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E29
CID-11

Hipogonadismo, não especificado

Baixa produção de hormônios sexuais

Resumo

Hipogonadismo: baixa testosterona; sintomas e manejo simples pelo médico.

Identificação

Código Principal
E29
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Hipogonadismo não especificado
Nome em Inglês
Hypogonadism, unspecified
Outros Nomes
Hipogonadismo • Deficiência gonadal • Falha gonadal • Baixa testosterona
Siglas Comuns
HG HH

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças Endócrinas, Nutricionais e Metabólicas
Categoria Principal
Doenças Endócrinas
Subcategoria
Hipogonadismo
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas variam; hipogonadismo afeta 1–2% de homens adultos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; prevalência similar ao global.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade e homens jovens
Distribuição por Sexo
Mais comum em homens
Grupos de Risco
Homens adultos com condições crônicas Distúrbios hipotalâmicos Doenças gonadais Uso de certos fármacos História familiar de hipogonadismo
Tendência Temporal
Aumenta com envelhecimento e doenças associadas

Etiologia e Causas

Causa Principal
Deficiência de secreção gonadotrópica ou falha gonadal congênita/adquirida
Mecanismo Fisiopatológico
Redução da estimulação gonadotrópica levando a testosterona baixa
Fatores de Risco
Obesidade Envelhecimento Diabetes Hiperprolactinemia Trauma/testículos
Fatores de Proteção
Estilo de vida ativo Dieta equilibrada Sono adequado Controle de doenças crônicas
Componente Genético
Pode haver herdabilidade em formas congênitas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Libido baixa com fadiga e pouca energia
Sintomas Frequentes
Fadiga persistente
Perda de massa muscular
Ganho de gordura abdominal
Disfunção erétil
Diminuição de pelos faciais
Osteopenia/osteoporose
Sinais de Alerta
  • Dor súbita no testículo
  • Inchaço testicular intenso
  • Fraqueza súbita
  • Perda de peso rápida
  • Alteração mental aguda
Evolução Natural
Sem tratamento, sinais se agravam com tempo
Complicações Possíveis
Osteoporose Infertilidade Disfunção sexual crônica Densidade óssea baixa Alterações de humor

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Teste de testosterona baixa em dois exames matinais, com sinais clínicos
Exames Laboratoriais
Testosterona total Testosterona livre LH FSH Prolactina
Exames de Imagem
RM hipotalâmica/hipofisária se etiologia central suspeita USG testicular
Diagnóstico Diferencial
  • Tireoide, depressão, obesidade
  • Hyperprolactinemia
  • Enfermidades crônicas
  • Uso de drogas
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; costuma meses entre sintomas e confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Reposição hormonal quando indicado para restaurar bem-estar
Modalidades de Tratamento
1 Reposição de testosterona (quando indicado)
2 Tratamento de causas subjacentes
3 Acompanhamento nutricional
4 Reabilitação física
5 Educação em saúde
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Urologia Ginecologia Nutrição Psicologia
Tempo de Tratamento
Duração depende da etiologia e resposta; monitoramento periódico
Acompanhamento
Consultas semestrais para sintomas, hormônios e densidade óssea

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia; com tratamento adequado há boa qualidade de vida
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Tratamento adequado
  • Adesão ao acompanhamento
  • Correção de causa subjacente
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diagnóstico tardio
  • Doenças graves associadas
  • Obesidade severa
  • Hiperprolactinemia não tratada
Qualidade de Vida
Melhora com manejo adequado, embora possa exigir ajustes de estilo de vida

Prevenção

Prevenção Primária
Não há prevenção universal; prevenir causas secundárias e manter saúde geral
Medidas Preventivas
Gerenciar obesidade
Controlar doenças crônicas
Tratar causas de prolactina elevada
Evitar toxinas
Vacinar-se conforme orientação
Rastreamento
null

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior registro no Sudeste; acesso afeta números

Perguntas Frequentes

1 Hipogonadismo é perigoso?
Pode impactar qualidade de vida; tratamento adequado melhora sintomas.
2 Reposição hormonal é eficaz?
Para muitos, sim; eficácia depende da etiologia e acompanhamento.
3 Qual exame confirma?
Teste de testosterona em dois horários confirmando níveis baixos.
4 Posso prevenir?
Não há prevenção universal; tratar causas subjacentes ajuda.
5 Posso conviver com hipogonadismo?
Sim; com tratamento e estilo de vida saudável, qualidade de vida melhora.

Mitos e Verdades

Mito

reposição hormonal é sempre necessária

Verdade

depende da gravidade e do impacto dos sintomas.

Mito

só afeta homens mais velhos

Verdade

pode ocorrer em jovens com causas congênitas.

Mito

não há tratamento

Verdade

há opções e acompanhamento que ajudam muito.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure endocrinologista ou urologista para avaliação
Especialista Indicado
Endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Dor/aguda no testículo, inchaço acentuado, febre alta
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS 0800-135-201

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.