contato@nztbr.com
f29 cid
CID-11

Psicose não especificada

Psicose não especificada

Resumo

Psicose inespecífica é um transtorno com sintomas graves sem diagnóstico claro.

Identificação

Código Principal
F29
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Esquizofrenia, não especificada
Nome em Inglês
Unspecified psychosis
Outros Nomes
psicose inespecífica • psicose não definida • psicose não categorizada • psicose indeterminada • psicoses
Siglas Comuns
F29 ICD11-F29 ICD-11 F29

Classificação

Capítulo CID
Capítulo V - Transtornos mentais e comportamentais
Categoria Principal
Transtornos psicóticos
Subcategoria
Especificação inespecífica
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam conforme definição; não há consenso.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e adultos
Distribuição por Sexo
Proporção equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
Historia familiar Abuso de substâncias Estresse extremo Trauma infantil Urbanização
Tendência Temporal
Dados mistos; pode haver aumento com fatores sociais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial: genética, neuroquímica, fatores ambientais.
Mecanismo Fisiopatológico
Dopaminérgico e glutamatérgico desequilibrados com disfunção cortical.
Fatores de Risco
História familiar Abuso de substâncias Estresse extremo Trauma infantil Isolamento social Urbanização
Fatores de Proteção
Acesso a tratamento Rede de apoio Saúde mental prévia Estilo de vida estável
Componente Genético
Contribuição genética multifatorial; dezenas de variantes aumentam risco.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Delírios ou alucinações marcantes, com desorganização do pensamento.
Sintomas Frequentes
Alucinações auditivas
Delírios de perseguição
Pensamento desorganizado
Fala incoerente
Retraimento social
Anedonia
Sinais de Alerta
  • Ideação suicida
  • Comportamento agressivo
  • Risco de autolesão
  • Perda de contato com a realidade
  • Hiperatividade extremo
Evolução Natural
Sem tratamento, pode progredir com recaídas e prejuízo ocupacional.
Complicações Possíveis
Deterioração funcional Autolesão Episódios suicidas Dependência de substâncias Hospitalizações repetidas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com histórico, exame mental e exclusão de causas orgânicas.
Exames Laboratoriais
Hemograma Função tireoidiana Toxicologia Bilirrubina PCR
Exames de Imagem
RM cerebral TC de crânio PET opcional SPECT opcional
Diagnóstico Diferencial
  • Delirium
  • Transtorno de personalidade paranoide
  • Esquizofreniforme
  • Transtorno bipolar com psicose
  • Transtornos depressivos com psicose
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo médio de diagnóstico varia; pode levar meses

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar com antipsicóticos e suporte psicossocial.
Modalidades de Tratamento
1 Antipsicóticos
2 Terapia cognitiva
3 Família suporte
4 Reabilitação ocupacional
5 Psicoterapia
Especialidades Envolvidas
Psiquiatria Psicologia Enfermaria clínica Assistência social Reabilitação mental
Tempo de Tratamento
Tratamento de longo prazo com ajustes contínuos
Acompanhamento
Consultas regulares, com ajustes conforme evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva variável; com intervenções, muitos estabilizam.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Rede de apoio
  • Início precoce
  • Baixo consumo de substâncias
Fatores de Mau Prognóstico
  • Recaídas frequentes
  • Tratamento irregular
  • Uso de substâncias
  • Comorbidades médicas
Qualidade de Vida
Pode variar; com suporte adequado, melhoras significativas.

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir fatores de risco, manter saúde mental estável e evitar substâncias.
Medidas Preventivas
Saúde mental precoce
Limitar substâncias
Reduzir estressores
Rede de apoio
Sono adequado
Rastreamento
Avaliações de saúde mental periódicas em grupos de risco.

Dados no Brasil

Estimativas variáveis; números nacionais não fixos.
Internações/Ano
Baixa mortalidade isolada; dados variam por região.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior relato em áreas urbanas com maior acesso.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais iniciais de psicose?
Delírios, alucinações, pensamento confuso e retraimento.
2 A psicose pode desaparecer sozinha?
Não; tratamento médico costuma controlar sintomas.
3 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, exames básicos e exclusão de outras causas.
4 É possível evitar recaídas?
Adesão ao tratamento, apoio familiar e acompanhamento previnem recidivas.
5 Posso manter trabalho com psicose?
Sim, com tratamento estável e suporte adequado.

Mitos e Verdades

Mito

psicose é esquizofrenia permanente.

Verdade

pode ter fases e melhorar com tratamento.

Mito

apenas idosos desenvolvem psicose.

Verdade

ocorre em várias idades, inclusive jovens.

Mito

medicação causa dependência sempre.

Verdade

benefícios superam riscos quando bem acompanhada.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Comece pelo médico de família ou CAPS; procure ajuda rápida em crises.
Especialista Indicado
Psiquiatra
Quando Procurar Emergência
Ideação suicida, agressividade extrema, confusão aguda.
Linhas de Apoio
Disque 100 CVV 188 SAMU 192

CIDs Relacionados

F21 F22 F23 F25 F28

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.