Cefaleia inespecífica
Dor de cabeça inespecífica
Resumo
Dor de cabeça sem subtipo específico; procure orientação médica se repetitiva
Identificação
- Código Principal
- G439
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Cefaleia inespecífica, não classificada pela OMS
- Nome em Inglês
- Headache, unspecified
- Outros Nomes
- cefaleia não especificada • dor de cabeça sem subtipo • dor cranial inespecífica
- Siglas Comuns
- CIN CefI CI-NS
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo V - Doenças do sistema nervoso
- Categoria Principal
- Dor de cabeça
- Subcategoria
- Cefaleias inespecíficas
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Estimativas globais indicam alta prevalência entre adultos; variações por região.
- Prevalência no Brasil
- Popular entre adultos jovens; dados nacionais são limitados.
- Faixa Etária Principal
- Adultos 20 a 40 anos
- Distribuição por Sexo
- Maior incidência em mulheres
- Grupos de Risco
- fatores genéticos estresse crônico alterações hormonais distúrbios do sono uso inadequado de analgésicos
- Tendência Temporal
- Padrão estável com variações sazonais moderadas
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Origem multifatorial envolvendo genética, estresse, sono inadequado
- Mecanismo Fisiopatológico
- Ativação neural, sensibilização central e inflamação leve
- Fatores de Risco
- risco de estresse crônico distúrbios do sono hábito de cafeína irregular fumo história familiar sedentarismo
- Fatores de Proteção
- higiene do sono hidratação atividade física regular gestão do estresse
- Componente Genético
- Contribuição genética moderada em alguns subtipos
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor de cabeça focal ou generalizada, pulsátil moderada
- Sintomas Frequentes
-
dor latejantesensibilidade à luznáuseasonolênciavertigem leverigidez de pescoço
- Sinais de Alerta
-
- dor súbita severa
- fraqueza focal
- fala confusa
- alteração de visão
- dor associada a trauma
- Evolução Natural
- Crises recorrentes, com variação de intensidade; pode tornar-se crônica
- Complicações Possíveis
- dor debilitante crônica distúrbios do sono ansiedade dependência de analgésicos ausência de resposta a tratamentos
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História detalhada, exclusão de causas graves; critérios simples para cefaleias inespecíficas
- Exames Laboratoriais
- Hemograma TSH Creatinina B12 Glicose
- Exames de Imagem
- RM craniana quando necessário Tomografia se alerta neurológico AngioRM se indicado Ultrassom de colaterais
- Diagnóstico Diferencial
-
- cefaleia tensional
- migraine
- cefaléia por sinusite
- artrite
- Neuralgia do trigêmio
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Pode levar de semanas a meses, conforme acesso a serviços
Tratamento
- Abordagem Geral
- Múltiplas ações: confirmar diagnóstico, reduzir crises e melhorar qualidade de vida
- Modalidades de Tratamento
-
1 manejo clínico2 terapia cognitivo-comportamental3 técnicas de relaxamento4 farmacoterapia escalonada5 educação sobre uso de analgésicos
- Especialidades Envolvidas
- Neurologia Medicina da Dor Psicologia Clínica Geral Fisioterapia
- Tempo de Tratamento
- Duração depende de resposta; metas a curto prazo
- Acompanhamento
- Consultas regulares, diário de dor, ajustes de tratamento
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Pode variar; manejo adequado reduz impacto na vida diária
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- resposta rápida a intervenções
- bom seguimento
- ausência de comorbidades
- controle de gatilhos
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- crises frequentes
- uso abusivo de analgésicos
- depressão
- distúrbios do sono
- Qualidade de Vida
- Influência moderada na vida diária; foco em funcionalidade
Prevenção
- Prevenção Primária
- Sono regular, hidratação, alimentação estável, evitar gatilhos e estresse
- Medidas Preventivas
-
rotina de sonohidratacaoatividade fisicagestao de estresseevitar analgésicos sem orientação
- Rastreamento
- Avaliar padrões de dor e gatilhos; não há rastreamento específico
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
cura rápida é sempre possível.
cefaleias variam; manejo contínuo ajuda.
dor é sempre apenas estresse.
muitos fatores, tratamento amplo funciona.
analgésicos destroem o estômago.
uso adequado sob orientação minimiza riscos.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Primeiro passo: clínica geral ou neurologista
- Especialista Indicado
- Neurologista
- Quando Procurar Emergência
- Dor súbita intensa com déficit neurológico, procure socorro
- Linhas de Apoio
- SUS 136 SAMU 192 Cuidado local 1320
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.