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climaterio cid
CID-10

Síndrome climacteriana

Climaterio e menopausa

Resumo

Climaterio é fase de transição hormonal; sintomas comuns incluem ondas de calor, sono ruim e mudanças de humor.

Identificação

Código Principal
N95.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Climacteric disorder, ICD-10 N95.1
Nome em Inglês
Climacteric disorder
Outros Nomes
Síndrome climacteriana • Climaterio • Transtorno climacteriano • Menopausa
Siglas Comuns
N95.1 CC Climaterio

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIV - Doenças do aparelho geniturinário
Categoria Principal
Transtornos do climaterio
Subcategoria
Transtorno climacteriano
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: menopausa entre 45 e 55 anos, variações regionais.
Prevalência no Brasil
Brasil: menopausa tipicamente entre 45 e 55 anos, com variação regional.
Faixa Etária Principal
45-55 anos
Distribuição por Sexo
Feminino, em maioria
Grupos de Risco
Mulheres na perimenopausa História familiar de climacterio Tabagismo Sedentarismo Baixo consumo de cálcio
Tendência Temporal
Aumenta com envelhecimento da população; foco em qualidade de vida.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Declínio ovariano com queda de estrogênio, motor principal da transição climacteriana.
Mecanismo Fisiopatológico
Redução de estrogênio altera regulação térmica, óssea, metabólica e neural.
Fatores de Risco
Historia familiar Tabagismo Baixo IMC Sedentarismo Estresse crônico
Fatores de Proteção
Exercício regular Dieta rica em cálcio Vitamina D adequada Gestão de peso
Componente Genético
Contribuição genética moderada para tempo de início e gravidade da transição.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Ondas de calor com sudorese noturna
Sintomas Frequentes
Ondas de calor
Insônia
Secura vaginal
Mudanças de humor
Fadiga
Perda de massa óssea
Sinais de Alerta
  • Sangramento vaginal anormal
  • Dor abdominal aguda
  • Desmaio ou confusão súbita
  • Febre alta com calafrios
  • Perda de peso inexplicada
Evolução Natural
Sem tratamento, sintomas persistem com variações ao longo de anos.
Complicações Possíveis
Osteoporose/fraturas Doença cardiovascular Atrofia vaginal Distúrbios do sono Queda de massa muscular

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica de sintomas; hormônios reservados a indicação; excluir outras causas.
Exames Laboratoriais
FSH alto Estradiol baixo LH elevado TSH para excluir tireóide Vitamina D
Exames de Imagem
Densitometria óssea Ultrassom transvaginal RM quando indicado Ultrassom abdominal
Diagnóstico Diferencial
  • Hipotireoidismo
  • Depressão
  • Distúrbios do sono
  • Anemia crônica
  • Uso de antidepressivos
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente semanas a meses com avaliação clínica

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento multidisciplinar para alívio de sintomas, prevenção óssea e bem-estar geral.
Modalidades de Tratamento
1 Terapia hormonal sob avaliação médica
2 Terapias não hormonais para calor
3 Suplementação de cálcio e vitamina D
4 Exercícios físicos
5 Terapias psicossociais
Especialidades Envolvidas
Ginecologia Endocrinologia Nutrição Fisioterapia pélvica Psicologia
Tempo de Tratamento
Duração personalizada; reavaliação anual
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 6-12 meses; monitorar densidade óssea e risco cardiovascular.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva favorável com manejo adequado; melhoria da qualidade de vida.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Atividade física
  • Dieta rica em cálcio
  • Controle de peso
Fatores de Mau Prognóstico
  • Tabagismo
  • Sedentarismo
  • Hipertensão não tratada
  • Consumo excessivo de álcool
Qualidade de Vida
Melhora com manejo adequado; sono, humor e exercícios fortalecem bem-estar.

Prevenção

Prevenção Primária
Estilo de vida saudável, prática regular de exercícios, dieta rica em cálcio e vitamina D, sem fumo.
Medidas Preventivas
Exercício físico
Dieta com cálcio
Vitamina D
Hidratação
Sono adequado
Rastreamento
Densitometria óssea conforme idade e risco; monitoramento cardiovascular conforme perfil.

Dados no Brasil

Varia regional; média baixa de hospitalizações por climaterio.
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada; depende de comorbidades.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior acesso em capitais; menor em áreas remotas.

Perguntas Frequentes

1 O climaterio é uma doença?
Não; é fase natural da vida que pode exigir manejo para sintomas.
2 A reposição hormonal é segura?
Pode ser adequada para muitos, com avaliação de riscos e duração.
3 Como saber se preciso de exames?
Avaliação clínica orienta exames; dúvidas são esclarecidas pelo médico.
4 É possível prevenir?
Adotar estilo de vida saudável reduz sintomas e complicações.
5 Quais são dicas do dia a dia?
Pratique atividade física, sono regular, alimentação equilibrada, hidratação.

Mitos e Verdades

Mito

climaterio é doença.

Verdade

é fase natural; manejo melhora bem-estar.

Mito

reposição hormonal causa câncer.

Verdade

pode ser segura em perfis apropriados; avaliação necessária.

Mito

apenas mulheres mais velhas passam.

Verdade

começa na perimenopausa, 40s a 50s.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou ginecologista; iniciar com avaliação clínica.
Especialista Indicado
Ginecologista ou endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Sangramento intenso, dor aguda, desmaio ou confusão devem procurar atendimento.
Linhas de Apoio
SUS 136 Central de apoio à mulher 0800-000-0000

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N95.1

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.