contato@nztbr.com
fratura antebraço cid
CID-10

Fratura do antebraço

Fratura do antebraço

Resumo

Fratura do antebraço é quebra de osso entre cotovelo e punho, tratada com imobilização ou cirurgia quando necessário.

Identificação

Código Principal
S52.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fratura do antebraço, incluindo rádio e/ou ulna, com ou sem deslocamento, conforme localização.
Nome em Inglês
Forearm fracture
Outros Nomes
Fratura do antebraço • Fratura rádio/ulna • Fratura de rádio • Fratura de ulna • Fratura de antebraço proximal
Siglas Comuns
FR-AB FA-AB FRA-ANTE

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Lesões do sistema musculoesquelético
Categoria Principal
Fraturas de membros superiores
Subcategoria
Fraturas de rádio e ulna do antebraço
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Traumas de antebraço são comuns, com pico em jovens e adultos.
Prevalência no Brasil
Prevalência variável; dados nacionais indicam alta relação com atividades urbanas.
Faixa Etária Principal
Adolescentes e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Quase igual entre sexos, leve predomínio masculino em jovens
Grupos de Risco
atividade esportiva de alto impacto queda em idosos osteoporose fraturas por osteopenia uso de corticosteroides
Tendência Temporal
Taxa estável; aumentos com esportes de alto impacto podem ocorrer

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma direto ou indireto no antebraço com energia moderada a alta
Mecanismo Fisiopatológico
trauma com força suficiente para fissurar ou quebrar o osso; deslocamento pode ocorrer
Fatores de Risco
atividade física de alto impacto queda em idosos osteoporose fragilidade óssea uso de corticosteroides alcoolismo
Fatores de Proteção
protetores em esportes treinamento de força equilíbrio e propriocepção uso de calçados adequados
Componente Genético
Predisposição osteoporótica pode aumentar risco em idosos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda no antebraço após queda ou impacto
Sintomas Frequentes
dor localizada intensa
deformidade ou alargamento
edema e hematoma
dor ao movimento
sensibilidade ao toque
perda de força no punho
Sinais de Alerta
  • dor intensa com pulso fraco
  • parestesias persistentes
  • redução de movimento distal
  • fratura exposta visível
  • sangramento ativo
Evolução Natural
sem tratamento, dor persiste e mobilidade diminui; recuperação varia conforme fratura
Complicações Possíveis
rigidez articular deformidade residual dor crônica lesão nervosa persistente infecção em fraturas expostas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história de trauma, exame físico, radiografias em dois planos; tomografia quando necessário
Exames Laboratoriais
hemograma bioquímica básica calcio e vitamina D fosfatase alcalina marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
radiografia antebraço AP e lateral radiografia punho e cotovelo se necessidade tomografia se dúvida estrutural RM apenas em avaliação de tecidos moles
Diagnóstico Diferencial
  • entorse de punho
  • luxação de punho
  • lesão de ligamento
  • osteomielite associada a infecção
  • lesão de artéria
Tempo Médio para Diagnóstico
geralmente minutos a horas com radiografia

Tratamento

Abordagem Geral
controle da dor, imobilização inicial e avaliação cirúrgica conforme necessidade
Modalidades de Tratamento
1 imobilização com gesso
2 redução fechada
3 cirurgia com fixação interna
4 exposição externa com fixação
5 reabilitação e ajuste de atividades
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Anestesiologia Enfermagem Radiologia
Tempo de Tratamento
varia conforme fratura; semanas a meses
Acompanhamento
consultas periódicas, radiografias de progresso e avaliação de função

Prognóstico

Prognóstico Geral
boa recuperação com tratamento adequado e reabilitação
Fatores de Bom Prognóstico
  • fratura estável
  • bom alinhamento
  • boa adesão à reabilitação
  • sem lesões nervosas
Fatores de Mau Prognóstico
  • deslocamento significativo
  • fratura cominutiva
  • osteoporose
  • infecção
Qualidade de Vida
variável, melhora com reabilitação e retorno gradual às atividades

Prevenção

Prevenção Primária
uso de protetores esportivos, treino de equilíbrio, evitar quedas em casa
Medidas Preventivas
proteção em esportes
redução de quedas em idosos
fortalecimento muscular
iluminação adequada
calçados adequados
Rastreamento
avaliação de densidade óssea quando indicado

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais no Brasil
Internações/Ano
Baixa mortalidade com tratamento adequado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em grandes centros com maior trauma urbano

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sinais de fratura no antebraço?
Dor intensa, deformidade, inchaço e dificuldade de movimento indicam fratura.
2 É possível tratar sem cirurgia?
Depende da fratura; muitas respondem bem à imobilização e reabilitação.
3 Tempo típico de recuperação?
Depende da gravidade; costuma levar semanas a meses para restauração.
4 Posso voltar às atividades físicas?
Retorno gradual com orientação médica; não acelere sem avaliação.
5 Quando consultar novamente após fratura?
Revisão após 2-3 semanas para monitorar consolidação.

Mitos e Verdades

Mito

Mito comum: fratura complexa sempre exige cirurgia.

Verdade

muitas curam com imobilização adequada e cautela.

Mito

dor leve sempre é outro problema, não fratura.

Verdade

diagnóstico definitivo vem de imagem, não apenas sintomas.

Mito

idade impede recuperação.

Verdade

idosos também podem melhorar com manejo adequado, tempo maior may.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento se houver deformidade, dor intensa ou incapacidade de mover o punho
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Deformidade visível, dor intensa ou dormência requer atendimento imediato
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS 0800 CAPS de sua região

CIDs Relacionados

S52.3 S52.4 S52.5 S52.6 Z95.4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.