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cid ulcera infectada
CID-10

Úlcera infectada de pele

Ulcera infectada

Resumo

Ferida com infecção na pele exige cuidado médico e limpeza.

Identificação

Código Principal
L97.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Úlcera infectada da pele
Nome em Inglês
Infected skin ulcer
Outros Nomes
úlcera de pele infectada • ferida infectada • úlceras com infecção • ferida de pele infectada • ferida ulcerada infectada
Siglas Comuns
ULC-INF ULCINF UIF

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças da pele e tecidos subcutâneos
Categoria Principal
Doenças da pele
Subcategoria
Úlcera cutânea infectada
Tipo de Condição
lesao
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas variam; feridas crônicas com infecção comuns em idosos e diabéticos
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados para ulcera infectada
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Leve predomínio masculino
Grupos de Risco
diabetes mellitus vasculopatias feridas crônicas imobilidade idosos
Tendência Temporal
Tendência estável com melhoria de manejo de feridas

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecção bacteriana secundária a ulceração pré-existente
Mecanismo Fisiopatológico
Infecção invade tecido ulcerado, causando inflamação, necrose e atraso na cicatrização
Fatores de Risco
diabetes falta de perfusão feridas crônicas tabagismo idade avançada obesidade
Fatores de Proteção
controle glicêmico higiene da pele curativos adequados acesso a cuidado regular
Componente Genético
Sem forte componente genético; fatores locais predomina

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor na ferida com exsudato e odor
Sintomas Frequentes
dor local
exsudato purulento
odor ruim
vermelhidão ao redor
bordas irregulares
retardo de cicatrização
Sinais de Alerta
  • aumento da área
  • febre alta
  • dor desproporcional
  • calor local
  • sinais de sepse
Evolução Natural
Sem tratamento, piora com maior infecção e necrose
Complicações Possíveis
sepse osteomielite celulite extensa fístula crônica amputação

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica + cultura da ferida; exames de sangue conforme necessidade
Exames Laboratoriais
hemograma PCR VHS cultura de ferida glicemia
Exames de Imagem
ultrassom da ferida RM para osteomielite Raio-X para avaliação óssea
Diagnóstico Diferencial
  • ferida crônica não infecciosa
  • celulite sem ulcera
  • neoplasia cutânea
  • granuloma
  • granulomatose cutânea
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas, conforme acesso a cuidado

Tratamento

Abordagem Geral
Cuidados locais, limpeza, desbridamento, antibiótico se infecção confirmada, manejo de comorbidades
Modalidades de Tratamento
1 limpeza e curativos adequados
2 desbridamento quando necessário
3 antibioticoterapia se infecção confirmada
4 controle de glicemia
5 manejo de fatores de risco
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Cirurgião de pele/feridas Dermatologista Enfermeiro de feridas Endocrinologista
Tempo de Tratamento
Sem tempo fixo; semanas a meses conforme gravidade
Acompanhamento
Visitas regulares até cicatrização, com monitoramento de sinais de infecção

Prognóstico

Prognóstico Geral
Potencial de cura com tratamento adequado; risco de recorrência se fatores não controlados
Fatores de Bom Prognóstico
  • ferida pequena
  • boa resposta ao tratamento
  • controle glicêmico
  • bom suprimento sanguíneo
Fatores de Mau Prognóstico
  • diabetes mal controlado
  • infecção sistêmica
  • osteomielite
  • fatores de atraso na cicatrização
Qualidade de Vida
Impacto na mobilidade e bem-estar, com retorno gradual durante tratamento

Prevenção

Prevenção Primária
Manejo de feridas, higiene, calçados adequados e controle de comorbidades
Medidas Preventivas
higiene diária
curativos apropriados
controle glicêmico
descartar tecido necrosado
evitar pressão excessiva
Rastreamento
Avaliar feridas crônicas com monitoramento de infecção

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais comum em áreas urbanas; variações regionais existem

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam ulcera infectada?
Dor, odor, exsudato, vermelhidão e piora sem tratamento
2 Como confirmar infecção?
Avaliação clínica e cultura da ferida
3 Opções de tratamento?
Higiene, desbridamento, antibióticos se infecção confirmada
4 Como prevenir recidivas?
Controle de fatores de risco e cuidado contínuo
5 Sinais de emergência?
Febre alta, dor intensa, ferida que aumenta

Mitos e Verdades

Mito

feridas infectadas curam sozinhas

Verdade

tratamento adequado acelera cicatrização

Mito

antibióticos nunca ajudam

Verdade

antibióticos são usados quando há infecção

Mito

dieta cura tudo

Verdade

alimentação ajuda na recuperação

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade básica de saúde para avaliação inicial
Especialista Indicado
Cirurgião de feridas ou dermatologista
Quando Procurar Emergência
Busque atendimento se houver febre alta, dor intensa, ferida piorando
Linhas de Apoio
0800-123-4567 SUS 136 Centro de apoio local

CIDs Relacionados

L97.9 L02.9 Z48.01 L98.1 A54.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.