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cid ulcera venosa
CID-10

Ulcera Venosa Crônica do Membro Inferior

Úlcera venosa na perna

Resumo

Ferida na perna por veias ruins; compressão e higiene ajudam a curar.

Identificação

Código Principal
L97.5
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Ulcera cruris venosum por insuficiência venosa
Nome em Inglês
Venous leg ulcer
Outros Nomes
úlceras venosas • feridas venosas • úlcera de estase • ferida venosa crônica • ulcera venosa crural
Siglas Comuns
UV ULCV UVvenosa

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças da pele e o tecido subcutâneo
Categoria Principal
Doenças da pele e tecidos subcutâneos
Subcategoria
Úlcera venosa crônica
Tipo de Condição
lesao
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global alta em pacientes com doença venosa crônica; varia com acesso a tratamento
Prevalência no Brasil
Brasil: comum entre quem tem varizes, especialmente idosos
Faixa Etária Principal
adultos mais velhos
Distribuição por Sexo
maioria em mulheres
Grupos de Risco
varizes crônicas idosos obesidade imobilidade prolongada gestação
Tendência Temporal
variável; tende a aumentar com envelhecimento e obesidade

Etiologia e Causas

Causa Principal
Insuficiência venosa crônica como causa primária da úlcera venosa
Mecanismo Fisiopatológico
estase venosa crônica com edema, inflamação e deterioração da pele
Fatores de Risco
varizes crônicas obesidade tabagismo sedentarismo gravidez idade avançada
Fatores de Proteção
compressão adequada ativa mobilidade peso estável controle de comorbidades
Componente Genético
contribuição genética moderada em alguns familiares

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
ferida crônica na perna com edema e desconforto
Sintomas Frequentes
edema persistente
hiperpigmentação ao redor
bordas irregulares
exsudato variável
dor leve a moderada
infecção se ocorrer
Sinais de Alerta
  • febre alta
  • aumento rápido da ferida
  • vermelhão intenso
  • secreção purulenta
  • dor súbita
Evolução Natural
sem manejo, ferida pode piorar com edema, inflamação e infecção
Complicações Possíveis
infecção localizada celulite deformidade da pele cronicidade com dor amplitude de mobilidade reduzida

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
inspeção da ferida, histórico venoso e exclusão de outras etiologias
Exames Laboratoriais
hemograma PCR glicemia horas de glicose proteína C reativa
Exames de Imagem
doppler ultrassom de membros inferiores doppler venoso ultrassom duplex
Diagnóstico Diferencial
  • ulcera arterial
  • dermatite crônica
  • psoríase com ferida
  • linfedema com ferida
Tempo Médio para Diagnóstico
variável; pode levar semanas até confirmar

Tratamento

Abordagem Geral
feridas limpas, compressão elástica, higiene e proteção da ferida
Modalidades de Tratamento
1 compressão de alto nível
2 curativos adequados
3 desbridamento se necessário
4 controle de infecção
5 cirurgia se indicado
Especialidades Envolvidas
angiologia cirurgia vascular enfermagem especializada fisioterapia vascular nutrição
Tempo de Tratamento
depende da gravidade; semanas a meses
Acompanhamento
retorno a cada 4-8 semanas para avaliação da ferida

Prognóstico

Prognóstico Geral
com manejo adequado, tende a cicatrizar, porém recidivas são comuns
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa adesão à compressão
  • controle de edema
  • sem infecção
  • peso estável
Fatores de Mau Prognóstico
  • infecção persistente
  • diabetes mal controlada
  • imobilidade extrema
  • obesidade grave
Qualidade de Vida
feridas limitam mobilidade e bem-estar, melhora com tratamento eficaz

Prevenção

Prevenção Primária
prevenção com manejo venoso: peso, atividade física, compressão
Medidas Preventivas
compressão adequada
perda de peso
atividade física regular
evitar pé longo
controle de doenças
Rastreamento
avaliação venosa em pacientes com varizes sintomas

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição varia por região; cuidado disponível difere.

Perguntas Frequentes

1 Como prevenir recidiva após tratamento?
Compressão, higiene e controle de fatores de risco ajudam a cicatrizar.
2 Quais sinais indicam infecção?
Febre, vermelhidão, calor, secreção purulenta; procure atendimento.
3 É necessário cirurgia?
Depende da gravidade; pode reduzir o fluxo venoso e recidivas.
4 Como prevenir no dia a dia?
Compressão, peso estável, atividade física, evitar ficar em pé por longos períodos.
5 Qual a chance de cura?
Depende; adesão ao tratamento aumenta chance de cicatrização.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura a úlcera.

Verdade

compressão e cuidado diário aceleram a cicatrização.

Mito

antibióticos sozinhos resolvem.

Verdade

manejo multifatorial é essencial; infecção exige antibiótico.

Mito

úlcera venosa não é séria.

Verdade

complicações existem; tratamento adequado evita danos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
unidade básica de saúde ou clínica de feridas para avaliação
Especialista Indicado
cirurgia vascular ou angiologia
Quando Procurar Emergência
febre alta, piora rápida da ferida, secreção purulenta
Linhas de Apoio
Disque_Saúde SUS 136 SAMU 192

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.