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cid trauma face
CID-10

Trauma facial agudo e lesões associadas

Cortes faciais não especificados

Resumo

Trauma facial requer avaliação, imagem, tratamento adequado e reabilitação.

Identificação

Código Principal
S01.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Laceracao de face, não especificada
Nome em Inglês
Face laceration, unspecified trauma
Outros Nomes
Laceração facial • Trauma facial • Lesão facial aguda • Ferimento facial
Siglas Comuns
S01.9 CID-10 Lac facial

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Lesões por trauma externo da face
Categoria Principal
Lesões traumáticas da face
Subcategoria
Trauma facial não especificado
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estudos variam por tipo; traumas faciais são uma parcela relevante de lesões externas.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; maiores taxas em áreas urbanas e via urbana
Faixa Etária Principal
Adolescentes e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Homens mais acometidos, relação varia por tipo de trauma
Grupos de Risco
Esportes de contato Quedas em casa Acidentes de trânsito Trabalho com risco de impacto Violência urbana
Tendência Temporal
Aumento com urbanização, trânsito e violência; queda com prevenção

Etiologia e Causas

Causa Principal
Impacto direto na face durante trauma externo; lacerações, contusões e fraturas
Mecanismo Fisiopatológico
Mecânico: impacto ou corte que rompe pele e tecidos, podendo abalar osso
Fatores de Risco
Prática esportiva de contato Uso de proteção inadequada Quedas em idosos Álcool em situações de risco Trabalho exposto a impactos Atividades de velocidade
Fatores de Proteção
Proteção facial em esportes Proteção ocular Prevenção de quedas em casa Uso de capacete com face shield

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor facial aguda com deformidade evidente ou inchaço
Sintomas Frequentes
Dor intensa
Hematoma
Edema facial
Hemorragia
Dificuldade para abrir a boca
Desalinhamento de estruturas faciais
Sinais de Alerta
  • Sangramento ativo intenso
  • Dificuldade respiratória
  • Dano ocular súbito
  • Perda de visão
Evolução Natural
Sem tratamento: dor persistente, deformidade, infecção, disfunção funcional
Complicações Possíveis
Infecção Deformidade permanente Problemas de oclusão Lesão ocular

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame físico detalhado com inspeção, palpaçao e imagem confirmatória (RX/CT)
Exames Laboratoriais
Hemograma Coagulograma Glicemia Creatinina Perfil de coagulação
Exames de Imagem
Rx de face Tomografia facial Radiografia de órbitas RM se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Fratura maxilar
  • Fratura orbital
  • Lacerações profundas
  • Contusão facial
  • Fratura mandibular
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias conforme acesso

Tratamento

Abordagem Geral
Redução de lesões, dor, proteção tecidual e encaminhamento para imagem
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização
2 Cirurgia de reparo
3 Drenagem de hematoma
4 Reparo dentário
5 Profilaxia antibiótica
Especialidades Envolvidas
Cirurgia Plástica Ortopedia Oftalmologia Anestesiologia Bucomaxilofacial
Tempo de Tratamento
Horas a dias conforme gravidade
Acompanhamento
Reavaliação frequente com equipe multiprofissional; orientação de reposição dental

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da gravidade; tratamento precoce melhora função e estética
Fatores de Bom Prognóstico
  • Intervenção precoce
  • Fraturas não complexas
  • Ausência de infecção
  • Boa perfusão local
Fatores de Mau Prognóstico
  • Fraturas graves
  • Infecção
  • Lesão ocular
  • Neuro injúria
Qualidade de Vida
Pode se recuperar bem com reabilitação, mantendo função e aparência

Prevenção

Prevenção Primária
Proteja o rosto com equipamentos; reduza quedas em casa; trânsito seguro
Medidas Preventivas
Uso de protetor facial
Proteção ocular
Cintos de segurança
Iluminação adequada
Treinamento de primeiros socorros
Rastreamento
Exames indicados na lesão para detectar fraturas ocultas

Dados no Brasil

2 a 5 mil internações anuais, conforme região
Internações/Ano
Taxa baixa quando atendimento precoce é utilizado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais frequentes em capitais e áreas com violência urbana

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam gravidade no trauma facial?
Sangramento intenso, deformidade, dificuldade para respirar ou mastigar requer avaliação.
2 Existe tratamento estético para trauma facial?
Sim, reconstrução e estética combinadas com restauração funcional.
3 Exames de imagem são sempre necessários?
Geralmente sim, RX e tomografia ajudam no planejamento.
4 Fisioterapia faz parte da recuperação?
Pode incluir fisioterapia facial para movimento e musculatura.
5 Quando posso voltar ao trabalho?
Depende da gravidade; orientações médicas guiam o retorno.

Mitos e Verdades

Mito

todas as lesões faciais precisam de cirurgia.

Verdade

muitos casos resolvem com tratamento conservador.

Mito

protetor facial atrasa a recuperação.

Verdade

proteção reduz danos e facilita recuperação.

Mito

trauma facial é igual para todos.

Verdade

variações em gravidade e função variam muito.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procure pronto atendimento ou centro de trauma
Especialista Indicado
Cirurgia Plástica ou Bucomaxilofacial
Quando Procurar Emergência
Sangramento intenso, piora da visão, dificuldade de respirar
Linhas de Apoio
Disque 136 CVV 188 CAPS local

CIDs Relacionados

S01.9 S02.0 S02.1 S02.2 S04.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.