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cid z14
CID-10

Conselhamento genético de risco

Avaliação de risco genético

Resumo

Resumo simples: avaliar risco genético familiar com orientação e planejamento.

Identificação

Código Principal
Z14
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Conselhamento genético para avaliação de riscos de doenças
Nome em Inglês
Genetic Counseling
Outros Nomes
Conselhamento genético • Risco familiar • Teste hereditário
Siglas Comuns
CG GR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo Z - Fatores de risco genéticos e aconselhamento
Categoria Principal
Conselhamento genético e risco familiar
Subcategoria
Risco hereditário familiar
Tipo de Condição
fator_influencia
Natureza
outra
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam por genes; não há uma prevalência única.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; uso clínico varia entre regiões.
Faixa Etária Principal
Adultos com histórico familiar
Distribuição por Sexo
Não se aplica; depende do gene
Grupos de Risco
Histórico familiar de doenças genéticas Mutação genética conhecida Casos com consanguinidade Idade parental relevante Portadores de fatores genéticos
Tendência Temporal
Tendência estável com maior acesso a aconselhamento; avanços em genética ampliam detecção

Etiologia e Causas

Causa Principal
Herança multifatorial e variações gênicas que elevam risco
Mecanismo Fisiopatológico
Mutação ou variação que altera função celular, elevando probabilidade de doença
Fatores de Risco
Histórico familiar de doenças Mutação genética conhecida Consanguinidade Idade parental acima de 35 Ambiente que modula genes Ascendência com mutações comuns
Fatores de Proteção
Aconselhamento genético Teste pré-natal com interpretação Acesso precoce a informação Triagem familiar em cascata
Componente Genético
Herança dominante, recessiva ou multifatorial, com penetrância variável

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Avaliação de risco sem sintoma clínico marcante
Sintomas Frequentes
Ausência de sintomas iniciais
História familiar relevante
Resultados de teste genético alterados
Triagem clínica positiva
Expressão variável entre indivíduos
Fenótipo indireto
Sinais de Alerta
  • Febre persistente com fraqueza
  • Dor súbita ou paresia
  • Confusão súbita
  • Sangramento anormal
  • Sinais de doença grave
Evolução Natural
Pode permanecer estável na ausência de doença; risco permanece ao longo da vida
Complicações Possíveis
Ansiedade por risco Gestão familiar inadequada Decisões de reprodução complexas Carga emocional Custos de testes

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Diagnóstico baseado em história familiar, teste genético e avaliação clínica integrada
Exames Laboratoriais
Teste genético Painel multigênico Sequenciamento Análise de penetrância Confirmação familiar
Exames de Imagem
Não obrigatório para avaliação inicial Ultrassom quando indicado TC/ RM conforme necessidade Imagens para doença associada
Diagnóstico Diferencial
  • Doença não genética
  • Erro laboratorial
  • Condição não herdada
  • Fenótipo semelhante sem herança
  • Resultados ambíguos
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses a anos dependendo de histórico e acesso a testes

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem centrada em informação, planejamento familiar e vigilância clínica sem medicação
Modalidades de Tratamento
1 Aconselhamento genético
2 Teste preconcepcional
3 Acompanhamento familiar
4 Gestão de risco
5 Suporte psicossocial
Especialidades Envolvidas
Genética clínica Medicina de família Genômica Aconselhamento psicológico Política de saúde
Tempo de Tratamento
Indeterminado; depende de decisão familiar e resultados
Acompanhamento
Consultas periódicas de avaliação de risco e atualização de testes conforme necessidade

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com gene; muitos cenários estáveis com vigilância
Fatores de Bom Prognóstico
  • Acesso a aconselhamento completo
  • Fenótipo leve
  • Baixa penetrância
  • Gestão familiar eficaz
Fatores de Mau Prognóstico
  • Alta penetrância
  • Doença agressiva
  • Falta de seguimento
  • Comorbidades relevantes
Qualidade de Vida
Impacto emocional moderado; suporte social melhora bem-estar

Prevenção

Prevenção Primária
Planejamento familiar informado; redução de expressão de risco
Medidas Preventivas
Aconselhamento pré-natal
Triagem familiar em cascata
Teste genético quando indicado
Educação sobre sintomas
Acesso a serviços de genética
Rastreamento
Adotar rastreio quando doença associada presente, conforme protocolo

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior presença em capitais e centros universitários; desigualdades regionais

Perguntas Frequentes

1 Quem faz aconselhamento genético?
Profissionais de genética clínica orientam; envolve médico da família quando necessário.
2 Teste genético é obrigatório?
Não; depende de histórico familiar e indicação clínica.
3 Teste genético garante diagnóstico?
Não garante certeza; resultados são probabilísticos e orientam decisões.
4 Qual o papel da família?
Informação compartilhada orienta escolhas de saúde para todos.
5 Preciso de planejamento médico?
Sim, planejamento com equipe de genética melhora opções de vida.

Mitos e Verdades

Mito

exame genético revela todo risco

Verdade

risco é probabilístico e varia com penetrância

Mito

aconselhamento substitui exames médicos

Verdade

aconselhamento complementa, não substitui avaliação clínica

Mito

custos impedem acesso

Verdade

ações públicas e planos oferecem apoio

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Comece pelo médico de família; peça encaminhamento para genética
Especialista Indicado
Geneticista clínico
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se surgirem sinais graves como fraqueza repentina ou confusão
Linhas de Apoio
0800-000-0000 InfoGenética DisqueSaúde 136

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.