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cid ureterolitiase
CID-10

Ureterolitiase

Pedras no ureter

Resumo

Pedras no ureter causam dor forte; diagnóstico por imagem; tratamento varia.

Identificação

Código Principal
N20.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Calculus of ureter
Nome em Inglês
Ureteral Calculus
Outros Nomes
Cálculo ureteral • Calculus ureteris • Ureteral stone • Calculus of ureter • Stone in ureter
Siglas Comuns
UL URT UTL

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVII - Doenças do aparelho urinário
Categoria Principal
Grupo de cálculos urinários
Subcategoria
Calculus ureteral
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Incidência global moderada; pedras urinárias comuns em adultos.
Prevalência no Brasil
Brasil: prevalência elevada entre adultos; variações regionais.
Faixa Etária Principal
Adultos 20-60 anos
Distribuição por Sexo
Mais comum em homens; pico 30s-40s
Grupos de Risco
Desidratação Hiperparatireoidismo Histórico de pedras Oxalato elevado na dieta Obesidade
Tendência Temporal
Aumento nos últimos anos em várias regiões

Etiologia e Causas

Causa Principal
Depósitos de sais cristalizados no trato urinário; origem multifatorial.
Mecanismo Fisiopatológico
Super saturação urinária de sais; cristalização e aglomeração no ureter.
Fatores de Risco
Baixa ingestão de água Histórico de pedras Dietas ricas em oxalato Obesidade Sedentarismo Anomalias anatômicas do trato urinário
Fatores de Proteção
Hidratação adequada Dieta equilibrada Atividade física regular Uso racional de cálcio e sódio
Componente Genético
Influência genética reconhecida em predisposição para cálculos; não determinante.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor súbita intensa em flanco ou lombar, com cólica.
Sintomas Frequentes
Dor em cólica renal
Hematúria
Náusea
Vômito
Sudorese
Urgência miccional
Sinais de Alerta
  • Febre alta com calafrios
  • Dor lombar com dor persistente
  • Dificuldade urinária forte
  • Náusea com vômitos intensos
  • Sinais de infecção urinária
Evolução Natural
Sem tratamento, pode haver dor recorrente, infecção ou dano renal.
Complicações Possíveis
Infecção urinária Hidronefrose Obstrução renal Dano renal se crônico Insuficiência renal aguda

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor típica, hematúria, imagem compatível com cálculo no ureter; confirmação pela TC sem contraste.
Exames Laboratoriais
Hemograma Urina tipo 1 Creatinina Eletrólitos PCR
Exames de Imagem
Tomografia computadorizada sem contraste Ultrassonografia renal Raio-X de abdômen sem preparo Cintilografia?
Diagnóstico Diferencial
  • Cólica renal sem cálculo
  • Apendicite aguda
  • Colecistite aguda
  • Gastrite aguda
  • Pancreatite aguda
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia de horas a semanas, dependendo de acesso a imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Dor controlada com analgesia, hidratação adequada, avaliação da causa e planejamento de prevenção.
Modalidades de Tratamento
1 Analgesia apropriada
2 Litotripsia extracorpórea por ondas de choque
3 Ureteroscopia com laser
4 Cirurgia para remoção
5 Hidratação e diurese guiada
Especialidades Envolvidas
Nefrologia Urologia Clínica Geral Radiologia
Tempo de Tratamento
Dias a semanas, conforme cálculo e abordagem.
Acompanhamento
Acompanhamento com nefrologista e urologista; retorno em 4-6 semanas, monitorar função renal.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom na maioria; dor controlada e recuperação rápida com tratamento adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Pequeno tamanho do cálculo
  • Boa resposta ao tratamento
  • Função renal preservada
  • Adesão ao acompanhamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Obstrução prolongada
  • Infecção urinária grave
  • Cálculo grande
  • Recorrência frequente
Qualidade de Vida
Impacta atividade diária durante episódios de cólica; melhoria com tratamento e prevenção.

Prevenção

Prevenção Primária
Manter hidratação adequada, dieta equilibrada e manejo de condições metabólicas.
Medidas Preventivas
Beber água regularmente
Reduzir sal
Moderar oxalato na dieta
Manter peso saudável
Evitar desidratação em atividades físicas
Rastreamento
Nenhum rastreamento específico; monitorar quem tem história de pedras.

Dados no Brasil

Estimativas variam; centenas a milhares dependendo do ano.
Internações/Ano
Mortalidade baixa com manejo adequado.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com maior acesso a diagnóstico apresentam maiores números.

CIDs Relacionados

N20.0 N20.1 N20.9 N13.2 N17.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.