contato@nztbr.com
cid tendinopatia supraespinhal
CID-10

Tendinopatia do manguito rotador

Tendinopatia do ombro

Resumo

Dor no ombro ao levantar o braço; procure avaliação médica.

Identificação

Código Principal
M75.4
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Tendinopatia do manguito rotador
Nome em Inglês
Supraspinatus Tendinopathy
Outros Nomes
Tendinopatia do manguito rotador • Supraespinhal tendinopatia • Tendinite do ombro • Rotator cuff tendinopathy
Siglas Comuns
RC MCR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Doenças do manguito rotador
Subcategoria
Tendinopatias do ombro
Tipo de Condição
doenca
Natureza
crônica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas variam; afeta adultos ativos, prevalência global não definida.
Prevalência no Brasil
Comum em consultórios de ombro; dados nacionais limitados.
Faixa Etária Principal
30 a 60 anos
Distribuição por Sexo
Proporção semelhante entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Atletas de ombro Uso repetitivo de ombro Idade avançada Sobrecarga laboral Diabetes/ obesidade
Tendência Temporal
Aumento com atividades repetitivas; maior expectativa de diagnóstico.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Sobrecarga repetitiva e microtraumas do ombro
Mecanismo Fisiopatológico
Degeneração progressiva do tendão pela carga excessiva; microlesões com dor
Fatores de Risco
Atividades acima da cabeça Idade avançada Dor crônica Trabalho repetitivo Obesidade moderada
Fatores de Proteção
Fortalecimento rotador Alongamento diário Boa postura Treino supervisionado
Componente Genético
Possível contribuição hereditária, não bem definida

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no ombro ao levantar ou alcançar objetos
Sintomas Frequentes
Dor ao elevar o braço
Dor noturna
Fraqueza ao esforço
Estalido ao movimento
Rigidez leve
Limitação funcional
Sinais de Alerta
  • Dor repentina com trauma intenso
  • Fraqueza súbita grave
  • Deformidade
  • Inchaço acentuado
  • Febre
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste e atrapalha atividades
Complicações Possíveis
Dor crônica Redução de força Limitação persistente Síndrome do ombro congelado

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de dor, exame com teste de abdução; RM ou ultrassom confirmam
Exames Laboratoriais
Não há marcadores específicos Inflamação pode ocorrer Proteínas gerais
Exames de Imagem
Ultrassom do ombro Ressonância magnética Radiografia simples
Diagnóstico Diferencial
  • Bursite subacromial
  • Capsulite adesiva
  • Lesão do labrum
  • Fratura proximal do úmero
  • Tendinopatia bicipital
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da dor, função preservada; manejo com fisioterapia
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia intensiva
2 Exercícios de fortalecimento
3 Terapia manual
4 Cirurgia apenas se necessário
5 Infiltração sob orientação
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Medicina do esporte Reabilitação Radiologia
Tempo de Tratamento
6 a 12 semanas de reabilitação conservadora
Acompanhamento
Consultas regulares para ajuste do protocolo

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento adequado; muitos retornam às atividades
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao tratamento
  • Resposta precoce à fisioterapia
  • Gravidade inicial leve
  • Sem comorbidades graves
Fatores de Mau Prognóstico
  • Rotura completa
  • Dor refratária
  • Trauma grave
  • Comorbidades inflamatorias
Qualidade de Vida
Melhora com reabilitação; impacto depende de função

Prevenção

Prevenção Primária
Ergonomia, aquecimento, evitar dor inicial, progressão lenta
Medidas Preventivas
Fortalecimento gradual
Alongamento diário
Pausas no trabalho
Postura correta
Avaliação profissional
Rastreamento
Avaliação clínica quando dor persiste por semanas

Dados no Brasil

Poucas internações; casos cirúrgicos
Internações/Ano
Baixos; rara mortalidade
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição varia por região; maior demanda urbana

Perguntas Frequentes

1 Qual a principal queixa da tendinopatia do supraespinhal?
Dor ao levantar o braço ou alcançar objetos acima da cabeça.
2 Precisa cirurgia?
Não sempre; muitos melhoram com fisioterapia.
3 Como é confirmado o diagnóstico?
Avaliação clínica mais RM ou ultrassom.
4 Como evitar piora?
Fortalecer ombro e evitar sobrecarga repetitiva.
5 Qual o papel da fisioterapia?
Treinamento específico fortalece e restaura função.

Mitos e Verdades

Mito

Descanso total cura rapidamente?

Verdade

Manter atividades leves ajuda; repouso exagerado atrasa.

Mito

Cirurgia é inevitável?

Verdade

Muitas pessoas melhoram sem cirurgia.

Mito

Qualquer dor ombro é grave?

Verdade

Nem toda dor é grave; avaliação guiada é essencial.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista ou fisioterapeuta se dor durar semanas
Especialista Indicado
Ortopedista especialista em ombro
Quando Procurar Emergência
Dor aguda com deformidade, edema intenso, febre
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS Central 0800 701 8989

CIDs Relacionados

M75.4 M75.0 M75.4-1 M75.89 M75

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.