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E05
CID-10

Hipertireoidismo

hipertireoidismo

Resumo

Hipertireoidismo aumenta hormônios da tireoide; sinais variam; tratamento é eficaz.

Identificação

Código Principal
E05
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hyperthyroidism (ICD-10 E05)
Nome em Inglês
Hyperthyroidism
Outros Nomes
Tireotoxose • Doença de Graves • Hipertireoidismo difuso • Tireotoxicose
Siglas Comuns
HT HIPER

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças Endócrinas, Nutrição e Metabolismo
Categoria Principal
Doenças da tireoide
Subcategoria
Hipertireoidismo
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; hipertireoidismo afeta cerca de 1-2% da populacao adulta.
Prevalência no Brasil
Brasil: dados limitados; estimativas semelhantes a global.
Faixa Etária Principal
Adultos de 20 a 50 anos
Distribuição por Sexo
Mulheres são mais afetadas que homens
Grupos de Risco
Gravidez/parto Hist familia Graves Doença autoimune Amiodarona uso Nódulos tiroideanos
Tendência Temporal
Mantém-se estável com manejo adequado

Etiologia e Causas

Causa Principal
Graves é a causa autoimune mais comum; bócio tóxico pode ocorrer
Mecanismo Fisiopatológico
Anticorpos estimulam receptor de TSH, hormônios tiroideanos aumentam
Fatores de Risco
Gravidez/parto Hist familia Graves Doença autoimune Uso de amiodarona Nódulos tiroideanos Idade jovem
Fatores de Proteção
Acompanhamento médico regular Controle de doenças autoimunes Dieta com iodo adequado Revisão de medicações tirotoxicas
Componente Genético
Predisposição genética com variantes imunes

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Palpitações, tremores e perda de peso com ansiedade
Sintomas Frequentes
Palpitações
Perda de peso
Tremor de mãos
Sudorese
Fadiga
Intolerancia ao calor
Sinais de Alerta
  • Dor no peito repentina
  • Falta de ar grave
  • Confusão
  • Desmaio
  • Taquicardia persistente
Evolução Natural
Sem tratamento, pode piorar com risco cardíaco e ósseo
Complicações Possíveis
Fibrilação atrial Insuficiência cardíaca Osteoporose Taquicardia persistente Crise tireotóxica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
TSH baixo, T4 livre alto; TRAb positivo sugere Graves
Exames Laboratoriais
TSH↓ T4 livre↑ T3 livre↑ TRAb↑ TPOAb↑
Exames de Imagem
Ultrassom tireoide Cintilografia com captação de iodo RM/CT apenas se necessário Doppler em nódulos
Diagnóstico Diferencial
  • Graves com amiodarona
  • Bócio tóxico nodular
  • Tireoidite
  • Hipertireoidismo gestacional
  • Tireotoxicose medicamentosa
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação médica cuidadosa, reduzir sintomas, normalizar hormônios, prevenir complicações
Modalidades de Tratamento
1 Beta-bloqueadores para sintomas
2 Antitireoide (metimazol ou PTU)
3 Iodo radioativo 131
4 Cirurgia tiroideia parcial
5 Acompanhamento nutricional
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Cardiologia Oftalmologia Nutrição Reabilitação
Tempo de Tratamento
Varia conforme etiologia; meses a anos
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses; monitorar TSH e T4; ajustar tratamento

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa com tratamento; controle de hormônios alivia sintomas
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta rápida
  • TSH normalizado
  • Sem complicações cardíacas
  • Adesão ao tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Crise tireotóxica
  • Controle inadequado
  • Graves com exoftalmia grave
  • Idade avançada com comorbidades
Qualidade de Vida
Pode permanecer boa com controle estável dos hormônios

Prevenção

Prevenção Primária
Dificuldade em prevenir todas as causas; manter acompanhamento médico
Medidas Preventivas
Monitorar uso de amiodarona
Ajustar ingestão de iodo
Gerenciar doenças autoimunes
Acompanhamento pré-natal adequado
Educação sobre sinais de alerta
Rastreamento
Avaliações periódicas com TSH/T4 em pessoas de risco

Dados no Brasil

Internações por crise tireotóxica são incomuns
Internações/Ano
Óbitos são raros, muitas vezes por complicações cardíacas
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões Sul e Sudeste com maior acesso diagnóstico

Perguntas Frequentes

1 O hipertireoidismo é sempre grave?
Não; costuma ser gerenciável com tratamento adequado e acompanhamento.
2 Preciso de exames gost ação para confirmar?
Sim; TSH, T4 livre e TRAb ajudam a confirmar o diagnóstico.
3 Gravidez é perigosa com hipertireoidismo?
Pode complicar; acompanhamento próximo evita problemas.
4 Posso viver normalmente sem tratar?
Tratamento é essencial para aliviar sintomas e prevenir complicações.
5 Existem dietas específicas?
Dieta equilibrada, com iodo adequado, ajuda, não substitui tratamento.

Mitos e Verdades

Mito

hipertireoidismo sempre emagrece.

Verdade

pode ocorrer, mas sintomas variam bastante.

Mito

só mulheres adoecem.

Verdade

homens também podem apresentar hipertireoidismo.

Mito

iodo cura tudo.

Verdade

excesso pode piorar alguns casos; avaliação médica necessária.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure endocrinologista ou clínico geral para avaliação
Especialista Indicado
Endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se dor no peito, falta de ar, confusão
Linhas de Apoio
Disque saúde 136 SUS 188 Centro de Informação da Saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.