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cid testosterona baixa
CID-10

Hipogonadismo testosterona baixa

Baixa testosterona, hipogonadismo

Resumo

Baixa testosterona pode causar menos energia e desejo; diagnóstico exige médico

Identificação

Código Principal
E29.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hipogonadismo, deficiência de andrógenos com baixa testosterona
Nome em Inglês
Hypogonadism, testosterone deficiency
Outros Nomes
hipogonadismo • testosterona baixa • deficiência de testosterona • baixa produção hormonal
Siglas Comuns
HH HTBaixa HPG

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças do sistema endócrino, nutricionais e metabólicas
Categoria Principal
Doenças endócrinas
Subcategoria
Hipogonadismo
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais sugerem variabilidade; alguns estudos variam de 2% a 12% em homens.
Prevalência no Brasil
Brasil carece de dados consistentes; variações regionais e subdiagnóstico são comuns.
Faixa Etária Principal
Adultos 30 a 70 anos
Distribuição por Sexo
Predominantemente homens
Grupos de Risco
Idosos Obesidade Diabetes Uso prolongado de corticoides Doenças crônicas
Tendência Temporal
Varia por grupo; tende a aumentar com envelhecimento e detecção.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Deficiência de testosterona por falha no eixo gonadal
Mecanismo Fisiopatológico
Falha no eixo hipotálamo-hipófise-testículo levando à queda de testosterona
Fatores de Risco
Obesidade Diabetes Idade avançada Uso de opiáceos Álcool excessivo Doenças crônicas
Fatores de Proteção
Exercício regular Dieta equilibrada Gestão de peso Nunca fumar
Componente Genético
Contribuição genética em alguns casos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fadiga persistente com libido reduzida
Sintomas Frequentes
Fadiga matinal
Perda de massa muscular
Ganho de gordura abdominal
Disfunção erétil
Redução de pelos faciais
Densidade óssea reduzida
Sinais de Alerta
  • Dor testicular aguda
  • Perda de peso rápida
  • Fraqueza extrema
  • Súbito mal-estar
  • Comprometimento visual
Evolução Natural
Sem tratamento, piora energia, humor e função sexual
Complicações Possíveis
Osteoporose Disfunção sexual permanente Infertilidade Perda de massa muscular Alterações metabólicas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Baixa testosterona confirmada por dosagem repetida e sintomática
Exames Laboratoriais
Teste matinal de testosterona LH/FSH SHBG Glicose e lipídeos T4/TSH
Exames de Imagem
Ultrassom testicular RM hipotálamo-hipófise Imagem para causas estruturais
Diagnóstico Diferencial
  • Hiperprolactinemia
  • Distúrbio tireoidiano
  • Síndrome de Cushing
  • Uso de esteroides
  • Deficiência de DHEA
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia; pode levar meses entre sintomas e confirmação laboratorial

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliar etiologia e monitorar hormônios com ajustes conforme necessidade
Modalidades de Tratamento
1 Reposição de testosterona
2 Perda de peso
3 Tratamento de comorbidades
4 Aconselhamento psicossocial
5 Mudanças no estilo de vida
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Urologia Atenção primária Geriatria Nutrição
Tempo de Tratamento
Duração variável; reavaliação periódica
Acompanhamento
Consultas regulares, monitorar testosterona e riscos cardiovasculares

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da etiologia; manejo adequado melhora a qualidade de vida
Fatores de Bom Prognóstico
  • Detecção precoce
  • Controle de peso
  • Tratamento de comorbidades
  • Adesão ao acompanhamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Baixa adesão
  • Obesidade não tratada
  • Doenças crônicas descontroladas
  • Deficiência hormonal severa
Qualidade de Vida
Melhora com tratamento, mantendo energia, humor e atividades diárias

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso saudável, atividade física e evitar uso inadequado de hormônios
Medidas Preventivas
Controle de peso
Atividade física regular
Dieta balanceada
Gestão de comorbidades
Não usar substâncias inadequadas
Rastreamento
Avaliação clínica de sinais de deficiência em grupos de risco

Dados no Brasil

internações diretas são pouco comuns; tratam-se as comorbidades
Internações/Ano
óbitos diretos são raros; associam-se a outras doenças
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
varia por região; acesso a endocrinologia importa

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas da testosterona baixa?
Varia com idade, doença crônica, disfunção do eixo hormonal e uso de certos fármacos.
2 Quais são os sintomas mais comuns?
Fadiga, libido baixa, menos massa muscular e cansaço constante.
3 Como é feito o diagnóstico?
Medidas seriadas de testosterona e avaliação clínica são centrais.
4 É possível prevenir?
Há medidas de estilo de vida que reduzem risco; não há prevenção única.
5 Preciso de exames complexos?
Alguns exames são essenciais; o médico orienta conforme clínica.

Mitos e Verdades

Mito

reposição aumenta agressividade.

Verdade

efeito varia; monitorização evita efeitos indesejados.

Mito

baixa testosterona significa envelhecimento inevitável.

Verdade

manejo médico pode melhorar sintomas.

Mito

reposição cura infertilidade.

Verdade

pode ajudar, mas pode exigir outros tratamentos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico, endocrinologista ou médico da família para iniciar avaliação
Especialista Indicado
Endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Dor testicular aguda, fraqueza extrema ou piora súbita
Linhas de Apoio
SUS 136 Linha de apoio local

CIDs Relacionados

E29.1 E29.0 Z13.6 Z74.3 R93

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.