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cid vitiligo
CID-10

Vitiligo cutâneo com descoloração irregular

Manchas brancas na pele

Resumo

Vitiligo: manchas brancas na pele por perda de pigmento; diagnóstico simples e opções de tratamento.

Identificação

Código Principal
L80
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Vitiligo, condição de hipopigmentação adquirida por perda de melanócitos, com descoloração em pele compatível.
Nome em Inglês
Vitiligo
Outros Nomes
Pigmentação adquirida • Vitiligo progressivo • Leucoderma • Despigmentação focal • Manchas brancas da pele
Siglas Comuns
L80 L80.9 L80.0

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças da pele e do tecido subcutâneo
Categoria Principal
Doenças da pele
Subcategoria
Despigmentação pigmentária
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estima-se entre 0,5% e 1% da população global.
Prevalência no Brasil
Prevalência similar à média mundial no Brasil.
Faixa Etária Principal
Adolescentes e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Distribuição quase igual entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Herança familiar Autoimunidade associada Estresse emocional Trauma cutâneo Proteção solar inadequada
Tendência Temporal
Tendência estável com diagnóstico mais precoce em jovens.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desordem autoimune que ataca melanócitos, causando descoloração duradoura.
Mecanismo Fisiopatológico
Perda de melanócitos por ataque imune, levando a áreas depigmentadas.
Fatores de Risco
História familiar Autoimunidade Estresse intenso Trauma cutâneo Exposição solar sem proteção Deficiências nutricionais
Fatores de Proteção
Proteção solar regular Hidratação adequada Tratamentos dermatológicos adequados Detecção precoce
Componente Genético
Predisposição genética associada a genes imunes e pigmentação.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Manchas brancas bem delimitadas na pele, sem prurido típico.
Sintomas Frequentes
Manchas brancas em pele exposta
Bordas definidas
Perda de pigmento em áreas variadas
Progressão lenta
Sensibilidade ao sol aumentada
Alteração de pelos na área
Sinais de Alerta
  • Aumento rápido de área pigmentada
  • Febre com eritema
  • Piora associada a dor
  • Lesões ulceradas
  • Mudanças suspeitas na pele
Evolução Natural
Sem tratamento, áreas podem crescer e novas áreas surgirem.
Complicações Possíveis
Baixa autoestima Depressão emocional Dificuldade social Proteção solar inadequada Aparência irregular persistente

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, exame clínico e Wood lamp ajudam; excluir outras causas pigmentares.
Exames Laboratoriais
Hemograma completo ANA Vitamina D Tireóide Autoimunidade
Exames de Imagem
Fotografia clínica Dermatoscopia Wood lamp Análise pigmentação
Diagnóstico Diferencial
  • Tinea versicolor
  • Pitiríase alba
  • Hipers pigmentação pós-inflamatória
  • Alopecia areata com descoloração
  • Leucodermia rara
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo até diagnóstico varia de meses a anos.

Tratamento

Abordagem Geral
Objetivo de frear progressão, proteger pele e melhorar qualidade de vida.
Modalidades de Tratamento
1 Fototerapia
2 Cremas com corticoide
3 Calcineurina tópica
4 Melanócitos autólogos
5 Proteção solar cosmetica
Especialidades Envolvidas
Dermatologia Psicologia Imunologia Nutrição Médicina da família
Tempo de Tratamento
Duração depende da extensão; pode ser meses a anos.
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses; ajuste conforme evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente estável com tratamento; progressão possível.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Extensão limitada
  • Início recente
  • Boa adesão
  • Proteção solar constante
Fatores de Mau Prognóstico
  • Extensão extensa
  • Início na vida adulta
  • Tratamento irregular
  • Condições psicológicas negativas
Qualidade de Vida
Qualidade de vida pode melhorar com suporte médico e cosméticos.

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção solar diária, evitar traumas e manejo de autoimunidade.
Medidas Preventivas
Filtro solar diário
Proteção de pele exposta
Tratamento precoce de lesões
Controle de doenças autoimunes
Nutrição equilibrada
Rastreamento
Check-ups dermatológicos periódicos para detecção de novas áreas.

Dados no Brasil

Baixas; internação rara, geralmente para procedimentos.
Internações/Ano
Óbitos diretos são raros; vitiligo não reduz expectativa de vida.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição similar entre regiões; melhor acesso altera detecção.

Perguntas Frequentes

1 Vitiligo é contagioso?
Não; não se transmite por contato.
2 É curável?
Tratamentos melhoram aparência; cura completa é incomum.
3 Como diagnostico?
História, exame e Wood lamp ajudam; excluir outras causas.
4 Prevenção prática?
Proteção solar diária e manejo de doenças autoimunes.
5 Dia a dia com vitiligo?
Apoio emocional, cuidados com pele e consultas frequentes ajudam.

Mitos e Verdades

Mito

vitiligo é contagioso.

Verdade

não é infeccioso nem transmissível.

Mito

só aparece na velhice.

Verdade

pode surgir na adolescência ou infância.

Mito

tratamento rápido cura tudo.

Verdade

resposta varia; cuidado contínuo é essencial.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure dermatologista para avaliação inicial.
Especialista Indicado
Dermatologista
Quando Procurar Emergência
Dor, feridas abertas ou febre exigem atendimento imediato.
Linhas de Apoio
Disque-SUS 136 CAPS regional Grupo de apoio local

CIDs Relacionados

L80 L80.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.