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ferida infectada cid
CID-10

Ferida infectada da pele

Ferida infectada na pele

Resumo

Ferida infectada fica quente, inchada, com secreção; trate com higiene e orientação médica.

Identificação

Código Principal
L02.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Infecção de pele com ferimento não especificado (OMS)
Nome em Inglês
Infected skin wound
Outros Nomes
Ferida com infecção • Ferimento inflamado • Lesão infectada • Ferimento infectado • Infecção de pele com ferida
Siglas Comuns
FIP INF-PE FIP-pele

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XI - Doenças da pele e do tecido subcutâneo
Categoria Principal
Doenças da pele
Subcategoria
Infecção de pele com ferimento
Tipo de Condição
lesao
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dados globais não padronizados; variação por ferimento e higiene.
Prevalência no Brasil
Não há estatística única; maior em ambientes com saneamento precário.
Faixa Etária Principal
Todos os grupos, com maior impacto em adultos.
Distribuição por Sexo
Proporção próxima de 1:1, leve tendência masculina em contexto clínico.
Grupos de Risco
Diabetes Imunossupressão Idosos Ferimentos não tratados Higiene precária
Tendência Temporal
Varia conforme acesso a serviços; permanece estável em muitos contextos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Bactérias da pele, principalmente Staphylococcus aureus, podem infectar feridas.
Mecanismo Fisiopatológico
Micro-organismos invadem ferida, provocam inflamação, exsudato e possível necrose.
Fatores de Risco
Diabetes mellitus Imunossupressão Circulação periferica comprometida Feridas crônicas Idade avançada Nutrição inadequada
Fatores de Proteção
Higiene adequada Cobertura de feridas Vacinação tetânica Cuidados com higiene de mãos
Componente Genético
Sem relação genética significativa; imunodeficiências raras podem alterar.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor local com vermelhidão, calor e secreção na ferida.
Sintomas Frequentes
Vermelhidão ao redor
Calor local
Inchaço
Dor agravada
Secreção purulenta
Febre baixa
Sinais de Alerta
  • Febre alta repentina
  • Dor intensa, piora rápida
  • Vermelhidão que se espalha
  • Secreção fétida
  • Comprometimento generalizado
Evolução Natural
Sem tratamento, pode evoluir para abscesso ou disseminação
Complicações Possíveis
Abscesso Celulite extensa Sepsia rara Cicatriz hipertrófica Osteomielite (quando ósseo)

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com sinais de infecção; cultura se necessário.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Proteína C reativa Cultura da ferida Gram da ferida
Exames de Imagem
Ultrassom de ferida RM/CT para extensão Radiografia se osteíte Doppler se fluxo comprometido
Diagnóstico Diferencial
  • Dermatite infecciosa
  • Celulite não infecciosa
  • Ulceras venosas
  • Abscesso não drenado
  • Infecção fúngica
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente dias; cultura pode levar 24-72 h

Tratamento

Abordagem Geral
Higiene adequada, controle da infecção local, curativos estéreis, analgesia simples.
Modalidades de Tratamento
1 Cuidados locais com ferida
2 Drenagem de abscesso se necessário
3 Antibióticos conforme avaliação médica
4 Desbridamento se tecido necrosado
5 Suporte e curativos
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Dermatologista Cirurgião Infectologista Enfermeiro especialista
Tempo de Tratamento
Varia conforme gravidade; dias a semanas
Acompanhamento
Reavaliação em 48-72 h, curativo diário e sinais de melhora

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente favorável com tratamento adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa higiene
  • Identificação precoce
  • Drenagem adequada
  • Controle de comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diabetes não controlado
  • Imunossupressão
  • Feridas profundas
  • Retorno tardio ao atendimento
Qualidade de Vida
Impacto moderado durante cicatrização; recuperação gradual

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene, proteção de feridas e cuidado rápido de cortes.
Medidas Preventivas
Lavar feridas com água limpa
Cobrir ferimentos
Trocar curativos regulam
Vacinar tetano
Manter higiene de ambiente
Rastreamento
Não há rastreamento universal; monitorar feridas crônicas

Dados no Brasil

N/A
Internações/Ano
N/A
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Muitos casos em áreas com saneamento variável

Perguntas Frequentes

1 Ferida infectada é grave?
Pode ser séria; avalie sinais de piora e busque atendimento.
2 Preciso antibiótico?
Não sempre; decisão depende de avaliação médica e cultura.
3 Como prevenir sequelas?
Higiene, curativos e retorno rápido se houver piora.
4 Tempo de recuperação?
Varia com tamanho; pequenas melhoram em dias, grandes semanas.
5 Posso usar álcool na ferida?
Não necessário; limpeza com água/sabão suave é suficiente.

Mitos e Verdades

Mito

água oxigenada cura tudo

Verdade

limpar com água e sabão é essencial

Mito

antibiótico resolve tudo sozinho

Verdade

antibiótico só com indicação médica

Mito

ferida leve não precisa cobrir

Verdade

cobrir reduz contaminacao e acelera cicatrização

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento se a ferida não melhora em 48-72 h
Especialista Indicado
Clínico geral ou dermatologista
Quando Procurar Emergência
Febre alta, dor intensa, mal-estar ou piora rápida
Linhas de Apoio
SUS 136 Central de Atendimento 0800-000-0000 SAMU 192

CIDs Relacionados

L02.9 L02 L08.9 L03.9 A46

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.