contato@nztbr.com
diabetes cid
CID-10

Diabetes mellitus tipo 2

Diabetes tipo 2

Resumo

Diabetes tipo 2 ocorre quando o corpo não usa bem a insulina; comer bem, mexer o corpo e tomar remédios ajudam.

Identificação

Código Principal
E11
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Diabetes mellitus tipo 2, nomenclatura OMS
Nome em Inglês
Diabetes mellitus type 2
Outros Nomes
DM2 • Diabetes tipo 2 • Diabetes adulta • DM tipo 2 • T2D
Siglas Comuns
DM2 T2D DMT2

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças Endócrinas, Nutricionais e Metabólicas
Categoria Principal
Doenças endócrinas e metabólicas
Subcategoria
Diabetes mellitus tipo 2
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global de ~9,3% em adultos, com variações regionais por idade e etnia
Prevalência no Brasil
Brasil com alta prevalência; estimativas próximas de 8-9% em adultos
Faixa Etária Principal
Adultos >40 anos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres afetados de forma similar conforme idade
Grupos de Risco
Obesidade Inatividade física Histórico familiar Idade >45 Etnia de risco
Tendência Temporal
Aumento gradual da prevalência global, com crescimento acentuado em certos países

Etiologia e Causas

Causa Principal
Multifatorial: resistência à insulina com deficiência relativa de insulina
Mecanismo Fisiopatológico
Resistência à insulina com deficiência relativa de secreção de insulina, levando à hiperglicemia
Fatores de Risco
Obesidade Inatividade física Histórico familiar Idade avançada Etnia de risco Hipertensão
Fatores de Proteção
Alimentação equilibrada Exercício regular Controle de peso Não fumar
Componente Genético
Herança multifatorial com maior risco em certas etnias

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Sede excessiva com fadiga persistente
Sintomas Frequentes
Poliúria
Perda de peso inexplicada
Visão turva
Cansaço
Infecções recorrentes
Feridas de cicatrização lenta
Sinais de Alerta
  • Dor no peito ou falha respiratória
  • Visão muito turva repentina
  • Feridas que não cicatrizam
  • Hálito cetônico
  • Confusão aguda
Evolução Natural
Sem tratamento evolui com hiperglicemia crônica e complicações
Complicações Possíveis
Retinopatia diabética Neuropatia Nefropatia Doença arterial periférica Doença cardiovascular

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Glicemia jejum ≥126 mg/dL ou HbA1c ≥6,5% ou glicose casual ≥200 mg/dL com sintomas
Exames Laboratoriais
Glicose de jejum HbA1c Glicose pós-prandial Perfil lipídico Função renal
Exames de Imagem
Ultrassom abdômen (fígado gordo) Exames oculares quando indicado Risco de complicações
Diagnóstico Diferencial
  • Hiperglicemia por corticoides
  • Diabetes gestacional
  • HIPERGLICEMIA transitória
  • Resistência à insulina secundária
  • Outras causas metabólicas
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; pode demorar meses a anos

Tratamento

Abordagem Geral
Controle glicêmico via alimentação, atividade física e medicações conforme metas individualizadas
Modalidades de Tratamento
1 Mudanças de estilo de vida
2 Medicação oral/insulina
3 Monitorização glicêmica
4 Educação terapêutica
5 Tratamento de complicações
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Nutrição Clínica geral Enfermagem Educação em saúde
Tempo de Tratamento
Duração prolongada, acompanhamento vitalício
Acompanhamento
Consultas trimestrais; ajuste conforme glicose, peso e pressão

Prognóstico

Prognóstico Geral
Gestão eficaz mantém qualidade de vida e reduz complicações
Fatores de Bom Prognóstico
  • Bom controle glicêmico
  • Peso estável
  • Hipertensão controlada
  • Acesso a tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • HbA1c persistente alto
  • Neuropatia avançada
  • Nefropatia
  • Doença cardiovascular
Qualidade de Vida
Melhor com adesão a plano terapêutico e estilo de vida saudável

Prevenção

Prevenção Primária
Peso adequado, alimentação balanceada, atividade física regular e evitar tabaco
Medidas Preventivas
Dieta rica em fibras
Exercício diário
Controle de peso
Monitoramento de glicose
Educação em saúde
Rastreamento
Exames anuais para retinopatia, nefropatia e neuropatia

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste/Sul com maior carga; crescimento no Norte/Nordeste

Perguntas Frequentes

1 Diabetes tipo 2 pode ser curada?
Não existe cura garantida, mas controle é possível com estilo de vida e tratamento.
2 Preciso de exames frequentes para DM2?
Sim; acompanhamento regular ajuda a prevenir complicações e ajustar tratamento.
3 Posso ficar sem medicamentos?
Alguns casos com mudança de estilo de vida e peso podem reduzir a necessidade.
4 DM2 afeta a pele ou feridas?
Feridas demoram a cicatrizar; higiene adequada ajuda a diminuir complicações.
5 A dieta resolve tudo?
Dieta balanceada é útil, mas gestão envolve atividade, sono, estresse e medicação.

Mitos e Verdades

Mito

culpa da gula explica DM2.

Verdade

Vários fatores genéticos, ambientais e de comportamento influenciam.

Mito

apenas idosos ficam com DM2.

Verdade

Pode ocorrer em adultos jovens também; idade é fator de risco.

Mito

DI é sempre rápida e dolorosa.

Verdade

Diabetes pode ser silencioso; teste é essencial.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Dirija-se à unidade básica de saúde para avaliação inicial
Especialista Indicado
Endocrinologista ou clínico geral
Quando Procurar Emergência
Dor no peito, visão turva súbita, confusão, cetose; procure socorro
Linhas de Apoio
SUS Central 136 Diabetes Brasil 0800-000-1111 SAMU 192

CIDs Relacionados

E10 E11 E12 E14 Z79.4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.