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cid trombofilia
CID-10

Trombofilia hereditária

Trombofilia

Resumo

Trombofilia aumenta chance de coágulos; com acompanhamento, dá para controlar.

Identificação

Código Principal
D68.6
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Predisposição a trombose associada a trombofilias hereditárias ou adquiridas.
Nome em Inglês
Thrombophilia
Outros Nomes
trombofilias • predisposição trombótica • trombofilia hereditária • defeito de coagulação • trombose hereditária
Siglas Comuns
TF TFH TBPF

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sangue e coagulação
Categoria Principal
Distúrbios de coagulação
Subcategoria
Trombofilias hereditárias
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Varia por tipo; mutações podem elevar o risco de trombose em contextos populacionais específicos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variação por etnia e histórico familiar.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Distribuição quase igual entre sexos; variações por mutação.
Grupos de Risco
Mutação Factor V Leiden Mutação Prothrombin G20210A História familiar de trombose Uso hormônios estrogênio Cirurgia/imobilização
Tendência Temporal
Tendência global estável; grupos de risco mostram picos com gatilhos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Predisposição genética ou adquirida elevando propensão a coágulos.
Mecanismo Fisiopatológico
Alterações na cascata de coagulação e endotélio elevam risco de coágulos por desequilíbrio entre anticoagulação e ativação plaquetária.
Fatores de Risco
História familiar de trombose Idade avançada Tabagismo Obesidade Sedentarismo Câncer ativo
Fatores de Proteção
Exercício regular Peso estável Dieta balanceada Não fumar
Componente Genético
Contribuição genética em mutações herdadas, elevando o risco na família.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor nas pernas com inchaço, sinal de trombose venosa.
Sintomas Frequentes
Dor na panturrilha
Edema unilateral
Pele quente
Dificuldade respiratória com embolia
Dor torácica súbita
Tosse com sangue leve
Sinais de Alerta
  • Dor torácica súbita
  • Dificuldade respiratória
  • Inchaço severo com vermelhidão
  • Desmaio
  • Perda de pulso no membro
Evolução Natural
Sem tratamento, risco de novas tromboses aumenta; embolia pode ocorrer.
Complicações Possíveis
Embolia pulmonar Trombose recorrente Infarto em membros Insuf venosa crônica Complicações cardíacas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica seguido de exames de sangue e imagem para confirmar coágulos e predisposição.
Exames Laboratoriais
D-dímero PT/INR e PTT Fator V Leiden Mutação Prothrombin G20210A Anticorpos antiphosfolípides
Exames de Imagem
Ultrassom Doppler de membros Angio-TC venosa RM angiografia Ecocardiograma
Diagnóstico Diferencial
  • DIC
  • TVP não relacionada a trombofilia
  • Síndrome antifosfolipídica
  • Hiperviscosidade
  • Coagulação paraneoplásica
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar semanas a meses; exames genéticos podem demorar.

Tratamento

Abordagem Geral
Controle de fatores de risco, mobilização e acompanhamento; anticoagulante apenas quando indicado.
Modalidades de Tratamento
1 Anticoagulantes sob supervisão médica
2 Terapias de compressão
3 Mudanças de estilo de vida
4 Profilaxia perioperatória
5 Tratamento de complicações
Especialidades Envolvidas
Hematologista Angiologista Cirurgião vascular Ginecologista obstetra Clínico geral
Tempo de Tratamento
Varia conforme risco; alguns cenários exigem tratamento prolongado.
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses com exames de coagulação e revisão de risco.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com manejo adequado, muitos vivem bem; risco varia com mutação e fatores.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Controle de peso
  • Cirurgias seguras
  • Planejamento pré-concepção
Fatores de Mau Prognóstico
  • Trombose recorrente
  • Mutação de alto risco
  • Imobilização sem profilaxia
  • Histórico familiar intenso
Qualidade de Vida
Pode manter atividades normais com tratamento e estilo de vida adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Viva com controle de risco; consulte antes de usar hormônios ou viagens longas.
Medidas Preventivas
Exercício regular
Hidratação adequada
Dieta balanceada
Não fumar
Planejamento pré-concepção
Rastreamento
Rastreamento direcionado conforme risco familiar; não universal.

Dados no Brasil

Estimativas variam; algumas regiões reportam várias centenas.
Internações/Ano
Mortalidade baixa, relacionada a complicações graves.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior registro entre grupos europeus; variação regional.

Perguntas Frequentes

1 Trombofilia é hereditária?
Sim, há componentes genéticos; gatilhos ambientais também elevam risco.
2 Quais exames ajudam no diagnóstico?
Exames de sangue (coagulação, genética) e imagens para trombose.
3 Preciso de anticoagulantes?
Somente se médico indicar, após avaliação de risco.
4 Posso planejar gravidez?
Planejamento com hematologista ajuda a reduzir riscos.
5 Como mudar meu dia a dia?
Exercício, hidratação, peso estável e orientação médica para hormônios.

Mitos e Verdades

Mito

trombofilia é igual para todos; realidade: há variações de mutações e risco.

Verdade

risco depende da mutação e de gatilhos; alguns casos requerem manejo.

Mito

apenas mulheres têm trombofilia; verdade: homens também podem ter.

Verdade

risco igual entre sexos, com variações por mutação.

Mito

anticoagulantes são sempre perigosos; verdade: usados com supervisão segura.

Verdade

anticoagulantes reduzem coágulos quando indicados com monitoramento.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Converse com médico de família ou hematologista para exames e próximos passos.
Especialista Indicado
Hematologista
Quando Procurar Emergência
Dor no peito súbita, dificuldade respiratória, desmaio ou sinais graves; procure pronto-socorro.
Linhas de Apoio
DisqueSUS Central de Hematologia Apoio ao paciente

CIDs Relacionados

D68.6 I82.4 I26.99 O23.5 Z79.01

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.