Dor em Membro Inferior
Dor em perna ou membro inferior
Resumo
Dor na perna pode ter várias causas; procure avaliação para diagnóstico e manejo.
Identificação
- Código Principal
- M79.60
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Pain in limb, unspecified
- Nome em Inglês
- Pain in lower limb
- Outros Nomes
- Dor no membro inferior • Dor na perna • Dor do membro inferior • Dor crural • Dor de membros inferiores
- Siglas Comuns
- DMI DPMI LIM-PI
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XIII - Doenças do aparelho musculoesquelético
- Categoria Principal
- Dor musculoesquelética
- Subcategoria
- Dor no membro inferior
- Tipo de Condição
- sintoma
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência global de dor em membros inferiores varia; muitos casos são crônicos
- Prevalência no Brasil
- Dados nacionais limitados; varia com acesso à saúde
- Faixa Etária Principal
- Adultos acima de 40 anos
- Distribuição por Sexo
- Predomínio próximo entre sexos; leve favorecimento feminino
- Grupos de Risco
- idade avançada obesidade sedentarismo diabetes fatores ocupacionais
- Tendência Temporal
- Aumenta com envelhecimento; sedentarismo gera novas demandas
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Origem multifatorial envolvendo dor nociceptiva, neuropática, inflamatória e vascular
- Mecanismo Fisiopatológico
- Nociceptores ativados por dano tecidual, com inflamação e alterações nervosas
- Fatores de Risco
- idade avançada obesidade sedentarismo tabagismo diabetes hipertensão
- Fatores de Proteção
- atividade física regular peso adequado bom alongamento gestão de fatores de risco
- Componente Genético
- Possível predisposição em algumas dores crônicas; traço complexo
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor persistente na perna ou panturrilha, pior com atividade
- Sintomas Frequentes
-
dor ao caminharformigamentodormênciasensibilidade ao toqueedema leverigidez matinal
- Sinais de Alerta
-
- dor súbita com edema intenso
- perda de pulso distal
- fraqueza súbita
- dor que não cede com analgésicos
- febre alta com calafrios
- Evolução Natural
- Sem tratamento, pode progredir para dor crônica e limitação funcional
- Complicações Possíveis
- limitação funcional dor crônica dependência de analgésicos queda da qualidade de vida úlcera por imobilidade
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Anamnese detalhada, exame físico e apoio de exames laboratoriais e de imagem
- Exames Laboratoriais
- PCR/HS-CRP Glicemia Perfil lipídico Hemograma TSH
- Exames de Imagem
- Ultrassom Doppler de membros Ressonância magnética Raio-X quando indicado Tomografia pode apoiar
- Diagnóstico Diferencial
-
- Artrite reumatoide
- Neuropatia diabética
- Claudicação intermitente
- Trombose venosa profunda
- Fratura oculta
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Depende da etiologia; pode levar semanas a meses
Tratamento
- Abordagem Geral
- Alívio da dor, restauração de função e qualidade de vida com abordagem multidisciplinar
- Modalidades de Tratamento
-
1 Conservador2 Fisioterapia3 Medicamentos conforme diagnóstico4 Cirurgia quando necessário5 Infiltrações
- Especialidades Envolvidas
- Angiologia Ortopedia Neurologia Fisioterapia Reumatologia
- Tempo de Tratamento
- Varia conforme etiologia; pode exigir meses
- Acompanhamento
- Consultas de retorno a cada 4-8 semanas conforme evolução
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Varia conforme causa; dor bem tratada tende a melhorar função
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- diagnóstico precoce
- engajamento no tratamento
- controle de fatores de risco
- reabilitação adequada
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- adoecimento prolongado
- falta de adesão
- dor refratária
- comorbidades graves
- Qualidade de Vida
- Pode melhorar com tratamento adequado; foco na funcionalidade diária
Prevenção
- Prevenção Primária
- Manter peso saudável, exercitar-se regularmente, postura correta e controle de fatores de risco
- Medidas Preventivas
-
atividade físicafisioterapia posturalcontrole glicêmicoparar tabagismoalimentação balanceada
- Rastreamento
- Avaliação de fatores de risco periodicamente
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
Descanso total é necessário para dor crônica.
Atividade moderada costuma trazer melhora, não piora a dor.
Qualquer dor indica lesão grave.
Nem toda dor aponta lesão séria; várias causas são benignas.
Remédios fortes resolvem tudo.
Tratamento eficaz depende de diagnóstico correto e abordagem multidisciplinar.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure atendimento médico se dor persistente superior a 2 semanas
- Especialista Indicado
- Ortopedista ou Reumatologista
- Quando Procurar Emergência
- Dor súbita com edema intenso, perda de função, febre alta.
- Linhas de Apoio
- 136 SUS 188 CVV 0800-135-0000
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Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.