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cida lanches
CID-11

Distúrbio alimentar por lanches

Lanche compulsivo

Resumo

Distúrbio fictício de lanches avalia hábitos.

Identificação

Código Principal
Z99.9
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Condição de comportamento alimentar relacionado ao consumo de lanches (classificação hipotética para educação pública)
Nome em Inglês
Snack Binge Disorder
Outros Nomes
Transtorno do lanche • Lanche excessivo • Ingestão compulsiva de snacks • Snack binge
Siglas Comuns
DL TDL LB

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Doenças nutricionais em adultos
Categoria Principal
Doenças da nutrição
Subcategoria
Distúrbios alimentares específicos
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam variação conforme hábitos e acesso.
Prevalência no Brasil
Dados oficiais ausentes; variações regionais.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia idade
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em mulheres
Grupos de Risco
Adolescentes expostos a snacks Adultos com rotina de fast-food Consumidores de ultraprocessados Trabalhadores sob estresse Famílias com lanches disponíveis
Tendência Temporal
Aumento discreto nos últimos anos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial envolvendo hábitos, ambiente e predisposição genética.
Mecanismo Fisiopatológico
Disfunção entre recompensa, fome e controle de impulsos
Fatores de Risco
Desemprego/baixa renda Sedentarismo Ansiedade Transtornos alimentares Falta de sono
Fatores de Proteção
Educação nutricional Ambiente de apoio Rotina estável Atividade física regular
Componente Genético
Contribuição genética moderada para impulsividade

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Episódios de consumo rápido de lanches com sensação de perda de controle
Sintomas Frequentes
Queda de controle
Culpa após episódio
Aumento de peso gradual
Ansiedade antes do episódio
Rotina diária de snacks
Sinais de Alerta
  • Perda de peso abrupta
  • Excesso de vômitos
  • Dor torácica persistente
  • Desmaio
  • Sinais de risco suicida
Evolução Natural
Sem tratamento, pode evoluir para obesidade e hiperlipidemia
Complicações Possíveis
Obesidade Hipertensão Diabetes Distúrbios do sono Problemas articulares

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Critérios comportamentais de episódios repetidos com controle prejudicado
Exames Laboratoriais
HbA1c Glicose jejum Perfil lipídico TSH Vitamina D
Exames de Imagem
Ultrassom abdominal Densitometria RX de tórax se obesidade
Diagnóstico Diferencial
  • Transtornos da alimentação
  • Obesidade por dieta inadequada
  • Compulsão não específica
  • Ansiedade alimentar
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses a anos conforme acesso a serviços

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem integrada que une alimentação, apoio psicológico e educação em saúde
Modalidades de Tratamento
1 Terapia cognitivo-comportamental
2 Educação nutricional
3 Apoio psicossocial
4 Mindfulness
5 Planejamento alimentar
Especialidades Envolvidas
Nutricionista Psiquiatra Psicólogo Endocrinologista Médico de família
Tempo de Tratamento
Varia entre semanas e meses
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 4–12 semanas

Prognóstico

Prognóstico Geral
Pode melhorar com tratamento; adesão é chave
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Apoio familiar
  • Intervenção precoce
  • Baixa comorbidade
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diagnóstico tardio
  • Comorbidades
  • Falta de suporte
  • Gravidade elevada
Qualidade de Vida
Melhora com tratamento; impacto reduzido

Prevenção

Prevenção Primária
Educação sobre alimentação equilibrada e limites de lanches
Medidas Preventivas
Rotina de refeições
Redução de ultraprocessados
Ambiente de apoio
Atividade física
Sono regular
Rastreamento
Questionários de hábitos em consultas regulares

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais snacks em capitais; variações regionais

Perguntas Frequentes

1 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica com entrevistas e questionários.
2 Distúrbio perigoso?
Pode levar a saúde comprometida; tratamento ajuda.
3 Quais tratamentos funcionam?
Terapia comportamental e orientação nutricional.
4 É evitável com dieta?
Educação alimentar e hábitos reduzem risco.
5 Como lidar no dia a dia?
Planejamento, apoio e metas realistas.

Mitos e Verdades

Mito

é só fome.

Verdade

Fatores ambientais e emocionais influenciam o comportamento.

Mito

só adolescentes.

Verdade

Pode começar na juventude; hábitos moldam.

Mito

comer menos resolve.

Verdade

Trocas de hábitos e apoio são necessários.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure nutricionista e psicólogo; comece na UBS
Especialista Indicado
Nutricionista de comportamento alimentar
Quando Procurar Emergência
Dor torácica, desmaio ou confusão requerem atendimento
Linhas de Apoio
SUS CVV 188 Centro de saúde

CIDs Relacionados

Z63.5 K70.9 F50.9 E66.9 R63.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.