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cid tristeza
CID-10

Tristeza clínica leve a moderada

Depressão moderada

Resumo

Tristeza pode variar de leve a moderada; procure avaliação se durar mais de 2 semanas.

Identificação

Código Principal
F33.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Transtorno depressivo maior, episódio recorrente, moderado
Nome em Inglês
Major Depressive Disorder, recurrent, moderate
Outros Nomes
Depressão maior • Humor deprimido • Baixa disposição • Anedonia persistente • Desânimo prolongado
Siglas Comuns
MD MDD MDDR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo V - Transtornos mentais e comportamentais
Categoria Principal
Transtornos depressivos
Subcategoria
Transtorno depressivo maior
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estima-se que 5-7% da população mundial apresente depressão em algum momento.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta taxas similares, com subdiagnóstico comum entre adultos.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Mais comum em mulheres; relação aproximada 1,5 a 2 para 1
Grupos de Risco
História familiar Eventos estressores Isolamento social Uso de substâncias Doenças crônicas
Tendência Temporal
A taxa permanece estável globalmente, com quedas locais; acesso ajuda reduzir o impacto.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Multifatorial: biologia, psychology e ambiente atuando junto
Mecanismo Fisiopatológico
Disfunção do eixo HPA e desequilíbrio de serotonina/dopamina
Fatores de Risco
História familiar Eventos traumáticos Desemprego Isolamento social Abuso de substâncias Condições médicas
Fatores de Proteção
Rede de apoio Atividade física regular Sono de qualidade Estratégias de coping
Componente Genético
Contribuição genética moderada; herança aumenta risco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Humor depressive persistente ou irritação
Sintomas Frequentes
Perda de prazer
Alterações do sono
Baixa energia
Culpa ou inutilidade
Pensamentos de morte
Dificuldade de concentração
Sinais de Alerta
  • Ideação suicida
  • Plano de autolesão
  • Perda de peso repentina
  • Delírios de culpa severa
  • Comportamento de risco
Evolução Natural
Sem tratamento pode tornar-se crônica com episódios recorrentes
Complicações Possíveis
Impacto funcional Abuso de substâncias Isolamento social Desordenes do sono Pensamentos autolesivos

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Critérios DSM-5/ICD-10: humor deprimido, anedonia, duração mínima, disfunção clínica
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH T4 livre Vitamina D Perfil metabólico
Exames de Imagem
Não rotineira; RM/CT apenas se suspeita de etiologia orgânica
Diagnóstico Diferencial
  • Ansiedade generalizada
  • Transtorno bipolar depressivo
  • Distimia
  • Distúrbios de sono
  • Hipotireoidismo
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia entre semanas a meses; diagnóstico pode atrasar

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multimodal: psicoterapia, manejo de fatores de risco e medicação quando indicada
Modalidades de Tratamento
1 Terapia cognitivo-comportamental
2 Psicoterapia interpessoal
3 Antidepressivos
4 Intervenções de sono
5 Mudanças no estilo de vida
Especialidades Envolvidas
Psiquiatria Psicologia Clínica geral Enfermagem Sono
Tempo de Tratamento
Meses até responder; ajuste conforme evolução
Acompanhamento
Consultas periódicas a cada 2-6 semanas; ajustar tratamento

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com gravidade, suporte e adesão ao tratamento
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Rede de apoio
  • Baixo uso de álcool
  • Início precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • Comorbidades psiquiátricas
  • Risco suicida não gerenciado
  • Negligência de tratamento
  • Pouco suporte social
Qualidade de Vida
Pode melhorar significativamente com tratamento adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Promoção de bem-estar, sono adequado, suporte social e manejo de estresse
Medidas Preventivas
Rotina estável
Exercícios regulares
Conexões sociais
Acesso a psicoterapia
Redução de álcool
Rastreamento
Triagens periódicas com profissionais de saúde mental

Dados no Brasil

Hospitais referenciam casos graves; números flutuam
Internações/Ano
Óbitos não ficam só pela depressão isoladamente
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior registro em áreas urbanas; acesso influencia

Perguntas Frequentes

1 Pergunta: como reconhecer tristeza que precisa de cuidado?
Resposta: durar mais de 2 semanas, atrapalhar vida diária, requer avaliação médica.
2 Pergunta: quais critérios definem depressão clínica?
Resposta: humor deprimido, anedonia, duração e impacto funcional, conforme DSM-5/ICD-10.
3 Pergunta: o tratamento é apenas medicação?
Resposta: envolve psicoterapia e, se necessário, antidepressivos, ajustados pelo médico.
4 Pergunta: quando procurar ajuda urgente?
Resposta: ideação suicida, planos de autolesão ou perigo imediato exige atendimento imediato.
5 Pergunta: posso melhorar sem terapia?
Resposta: ajuda profissional aumenta a chance de recuperação estável; rede de apoio ajuda muito.

Mitos e Verdades

Mito

depressão é fraqueza de caráter.

Verdade

é doença neurobiológica tratável com terapia e medicação.

Mito

basta pensar positivo para melhorar.

Verdade

fatores biológicos exigem tratamento clínico adequado.

Mito

não há cura.

Verdade

remissão é possível com tratamento adequado.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade básica de saúde para avaliação inicial
Especialista Indicado
Psiquiatra ou psicólogo
Quando Procurar Emergência
Se houver risco imediato, procure pronto-socorro ou ligue 188
Linhas de Apoio
CVV 188 Samu 192 Disque 136

CIDs Relacionados

F33.9 F32.9 F41.1 F43.22 F60.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.