerta
  • Fraqueza grave que progride rapidamente
  • Dificuldade respiratória
  • Disfagia ou fala alterada
  • Sinais de disfunção autonômica grave
  • Dor súbita severa
Evolução Natural
Progride sem tratamento; com manejo adequado, há melhoria parcial
Complicações Possíveis
Fraqueza residual Dor crônica Deficits sensoriais Disfunção autonômica permanente Risco de quedas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica compatível e neurofisiologia com desmielinização; exclusão de outras neuropatias
Exames Laboratoriais
Hemograma completo Proteína C reativa Anticorpos autoimunes Soro HIV Sorologia Hepatite C
Exames de Imagem
RM de nervos/perfis RM plexo braquial Ultrassom de nervos periféricos TC quando necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Guillain-Barré
  • Neuropatia diabética
  • Neuropatias hereditárias
  • Mielopatia inflamatória
  • Neuropatia tóxica
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente semanas a meses; tempo depende do subtipo

Tratamento

Abordagem Geral
Modulação imune aliada à reabilitação e manejo sintomático da dor
Modalidades de Tratamento
1 Imunoterapia indireta
2 Fisioterapia
3 Terapia ocupacional
4 Controle da dor
5 Tratamento de Disfunções autonômicas
Especialidades Envolvidas
Neurologia Fisiatria Fisioterapia Imunologia Reumatologia
Tempo de Tratamento
Meses a anos, conforme subtipo e resposta
Acompanhamento
Acompanhamento neurológico periódico, avaliações de força e sensibilidade

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável; subtipos agudos costumam ter melhor evolução
Fatores de Bom Prognóstico
  • Início rápido do tratamento
  • Boa resposta imune
  • Ausência de falência respiratória
  • Adesão ao plano
Fatores de Mau Prognóstico
  • Fraqueza inicial severa
  • Disfunção autonômica grave
  • Progresso rápido
  • Idade avançada
Qualidade de Vida
Pode melhorar com reabilitação e suporte multidisciplinar

Prevenção

Prevenção Primária
Não é totalmente evitável; prevenção de infecções e controle de doenças autoimunes ajudam
Medidas Preventivas
Vacinação adequada
Controle de doenças crônicas
Gestão de infecções
Redução de toxinas
Higiene de feridas
Rastreamento
Acompanhamento neurológico regular para detecção precoce

Dados no Brasil

Hosp,ogue: variam conforme subtipos; dados nacionais ausentes
Internações/Ano
Óbitos são raros e ligados a complicações
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Casos descritos em várias regiões; variações locais

Perguntas Frequentes

1 G61 pode curar completamente?
Alguns evoluem com melhora parcial; cura completa nem sempre ocorre
2 Existe tratamento imediato?
Tratamento varia; foco é controlar inflamação e preservar função
3 Como fica a dor?
Dor neuropática é comum; manejo multidisciplinar ajuda
4 Posso voltar ao trabalho?
Depende da gravidade; ajustes e reabilitação ajudam na volta
5 Qual o prognóstico a longo prazo?
Pode haver melhoria estável ou sequelas; acompanhamento é essencial

Mitos e Verdades

Mito

Tudo depende de cirurgia

Verdade

Inflamação imune domina; cirurgia não é primeira opção

Mito

dor não melhora

Verdade

Dor pode responder a terapias multidisciplinares

Mito

é sempre rápido diagnosticar

Verdade

Pode levar tempo; exames especializados ajudam

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure neuro ou médico de família para encaminhamento
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Sinais de respiração comprometida ou engolir difícil
Linhas de Apoio
0800-123-4567 SUS central de atendimento

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.