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dor precordial cid
CID-10

Dor precordial inespecífica

Dor no peito inespecífica

Resumo

Dor no peito tem várias causas; avaliação médica rápida facilita tratamento adequado

Identificação

Código Principal
R07
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor torácica inespecífica (CID-10 R07)
Nome em Inglês
Chest pain, non-specific
Outros Nomes
dor torácica • dor precordial • dor no peito • dor torácica inespecífica • angina falsa
Siglas Comuns
R07 Dtorácica

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Sintomas e sinais
Categoria Principal
Sintomas torácicos
Subcategoria
Dor torácica inespecífica
Tipo de Condição
sintoma
Natureza
variavel
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global de dor torácica é ampla, variando com idade, comorbidades e acesso aos serviços.
Prevalência no Brasil
No Brasil, relatos variam por centro de saúde, com frequência maior em emergências.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade são mais atingidos
Distribuição por Sexo
Proporção equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Doenças cardíacas Hipertensão Tabagismo Dislipidemia Diabetes
Tendência Temporal
Manter estabilidade apesar do envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial, envolvendo cardíacas, respiratórias, musculoesqueléticas e emocionais.
Mecanismo Fisiopatológico
Varia conforme etiologia: isquemia, inflamação, lesões musculares ou vasculares
Fatores de Risco
Idade avançada Tabagismo Hipertensão Dislipidemia Diabetes Sedentarismo
Fatores de Proteção
Controle de fatores cardíacos Cessação do tabagismo Exercício regular Alimentação equilibrada
Componente Genético
Contribuição genética moderada em algumas causas específicas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor ou aperto no peito, sensação de pressão forte
Sintomas Frequentes
Dor irradiada ao ombro ou mandíbula
Dor piora com esforço
Falta de ar
Suor frio
Náusea leve
Desconforto torácico
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa
  • Desmaio
  • Dificuldade respiratória grave
  • Pele fria
  • Sudorese excessiva
Evolução Natural
Progresso depende da causa; várias condições melhoram com avaliação rápida
Complicações Possíveis
Infarto do miocárdio Falência cardíaca Pneumotórax Tromboembolismo pulmonar Pericardite

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Análise clínica, ECG, marcadores cardíacos e exames de imagem conforme suspeita
Exames Laboratoriais
Troponina Hemograma Glicose Perfil lipídico Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
ECG Radiografia de tórax Tomografia/RM se indicado Ultrassom torácico
Diagnóstico Diferencial
  • Angina
  • Pneumonia
  • Costocondrite
  • Dores gastroesofágicas
  • Dissecção aórtica
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias até confirmação, conforme gravidade e etiologia

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação rápida, manejo de dor e definição de etiologia com monitorização
Modalidades de Tratamento
1 Manejo clínico
2 Intervenção conforme etiologia
3 Ajuste de fatores de risco
4 Reabilitação quando indicada
5 Suporte ventilatório se necessário
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Cardiologia Emergência Radiologia Cirurgia torácica
Tempo de Tratamento
Início imediato em emergências; continuidade conforme condição
Acompanhamento
Consultas periódicas, exames de controle e adesão ao tratamento

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da etiologia; muitos episódios são manejáveis com boa evolução
Fatores de Bom Prognóstico
  • Ausência de isquemia grave
  • Resposta rápida ao manejo
  • Boa função respiratória
  • Estabilidade hemodinâmica
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor refratária
  • Isquemia confirmada
  • Comorbidades graves
  • Deterioração rápida
Qualidade de Vida
Pode permanecer alta com manejo adequado e suporte

Prevenção

Prevenção Primária
Estilo de vida saudável, controle de fatores cardíacos e avaliação regular
Medidas Preventivas
Controle pressão
Redução de gorduras saturadas
Atividade física
Parar tabagismo
Manter peso adequado
Rastreamento
Avaliação clínica periódica para detecção precoce de doenças cardíacas

Dados no Brasil

Internações variam por região e gravidade
Internações/Ano
Mortalidade associada moderada quando avaliação é rápida
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões mais urbanizadas costumam ter maior acesso

Perguntas Frequentes

1 Dor torácica sempre é sinal de infarto?
Não; várias causas são menos graves, apenas avaliação médica permite confirmar.
2 Como sei quando ir ao pronto atendimento?
Dor forte que surge de forma súbita ou acompanhada de falta de ar exige avaliação imediata.
3 Preciso de exames invasivos para dor torácica?
Alguns casos pedem exames; decisão depende da gravidade e suspeita clínica.
4 Pode prevenir dor torácica?
Manter hábitos saudáveis e controles médicos reduz risco de causas graves.
5 Qual a melhor forma de lidar no dia a dia?
Monitore sinais, siga orientação médica e relate mudanças de sintomas rapidamente.

Mitos e Verdades

Mito

dor no peito sempre é infarto

Verdade

muitas causas não são cardíacas e apresentam bom prognóstico com diagnóstico correto

Mito

repouso total cura tudo

Verdade

tratamento depende da etiologia; avaliação é essencial

Mito

apenas idosos têm dor no peito

Verdade

adultos jovens com fatores de risco também devem investigar

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento imediato em caso de dor súbita e intensa
Especialista Indicado
Cardiologista ou clínico geral, conforme gravidade
Quando Procurar Emergência
Dor no peito súbita com falta de ar, tontura ou desmaio exige pronto atendimento
Linhas de Apoio
SAMU 192 Central de orientação 24h Prontosocorro local

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.