Síndrome da Era do Gelo
Síndrome Gelada da Era do Gelo
Resumo
Condição imaginária de frio persistente; manejo envolve aquecimento, nutrição e reabilitação.
Identificação
- Código Principal
- CIDE-ICE-0001
- Versão CID
- CID-11
- Nome Oficial
- Síndrome fictícia da Era Glacial, nomenclatura educativa, não reconhecida pela OMS
- Nome em Inglês
- Ice Age Syndrome
- Outros Nomes
- Era do Gelo • Síndrome Gelada • Glacial Syndrome • Frio Crônico Fantástico • Ice Age Variant
- Siglas Comuns
- SIG-EG IGS ICE-S
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XX - Doenças não classificadas fictícias
- Categoria Principal
- Grupo de síndromes raras e não definidas
- Subcategoria
- Síndrome de origem ambiental
- Tipo de Condição
- sindrome
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- variavel
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Estimativa muito rara; menos de 1000 casos globais descritos.
- Prevalência no Brasil
- Não disponível
- Faixa Etária Principal
- Adultos jovens a idosos
- Distribuição por Sexo
- Distribuição equilibrada entre sexos
- Grupos de Risco
- População exposta a ambientes frios Pacientes com vitamina D baixa Estilode vida sedentário Doenças autoimunes simuladas Exposição ocupacional ao frio
- Tendência Temporal
- Tendência estável com poucas notificações fictícias.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Exposição prolongada a frio extremo associada a fatores genéticos simulados
- Mecanismo Fisiopatológico
- Interação entre resposta imune, adaptação metabólica e exposição fria, gerando inflamação e alterações hormonais
- Fatores de Risco
- Exposição ocupacional ao frio Baixo peso corporal Deficiências nutricionais Doenças autoimunes fictícias Atividade física reduzida Vitamina D baixa
- Fatores de Proteção
- Roupas adequadas Nutrição balanceada Exercício regular Apoio social
- Componente Genético
- Contribuição genética hipotética com herança poligênica simulada.
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Sensação contínua de frio intenso com fadiga
- Sintomas Frequentes
-
Frio constanteDor muscular difusaFadiga persistenteDificuldade para aquecerAlterações de humor levesRedução da tolerância ao esforço
- Sinais de Alerta
-
- Dor torácica súbita
- Confusão mental
- Disnea intensa
- Sinais de hipotermia
- Dor no peito com febre
- Evolução Natural
- Pode progredir lentamente sem tratamento, com piora da tolerância ao frio
- Complicações Possíveis
- Hipotermia induzida Síndrome de fadiga crônica Dor musculoesquelética persistente Distúrbios do sono Alterações de humor
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Avaliação clínica com histórico de exposição ao frio e exclusão de causas conhecidas
- Exames Laboratoriais
- Hemograma completo Perfil metabólico Vitamina D Função tiroideia Marcadores inflamatórios
- Exames de Imagem
- Radiografia simples RM de tecidos moles Ultrassom regional TC conforme necessidade
- Diagnóstico Diferencial
-
- Hipotermia verdadeira
- Fadiga crônica
- Distúrbios do sono
- Distúrbios metabólicos
- Distúrbios psicológicos
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Varia de meses a anos
Tratamento
- Abordagem Geral
- Educação, aquecimento gradual, reabilitação e nutrição adequada.
- Modalidades de Tratamento
-
1 Terapia de aquecimento gradual2 Exercícios de condicionamento físico3 Reabilitação respiratória4 Planejamento nutricional5 Apoio psicológico
- Especialidades Envolvidas
- Clínico Geral Fisioterapeuta Nutricionista Psicólogo Médico do Trabalho
- Tempo de Tratamento
- Duração prolongada, meses a anos com ajuste
- Acompanhamento
- Consultas regulares a cada 3-6 meses, monitoramento de sintomas e qualidade de vida
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Geralmente estável com manejo; sem tratamento, pode haver queda na qualidade de vida
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Boa adesão ao aquecimento
- Estado nutricional adequado
- Reabilitação eficaz
- Acompanhamento regular
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Exposição prolongada ao frio
- Comorbidades graves
- Desistência de tratamento
- Ausência de suporte médico
- Qualidade de Vida
- Pode manter boa qualidade de vida com tratamento e adesão
Prevenção
- Prevenção Primária
- Evitar exposição prolongada ao frio; vestir roupas adequadas e manter alimentação balanceada
- Medidas Preventivas
-
Roupas adequadasVitamina D conforme orientaçãoExposição ao frio controladaNutrição equilibradaHidratação
- Rastreamento
- Não há rastreamento de rotina; avaliação clínica quando surgem sintomas
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
frio externo cura rapidamente
não há cura rápida; controle é o objetivo
apenas idosos são afetados
jovens também podem ser atingidos
doença é contagiosa
não é contagiosa
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Consulte médico de família para avaliação inicial
- Especialista Indicado
- Clínico Geral
- Quando Procurar Emergência
- Sinais de gravidade: confusão, falta de ar, dor torácica; procure pronto atendimento
- Linhas de Apoio
- Ligue 136 SUS Central Linha de Apoio ao Paciente
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.