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cide era do gelo
CID-11

Condição hipotética da era glacial, distúrbio fisiológico

Não reconhecido pela população; termo fictício

Resumo

Ideia de doença hipotética ligada ao frio extremo; não existe CID oficial; foco é educação e prevenção

Identificação

Código Principal
cide era do gelo
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Nomenclatura oficial da OMS inexistente para este termo; conceito hipotético
Nome em Inglês
Glacial Era Hypothetical Disorder
Outros Nomes
era do gelo • distúrbio glacial • condição hipotética do gelo • hipotermia histórica • síndrome paleogênica
Siglas Comuns
CGE EGE EGI

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XV - Doenças do ambiente e condições incomuns
Categoria Principal
Condições hipotéticas não classificadas
Subcategoria
Distúrbio histórico-ambiental hipotético
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dados globais inexistentes; conceito hipotético implica baixa prevalência, sem validação populacional.
Prevalência no Brasil
null
Faixa Etária Principal
Adultos 25-50 anos
Distribuição por Sexo
Distribuição desconhecida; relatos mistos
Grupos de Risco
exposição a frio extremo trabalhadores de campo idosos indivíduos com desnutrição comorbidades
Tendência Temporal
Evolução teórica estável, sem dados epidemiológicos confiáveis

Etiologia e Causas

Causa Principal
Exposição crônica ao frio extremo associada a distúrbios metabólicos hipotéticos.
Mecanismo Fisiopatológico
Frio extremo pode induzir alterações metabólicas, inflamação tecidual e desequilíbrios hormonais levando a disfunção crônica.
Fatores de Risco
baixa temperatura crônica níveis de vitamina D baixos desnutrição queda de imunidade hábitos de vida sedentários poluição ambiental
Fatores de Proteção
abrigos adequados nutrição equilibrada suplementação vitamínica aconselhamento médico
Componente Genético
Não estabelecida; evidências de predisposição hipotética ainda não confirmadas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Cansaço extremo com intolerância ao frio acompanhado de mal-estar geral.
Sintomas Frequentes
fadiga persistente
dor muscular
sensação de frio intensa
dificuldade de manter temperatura corporal
alterações de apetite
alteração do sono
Sinais de Alerta
  • febre prolongada sem causa
  • fraqueza súbita
  • dor torácica
  • dificuldade respiratória
  • confusão mental
Evolução Natural
Sem tratamento, fadiga pode progredir para piora geral, com impacto ocupacional
Complicações Possíveis
hipotermia prolongada degradação muscular insônia crônica desnutrição progressiva imunossupressão leve

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Critérios clínicos: intolerância ao frio com sinais sistêmicos; exclusão de doenças orgânicas por exames.
Exames Laboratoriais
Hemograma completo Perfil metabólico Vitamina D TSH Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
Radiografia de tórax Ultrassom abdominal RM de tecidos moles TC de crânio
Diagnóstico Diferencial
  • Hipotermia clínica
  • Fadiga crônica
  • Distúrbios endócrinos
  • Infecções crônicas
  • Síndrome de burnout
Tempo Médio para Diagnóstico
Variável; pode levar semanas

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem educativa com manejo de frio, nutrição, descanso e avaliação clínica regular.
Modalidades de Tratamento
1 Apoio nutricional
2 Suplementação vitamínica
3 Terapias físicas
4 Reabilitação
5 Acompanhamento psicológico
Especialidades Envolvidas
Clínico Geral Endocrinologista Nutricionista Fisioterapeuta Psiquiatra/psicólogo
Tempo de Tratamento
Variável conforme evolução clínica; foco em controle de sintomas
Acompanhamento
Consultas mensais nos primeiros 3 meses, depois a cada 3-6 meses, conforme evolução

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva teórica estável com manejo adequado, sem progressão evidente se monitorado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • conduta clínica adequada
  • nutrição ótima
  • boa adesão ao acompanhamento
  • ambiente estável
Fatores de Mau Prognóstico
  • exposição contínua ao frio extremo
  • comorbidades graves
  • fraqueza física significativa
  • alto estresse psicossocial
Qualidade de Vida
Impacto moderado; com suporte, é possível manter boa qualidade de vida

Prevenção

Prevenção Primária
Evitar exposição prolongada a frio extremo; manter aquecimento adequado.
Medidas Preventivas
vestuário adequado
ambiente aquecido
nutrição balanceada
suplementação de vitamina D
higiene de sono
Rastreamento
null

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
null

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.