contato@nztbr.com
cideo
CID-11

Condição hipotética associada ao código CID cideo

Condição cideo

Resumo

Condição hipotética com fadiga e dor generalizada; exige cuidado multidisciplinar.

Identificação

Código Principal
cideo
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Nomenclatura OMS hipotética para fins educativos
Nome em Inglês
Hypothetical CID CIDEO syndrome
Outros Nomes
Condição cideo • CID cideo • Síndrome cideo • Doença cideo • Condição hipotética
Siglas Comuns
CID-CIDEO CIDEO CIDC

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Síndromes hipotéticas
Categoria Principal
Síndromes funcionais
Subcategoria
Tipo de Condição
sindrome
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais hipotéticas; não há dados oficiais para CID cideo.
Prevalência no Brasil
Sem dados oficiais no Brasil (hipotética)
Faixa Etária Principal
Adultos 18-65
Distribuição por Sexo
Proporção não definida
Grupos de Risco
População geral Indivíduos com baixa renda Trabalhadores da saúde Moradores de áreas urbanas Portadores de comorbidades leves
Tendência Temporal
Estável, a ser verificada com novos estudos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem hipotética ligada a fatores sociais e ambientais
Mecanismo Fisiopatológico
Processo inflamatório leve com disfunção imune transitória
Fatores de Risco
Idade avançada Baixa escolaridade Acesso limitado à saúde Vulnerabilidade econômica Poluição urbana Sedentarismo
Fatores de Proteção
Acesso adequado à saúde Redes de apoio familiar Educação em saúde Ambiente saudável
Componente Genético
Possível predisposição rara; nenhuma herança definida

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fadiga inespecífica com dor difusa
Sintomas Frequentes
Cansaço persistente
Dor difusa
Dificuldade de concentração
Distúrbios do sono
Alterações de humor
cefaleias leves
Sinais de Alerta
  • Dor torácica súbita de piora
  • Perda de peso não explicada
  • Fraqueza progressiva
  • Confusão súbita
  • Febre alta persistente
Evolução Natural
Sem intervenção, sintomas variam; melhora com suporte adequado
Complicações Possíveis
Fibromialgia secundária Síndrome de fadiga crônica Depressão Insônia crônica Redução da capacidade funcional

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com exclusão de causas orgânicas
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Proteína C reativa Função tireoide Perfil metabólico
Exames de Imagem
Ultrassom rápido Raio-X simples RM parcial quando indicado TC conforme necessidade
Diagnóstico Diferencial
  • Depressão
  • Distúrbio de ansiedade
  • Fibromialgia
  • Síndrome da fadiga crônica
  • Doença somatoform
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia de semanas a meses; depende de acesso ao cuidado

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar visando alívio de sintomas e melhoria da função
Modalidades de Tratamento
1 Intervenções não farmacológicas
2 Tratamento sintomático
3 Apoio psicossocial
4 Exercício leve
5 Sono saudável
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Reumatologista Fisioterapeuta Psiquiatra Nutricionista
Tempo de Tratamento
Longo; acompanhamento contínuo
Acompanhamento
Consultas regulares e ajuste de estratégias

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva favorável com manejo integrado e rede de apoio
Fatores de Bom Prognóstico
  • Rede de apoio
  • Acesso a cuidados
  • Baixa gravidade
  • Adesão ao tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Multimorbidade
  • Isolamento social
  • Depressão não tratada
  • Não adesão ao plano
Qualidade de Vida
Pode melhorar com tratamento e suporte

Prevenção

Prevenção Primária
Hábitos saudáveis e acesso a serviços primários de saúde
Medidas Preventivas
Alimentação balanceada
Atividade física regular
Sono adequado
Gestão do estresse
Redução de poluição
Rastreamento
null

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Brasil inteiro, cenário hipotético para educação em saúde pública

CIDs Relacionados

CID cideo CID hipotético 1 CID hipotético 2 CID hipotético 3 CID hipotético 4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.