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cid traqueostomia
CID-11

Traqueostomia: evolução histórica e prática

Estado de traqueostomia

Resumo

Via aérea do pescoço que facilita respiração em situações graves

Identificação

Código Principal
Z93.0
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Tracheostomy status
Nome em Inglês
Tracheostomy status
Outros Nomes
status de traqueostomia • condição de traqueostomia • traqueostomia antiga • traqueostomia permanente • estado de traqueostomia
Siglas Comuns
Z93.0 TrSt TSst

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XXI - Fatores que influenciam o estado de saúde
Categoria Principal
Fatores que influenciam a saúde
Subcategoria
Estado de traqueostomia
Tipo de Condição
fator_influencia
Natureza
outra
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Não é doença, não há prevalência global específica.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais não disponíveis para prevalência formal.
Faixa Etária Principal
Adultos e adolescentes com necessidade prolongada
Distribuição por Sexo
Distribuição varia conforme indicação clínica
Grupos de Risco
Pacientes com traqueostomia permanente UTI com ventilação prolongada Pediatria com vias aéreas Cirurgia de vias aéreas Grupos hospitalares de alto risco
Tendência Temporal
Evolui com avanços em cuidados respiratórios, tendência estável

Etiologia e Causas

Causa Principal
Estado decorrente de necessidade de via aérea estável
Mecanismo Fisiopatológico
Indicação clínica para garantir via aérea, reduzir esforço e facilitar manejo de secreções
Fatores de Risco
Internação longa Doenças pulmonares Trauma de pescoço Neuromusculares com deglutição comprometida Infecções respiratórias graves Uso de vias artificiais
Fatores de Proteção
Cuidados adequados de higiene Equipe multiprofissional Protocolos de cuidado Treinamento da família
Componente Genético
Hereditariedade não é um fator predominante

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Presença de traqueostomia com monitorização aérea
Sintomas Frequentes
Secreção traqueal excessiva
Tosse produtiva
Respiro com ruídos
Dificuldade de fala com mordida
Dor no pescoço
Sinais de Alerta
  • Febre alta repentina
  • Dificuldade respiratória crescente
  • Secreção fétida
  • Dor intensa ao toque
  • Desconforto intenso
Evolução Natural
Sem manejo, pode estabilizar com suporte adequado ou progredir com complicações
Complicações Possíveis
Infecção de ferida Obstrução de vias Fístula traqueoesofágica Lesão de parede traqueal Desconforto crônico

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com histórico e documentação de traqueostomia
Exames Laboratoriais
Gasometria arterial Hemograma PCR Ionograma Avaliação de infecção
Exames de Imagem
Radiografia de tórax Tomografia de vias aéreas Ultrassom cervical Endoscopia respiratória
Diagnóstico Diferencial
  • Edema laringeo
  • Obstrução por corpo estranho
  • Fístula traqueoesofágica
  • Infecção traqueal
Tempo Médio para Diagnóstico
Não aplicável

Tratamento

Abordagem Geral
Gestão da via aérea, higiene, prevenção de infecção e planejamento de weaning
Modalidades de Tratamento
1 Cuidados com traqueostomia
2 Higiene de vias aéreas
3 Weaning gradual
4 Terapias de fala
5 Cirurgia de ajuste
Especialidades Envolvidas
Pneumologia Cirurgia Anestesiologia UTI Fonoaudiologia
Tempo de Tratamento
Varia conforme indicação clínica
Acompanhamento
Visitas regulares com equipe multiprofissional

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva costuma ser boa com manejo adequado e desmame planejado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Weaning bem sucedido
  • Sem infecção grave
  • Equipe bem treinada
  • Apoio familiar
Fatores de Mau Prognóstico
  • Complicações persistentes
  • Falta de desmame
  • Infecção grave
  • Comorbidades severas
Qualidade de Vida
Pode melhorar com reabilitação e suporte, mantendo autonomia

Prevenção

Prevenção Primária
Não aplicável
Medidas Preventivas
Higiene de traqueostomia
Educação aos cuidadores
Monitoramento de secreções
Vacinação atualizada
Avaliação de deglutição
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Não disponível
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Varia por serviço de saúde; lacunas de dados.

Perguntas Frequentes

1 Como entender necessidade de traqueostomia?
Via aérea estável, respiração assistida, com perspectiva de desmame
2 Quem pode indicar?
Cirurgião, pneumologista ou intensivista avaliam necessidade
3 Como é feito o desmame?
Reduz-se suporte ventilatório e treina fala/deglutição
4 Cuidados diários?
Higiene da traqueostomia, vigilância de secreções, visitas da equipe
5 Qualidade de vida?
Pode melhorar com reabilitação e apoio, mantendo autonomia

Mitos e Verdades

Mito

traqueostomia impede falar

Verdade

Voz pode ser preservada com válvula de fala adequada

Mito

traqueostomia causa infecção sempre

Verdade

Risco existe, mas higiene reduz chance

Mito

traqueostomia é sempre permanente

Verdade

Pode ser temporária com desmame adequado

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atenção primária ou especialista para avaliação
Especialista Indicado
Cirurgião, pneumologista ou fonoaudiólogo
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória aguda, sangramento ou obstrução
Linhas de Apoio
SUS 136 - apoio Centro de saúde local Linha de cuidado education

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.