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cid trauma cotovelo
CID-10

Traumatismo do Cotovelo

Lesão/trauma de cotovelo

Resumo

Lesões de cotovelo após trauma variam de dor aguda a deformidade; boa recuperação com tratamento.

Identificação

Código Principal
S49.5
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Injury of elbow
Nome em Inglês
Elbow injury
Outros Nomes
Lesão de cotovelo • Trauma no cotovelo • Fratura de cotovelo • Luxação de cotovelo • Entorse do cotovelo
Siglas Comuns
ICD-10 ELB COT

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Lesões musculoesqueléticas
Subcategoria
Lesões do cotovelo, trauma
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Alta entre jovens adultos, atletas e trabalhadores expostos a quedas ou esforço.
Prevalência no Brasil
Brasil segue padrão global com variações regionais e prática esportiva
Faixa Etária Principal
18-40 anos, atletas e trabalhadores ativos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres próximos na proporção, leve predomínio masculina
Grupos de Risco
Atletas de arremesso Trabalhadores com esforço repetitivo Idosos com quedas Osteopenia/osteoporose Instabilidade ligamentar
Tendência Temporal
Tendência estável, com picos durante treino intenso e competições

Etiologia e Causas

Causa Principal
Impacto direto ou queda sobre o cotovelo com sobrecarga
Mecanismo Fisiopatológico
Trauma mecânico que afeta ossos, ligamentos e cartilagem com edema
Fatores de Risco
Esportes de lançamento Atividades repetitivas com apoio Quedas em altura Osteopenia/osteoporose Fraqueza muscular Fadiga
Fatores de Proteção
Proteção adequada Treinamento correto Aquecimento adequado Técnica segura
Componente Genético
Influência genética na cicatrização ainda em estudo

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda no cotovelo após trauma
Sintomas Frequentes
Dor
Edema
Hematoma
Dificuldade ao mover
Redução da ROM
Sensibilidade local
Sinais de Alerta
  • Deformidade evidente
  • Dor que não cede
  • Pulsos fracos
  • Dormência ou formigamento progressivo
  • Impossibilidade de movimentar o antebraço
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persistente, rigidez e limitação funcional podem surgir
Complicações Possíveis
Rigidez articular Dor crônica Instabilidade Artrite pós-traumática Pseudoartrose

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Anamnese, exame físico, radiografias e avaliação neurovascular
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Eletrólitos Glicose
Exames de Imagem
Radiografia do cotovelo Tomografia RM Ultrassom
Diagnóstico Diferencial
  • Fratura associada do antebraço
  • Luxação do cotovelo
  • Tendinopatia do cotovelo
  • Artrite séptica
  • Dor referida de ombro
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo diagnóstico varia de horas a dias conforme gravidade

Tratamento

Abordagem Geral
Classificar lesão, imobilizar, dor controlada e planejar reabilitação
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização com tala
2 Redução de luxação
3 Cirurgia quando fratura grave
4 Fisioterapia
5 Controle da dor
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Radiologia Anestesiologia Reabilitação
Tempo de Tratamento
Horas a meses, conforme lesão
Acompanhamento
Consultas de follow-up a cada 1-2 semanas nos primeiros meses

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da lesão; entorses leves boa recuperação; fraturas podem exigir cirurgia
Fatores de Bom Prognóstico
  • Reabilitação eficiente
  • ROM recuperada
  • Imobilização adequada
  • Sem complicações neurológicas
Fatores de Mau Prognóstico
  • Desalinhamento não corrigido
  • Infecção cirúrgica
  • Lesão vascular
  • Recorrência de lesão
Qualidade de Vida
Função do braço pode retornar próximo ao normal com tratamento adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Treinamento adequado, aquecimento, proteção e técnicas seguras
Medidas Preventivas
Aquecimento
Fortalecimento
Proteções esportivas
Técnica segura
Avaliação de ambiente
Rastreamento
Avaliar quedas em idosos, prevenção de osteoporose quando indicado

Dados no Brasil

Varia por definição; dezenas a centenas de milhares no contexto de trauma do membro
Internações/Ano
Baixos comparados a outros traumas graves
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em grandes centros com esportes e quedas relatadas

Perguntas Frequentes

1 Posso treinar com dor no cotovelo?
Não; avalie para evitar piora.
2 Quando ir ao pronto atendimento?
Sinais: deformidade, dor intensa, dormência, pulso fraco.
3 Precisa de cirurgia?
Alguns traumas precisam; outros respondem a imobilização e fisioterapia.
4 Como evitar sequelas?
Imobilização adequada, fisioterapia e retorno gradual.
5 Tempo de recuperação?
Depende; entorses leves melhoram em semanas; fraturas variam meses.

Mitos e Verdades

Mito

dor leve não precisa de avaliação

Verdade

dor após trauma merece avaliação

Mito

só cirurgia corrige o problema

Verdade

imobilização e fisioterapia costumam resolver

Mito

idade impede recuperação

Verdade

recuperação possível com tratamento adequado

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure avaliação médica imediata em deformidade, dor intensa ou incapacidade
Especialista Indicado
Ortopedista ou médico de pronto atendimento
Quando Procurar Emergência
Sinais de alarme: deformidade, dor intensa, dormência, pulso ausente
Linhas de Apoio
SUS 136 Ligue 188 (SUS) Telefones locais de saúde

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.