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fratura de clavicula cid
CID-10

Fratura da clavícula

Fratura da clavícula

Resumo

Fratura da clavícula é quebra no osso do ombro, dor e dificuldade de mover o membro; tratamento pode ser imobilização ou cirurgia.

Identificação

Código Principal
S42.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura da clavícula (lesão óssea do ombro) conforme CID-10, nomenclatura OMS
Nome em Inglês
Clavicle fracture
Outros Nomes
Fratura da clavícula • Fratura do ombro • Fratura de clavícula • Quebra da clavícula
Siglas Comuns
Fx clavícula FxClav S clav

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Fraturas dos ossos do ombro
Subcategoria
Fratura da clavícula
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Fraturas da clavícula respondem por 2-5% das fraturas de membros superiores globalmente
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam; prevalência relevante em traumas de ombro
Faixa Etária Principal
Adolescentes e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Predomina em homens jovens
Grupos de Risco
esportes de contato quedas acidentais trauma de moto osteopenia/osteoporose
Tendência Temporal
Estável nos últimos anos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma mecânico direto ou indireto na clavícula por queda ou impacto
Mecanismo Fisiopatológico
força de flexão/tração que desloca o fragmento clavicular com possível lesão de tecidos moles
Fatores de Risco
esportes de contato quedas acidentais osteopenia/osteoporose uso de corticoides de longa duração idade avançada
Fatores de Proteção
treinamento de ombro uso de EPIs fortalecimento muscular técnicas de queda seguras
Componente Genético
fator genético tem influência pequena; osteoporose aumenta risco em idosos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
dor aguda no ombro, deformidade visível ou limitação de movimento
Sintomas Frequentes
dor ao toque no ombro
inchaço local
deformidade aparente
dor ao mover o braço
sensação de instabilidade
crepitação
Sinais de Alerta
  • dor que piora com movimento
  • neurovascular comprometido
  • pulso fraco no pulso distal
  • edema intenso que compromete o pulso
  • dor súbita de piora alta
Evolução Natural
sem tratamento pode evoluir com dor crônica; com tratamento adequado há boa recuperação
Complicações Possíveis
dor persistente rigidez do ombro lesão do plexo braquial neurovascular comprometido infecção se exposição

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
dor e deformidade, confirmadas por radiografia em dois planos
Exames Laboratoriais
hemograma VHS PCR
Exames de Imagem
Radiografia do ombro em 2 planos Tomografia em deslocamento RM para tecidos moles
Diagnóstico Diferencial
  • luxação do ombro
  • fratura de clavícula distal
  • tendinopatia do ombro
  • fratura de escápula
  • lesões do AC
Tempo Médio para Diagnóstico
em consulta inicial com imagem

Tratamento

Abordagem Geral
controle da dor, imobilização, avaliação neurovascular, planejamento entre manejo conservador ou cirúrgico
Modalidades de Tratamento
1 imobilização com tipoia
2 redução fechada quando necessário
3 cirurgia com placa e parafusos
4 reabilitação precoce
Especialidades Envolvidas
Ortopedista Fisioterapeuta Enfermeiro
Tempo de Tratamento
6-12 semanas para consolidação óssea
Acompanhamento
retornos semestrais nas primeiras semanas, com evoluções radiográficas

Prognóstico

Prognóstico Geral
bom, com boa recuperação na maioria dos casos
Fatores de Bom Prognóstico
  • fratura não deslocada
  • manejo adequado
  • idade jovem
  • bom suporte
Fatores de Mau Prognóstico
  • fratura deslocada
  • deformidade grave
  • idade avançada
  • osteoporose
Qualidade de Vida
boa após recuperação com fisioterapia

Prevenção

Prevenção Primária
fortalecer ombro, usar protetores, evitar quedas
Medidas Preventivas
fortalecimento de ombro
treinamento de quedas
uso de capacete/proteção
supervisão em esportes
piso seco
Rastreamento
exames conforme trauma; não aplicável como rotina

Dados no Brasil

≈ 5000 internações/ano
Internações/Ano
Distribuição Regional
Maior parte no Sudeste/Sul, com variações por trauma

Perguntas Frequentes

1 Precisa cirurgia sempre?
Não; depende do deslocamento e da estabilidade da fratura.
2 Quando volto às atividades?
Geralmente 2-3 meses, depende da dor e da rigidez.
3 Quais sinais de complicação?
Dor piora, pulso ausente, formigamento, febre.
4 Pode prevenir novas fraturas?
Fortalecer ombro, evitar quedas, boa calcium/Vitamina D.
5 Qual médico procurar?
Ortopedista ou trauma é o adequado.

Mitos e Verdades

Mito

cirurgia é sempre necessária.

Verdade

muitos casos tratam-se sem cirurgia.

Mito

dor após fratura sempre exige cirurgia.

Verdade

dor pode melhorar com imobilização e fisioterapia.

Mito

recuperação é rápida.

Verdade

tempo varia, depende de many fatores.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
procure pronto atendimento em caso de dor intensa, deformidade ou impossibilidade de mover o ombro
Especialista Indicado
Ortopedista ou traumatologista
Quando Procurar Emergência
procure pronto atendimento se houver formigamento, pulso fraco, ou dor que não cede
Linhas de Apoio
Disque Saude 136 SUS Central

CIDs Relacionados

S42.0 S42.01 S42.02 S42.1 S43.3

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.