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cid tep
CID-10

Trombembolismo Pulmonar

Embolia pulmonar

Resumo

TEP é bloqueio pulmonar por coágulo; tratamento rápido salva vidas.

Identificação

Código Principal
I26.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Tromboembolismo Pulmonar
Nome em Inglês
Pulmonary embolism
Outros Nomes
TEP • Embolia pulmonar aguda • Tromboembolismo pulmonar • Embolismo pulmonar agudo
Siglas Comuns
TEP PE EP

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho circulatório
Categoria Principal
Embolia e trombose do sistema circulatório
Subcategoria
Embolia pulmonar aguda
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativa global varia; TE P ocorre em adultos, com subdiagnóstico comum.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; subdiagnostico frequente nas internações.
Faixa Etária Principal
Adultos, especialmente após 40 anos
Distribuição por Sexo
Levemente mais frequente em mulheres em contextos de gravidez.
Grupos de Risco
Imobilização prolongada Cirurgia recente Gravidez/parto Neoplasias Trombofilia
Tendência Temporal
Incidência estável; avanços diagnósticos aumentam detecção.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trombos venosos formam coágulos que podem migrar até pulmões.
Mecanismo Fisiopatológico
Coágulos venosos obstruem artéria pulmonar, provocando hipóxia e inflamação.
Fatores de Risco
Imobilidade prolongada Cirurgia Gravidez HAS Obesidade Trombofilia
Fatores de Proteção
Profilaxia adequada Meias de compressão Exercício regular Hidratação adequada
Componente Genético
Trombofilia hereditária explicita em parte dos casos.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor torácica súbita com falta de ar intensa.
Sintomas Frequentes
Dispneia súbita
Tosse seca
Taquicardia
Dor pleurítica
Tontura leve
Sinais de Alerta
  • Dor torácica refratária
  • Desmaio
  • Taquipneia extrema
  • Choque
  • Pele fria
Evolução Natural
Pode piorar rapidamente sem tratamento adequado.
Complicações Possíveis
Falência cardíaca direita Hipoxemia grave Falência respiratória Infarto pulmonar Recorrência trombótica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Suspeita clínica apoiada por imagem/marcadores; confirmação por tomografia ou cintilografia.
Exames Laboratoriais
Gasometria arterial Dímero-D Hemograma Função renal Troponina
Exames de Imagem
Angio-TC de pulmão Raio-X de tórax Ecocardiograma V/Q scan
Diagnóstico Diferencial
  • Pneumonia
  • Pleurisia
  • Dor torácica cardíaca
  • Crise de ansiedade
  • Pneumotórax
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente horas desde suspeita até confirmação.

Tratamento

Abordagem Geral
Anticoagulação inicial, suporte ventilatório e hemodinâmico conforme gravidade.
Modalidades de Tratamento
1 Anticoagulação
2 Trombólise em TE P massiva
3 Filtro de veia cava em selecionados
4 Oxigenação
5 Suporte hemodinâmico
Especialidades Envolvidas
Clínica geral Cardiologia Pneumologia Terapia intensiva Cirurgia vascular
Tempo de Tratamento
Duração típica de anticoagulação varia conforme risco: 3-6 meses ou mais.
Acompanhamento
Acompanhamento clínico e exames conforme protocolo, retorno regular.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia com gravidade; TE P massiva tem pior desfecho sem tratamento.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Detecção precoce
  • Gravidade não massiva
  • Resposta ao tratamento
  • Ausência de falência de órgãos
Fatores de Mau Prognóstico
  • TEP massiva
  • Hipotensão
  • Insuficiência respiratória
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Muda conforme tratamento, reabilitação e controle de fatores de risco.

Prevenção

Prevenção Primária
Manter mobilidade, hidratação, evitar tabagismo e cirurgia desnecessária.
Medidas Preventivas
Hidratação adequada
Atividade física regular
Compressão elástica
Profilaxia em cirurgia
Controle de fatores cardiovasculares
Rastreamento
Não existe rastreamento universal; foco em fatores de risco e cirurgia.

Dados no Brasil

Estimativas refletem gravidade: internação comum em TE P grave.
Internações/Ano
Mortalidade depende da gravidade e disponibilidade de tratamento.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com acesso a imagens exibem maior detecção.

Perguntas Frequentes

1 TEP pode aparecer sem fatores de risco?
Casos saudáveis existem; exames e fatores também determinam risco.
2 Dímero-D confirma TE P?
Positivo sugere; diagnóstico definitivo exige imagem.
3 Diagnóstico precoce muda tratamento?
Sim; diagnóstico rápido reduz mortalidade.
4 Prevenção após TE P funciona?
Prevenção evita recorrência com anticoagulantes conforme indicação.
5 Como lidar com tratamento no dia a dia?
Seguir orientações médicas, manter medicação e retorno.

Mitos e Verdades

Mito

TE P afeta apenas idosos.

Verdade

pode ocorrer em todas as idades com fatores de risco.

Mito

Dímero-D sozinho cura TE P.

Verdade

não é diagnóstico definitivo; exige imagem.

Mito

repouso total cura TE P.

Verdade

tratamento com anticoagulantes é essencial.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure SAMU ou pronto atendimento se dor no peito súbita.
Especialista Indicado
Cirurgião vascular ou pneumologista
Quando Procurar Emergência
Dor torácica severa com falta de ar deve acionar pronto-socorro
Linhas de Apoio
0800-000-000 112 188

CIDs Relacionados

I26.9 I26.0 Z79.01 Z95.0 Z92.83

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.