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dor na coluna cid
CID-10

Dor lombar inespecífica

Dor nas costas sem lesão específica

Resumo

Dor nas costas é comum; movimento adequado, exercícios e orientação clínica ajudam a melhorar.

Identificação

Código Principal
M54.5
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dor lombar inespecífica (lombalgia) segundo CID-10
Nome em Inglês
Low back pain
Outros Nomes
Dorsalgia • Dor lombar comum • Lombalgia não específica • Dor na região lombar
Siglas Comuns
M54.5 LBP Dorsalgia

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema osteomuscular, articular e tecidos conectivos
Categoria Principal
Dor lombar
Subcategoria
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Globalmente, dor lombar atinge grande parte da população durante a vida, com pico na idade adulta.
Prevalência no Brasil
Brasil: dor lombar comum, com alta prevalência em adultos; dados variam por estudo.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade (20-60 anos)
Distribuição por Sexo
Mais comum em adultos, com variação entre sexos conforme causa.
Grupos de Risco
Sedentarismo Obesidade Tabagismo Idade avançada Trabalho repetitivo
Tendência Temporal
Tendência estável ou levemente crescente com envelhecimento populacional.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fatores musculoesqueléticos, degenerativos e mecânicos; gatilhos comuns são esforço e má postura.
Mecanismo Fisiopatológico
Dor surge pela irritação de estruturas da coluna, alterações musculares e desgaste; inflamação local pode ocorrer.
Fatores de Risco
Sedentarismo Obesidade Tabagismo Idade avançada Trabalho repetitivo Lesões anteriores
Fatores de Proteção
Exercício regular Boa postura Uso de calçados adequados Gestão de estresse
Componente Genético
Contribuição genética moderada em lombalgia crônica

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor lombar localizada, às vezes irradiando para nádegas; piora com esforço, alívio com repouso.
Sintomas Frequentes
Dor lombar que aumenta com movimento
Rigidez matinal
Dor irradiada leve
Melhora com repouso
Espaço doloroso ao toque
Fadiga muscular nas costas
Sinais de Alerta
  • Dor súbita após trauma grave
  • Fraqueza progressiva das pernas
  • Incontinência urinária ou fecal
  • Perda de peso não explicada
  • Dor muito intensa com febre
Evolução Natural
Dor pode evoluir com períodos de melhoria e reinício de crises sem tratamento adequado
Complicações Possíveis
Dor crônica persistente Espasmos musculares Redução da mobilidade Dor referida persistente Síndrome facetária crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Anamnese e exame físico ajudam no diagnóstico; vigilância de sinais de alarme para afastar causas graves.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/VS Glicemia se indicado Proteína C reativa Marcadores de inflamação se suspeita
Exames de Imagem
Radiografia lombar RM lombar TC lombar Densitometria óssea se suspeita osteoporose
Diagnóstico Diferencial
  • Dor muscular inespecífica
  • Hérnia de disco radiculopatia
  • Doença renal
  • Fratura vertebral
  • Espondilose
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo médio até diagnóstico varia; frequentemente dias a semanas.

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multimodal: educação, exercícios, modificação de atividades, fisioterapia.
Modalidades de Tratamento
1 Exercícios de alongamento
2 Fisioterapia
3 Analgésicos/anti-inflamatórios quando indicado
4 Calor/frio local
5 Terapias manuais
Especialidades Envolvidas
Clínica Geral Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Medicina do Esporte
Tempo de Tratamento
Duração típica de 4 a 12 semanas, ajustada pela resposta.
Acompanhamento
Retornos regulares inicialmente a cada 4 semanas, depois conforme evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Prognóstico favorável com manejo adequado; dor pode retornar sem prevenção.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa resposta precoce
  • Adesão a exercícios
  • Ausência de alarmes
  • Gravidade inicial leve
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor radicular persistente
  • Lesões crônicas
  • Comorbidades graves
  • Atraso no tratamento
Qualidade de Vida
Impacta atividades diárias, trabalho e lazer, mas melhora com tratamento adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso saudável, atividade física regular; ergometria diária ajuda a prevenir.
Medidas Preventivas
Exercícios de fortalecimento
Alongamento diário
Postura ergonômica
Pausas ativas no trabalho
Carga e levantamento corretos
Rastreamento
Avaliação clínica anual para dor lombar persistente; sinais de alarme devem ser avaliados.

Dados no Brasil

Milhares de internações por lombalgia e complicações associadas.
Internações/Ano
Baixos óbitos relacionados à lombalgia isolada.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em regiões com ocupação manual e menor acesso a tratamento.

Perguntas Frequentes

1 Quais são sinais de alerta na lombalgia?
Dor súbita com fraqueza, perda de controle da bexiga, febre alta ou trauma grave exigem avaliação imediata.
2 Lombalgia pode desaparecer sozinha?
Alguns casos melhoram com atividades leves; porém, orientação médica facilita escolha de tratamento.
3 Qual o papel da fisioterapia?
Fisioterapia fortalece músculos, melhora flexibilidade e reduz riscos de recidiva.
4 É seguro tomar analgésicos?
Uso responsável deve seguir orientação; não use por longos períodos sem supervisão médica.
5 Como prevenir no dia a dia?
Exercícios regulares, boa postura, levantamento adequado e pausas ativas ajudam bastante.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura a lombalgia.

Verdade

movimento suave costuma ajudar na recuperação.

Mito

cirurgia é solução simples.

Verdade

cirurgia é rara e reservada a casos específicos.

Mito

dor lombar sempre aponta doença grave.

Verdade

a maioria reduz com tratamento adequado.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Consultar médico de família ou clínica geral para avaliação inicial.
Especialista Indicado
Ortopedista ou fisiatra
Quando Procurar Emergência
Perda de força, dormência, incontinência, dor repentina muito intensa.
Linhas de Apoio
0800-000-0000 0800-111-2222 Centro de suporte SUS

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.