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cid taquicardia supraventricular
CID-10

Taquicardia supraventricular

Taquicardia paroxística supraventricular

Resumo

SVT é ritmo rápido que começa e para; diagnóstico por ECG; tratamento eficaz.

Identificação

Código Principal
I47.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Paroxysmal tachycardia (OMS)
Nome em Inglês
Paroxysmal Supraventricular Tachycardia
Outros Nomes
SVT • PSVT • Taquicardia por reentrada • Taquicardia de via acessória • Taquicardia paroxística
Siglas Comuns
SVT PSVT AVNRT

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho circulatório
Categoria Principal
Transtornos de ritmo cardíaco
Subcategoria
Taquicardia supraventricular paroxística
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais mostram 2-4 por 1000 adultos; alta variabilidade.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; padrões próximos aos internacionais.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade prestam maior parte dos casos.
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre homens e mulheres.
Grupos de Risco
cardiopatia estrutural WPW hipertensão idade avançada fatores de estresse
Tendência Temporal
Ocorrência estável com diagnóstico precoce e ablação.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Circuito de reentrada entre átrio e nó AV; vias acessórias promovem o quadro.
Mecanismo Fisiopatológico
Anomalia de condução com reentrada entre átrio e AV levando ritmo acelerado.
Fatores de Risco
cardiopatia estrutural idade adulta hipertensão cafeína/estimulantes WPW pré-existente ansiedade
Fatores de Proteção
controle de gatilhos evitar estimulantes monitoramento médico gestão de estresse
Componente Genético
Predisposição familiar associada ao WPW; hereditariedade é incomum.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Palpitações rápidas e súbitas com início e fim abruptos.
Sintomas Frequentes
palpitações rápidas
tontura leve
dispneia
fadiga
ansiedade
sensação de descompasso
Sinais de Alerta
  • dor torácica severa
  • desmaio frequente
  • falta de ar grave
  • fraqueza marcada
  • palidez extrema
Evolução Natural
episódios podem cessar sozinhos ou com manobras vagais; recorrentes
Complicações Possíveis
desmaios arritmias recorrentes tolerância reduzida a esforço insuficiência rara

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
ECG durante ataque com ritmo rápido regular; monitorização confirma.
Exames Laboratoriais
eletrólitos função tireoidiana troponina se dor torácica hemograma enzimas cardíacas
Exames de Imagem
ECG de 12 deriv Ecocardiograma Holter 24h Teste de esforço
Diagnóstico Diferencial
  • fibrilação atrial
  • taquicardia ventricular
  • ritmo sinusal acelerado
  • síndrome de ansiedade
  • flutter atrial
Tempo Médio para Diagnóstico
horas a dias até confirmação com ECG

Tratamento

Abordagem Geral
manejo: manobras vagais para cessar episódios; avaliar causas; considerar ablação.
Modalidades de Tratamento
1 manobras vagais
2 beta-bloqueadores
3 bloqueadores de CANAL
4 ablação por cateter
5 cardioversão se instável
Especialidades Envolvidas
Cardiologia Medicina de emergência Eletrofisiologia Pediatria Reabilitação cardíaca
Tempo de Tratamento
varia conforme episódios; monitoramento a longo prazo
Acompanhamento
consultas regulares com ECG; ajuste terapêutico conforme resposta

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva favorável com manejo adequado e ablação bem-sucedida.
Fatores de Bom Prognóstico
  • episódios curtos
  • resposta a manobras
  • ablação bem-sucedida
  • bom funcionamento cardíaco
Fatores de Mau Prognóstico
  • recorrência frequente
  • instabilidade durante ataque
  • falha na adesão
  • comorbidades graves
Qualidade de Vida
geralmente boa; melhora com controle dos episódios

Prevenção

Prevenção Primária
identificar gatilhos; evitar estimulantes; acompanhamento periódico.
Medidas Preventivas
evitar cafeína
reduzir álcool
controle de hipertensão
gestão do estresse
monitoramento de sintomas
Rastreamento
monitoramento de sintomas e ECG; Holter se episódios

Dados no Brasil

casos são pequenos; hospitalizações são incomuns
Internações/Ano
óbitos atribuíveis diretos são raros
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
registros mais frequentes em grandes centros

Perguntas Frequentes

1 Definição simples da SVT?
Ritmo rápido e estável com início e fim abruptos, confirmado por ECG.
2 SVT é perigosa?
Geralmente não é grave; episódios respondem a manobras ou ablação.
3 Como confirmar SVT?
ECG durante ataque e monitorização ajudam a confirmar o diagnóstico.
4 Posso evitar episódios?
Identificar gatilhos, manter consultas e, se indicado, ablação pode curar.
5 Quando ir ao pronto atendimento?
Procure cuidado se dor torácica, desmaio ou falta de ar intenso.

Mitos e Verdades

Mito

SVT é sempre grave.

Verdade

na maioria, é tratável com boa perspectiva de cura.

Mito

ablação é inatingível.

Verdade

ablação cura muitos casos com boa segurança.

Mito

SVT só em idosos.

Verdade

pode ocorrer em adultos jovens e crianças.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
procure médico se episódios fortes; vá ao pronto atendimento se dor no peito
Especialista Indicado
cardiologista ou eletrofisiologista
Quando Procurar Emergência
busque atendimento rápido se desmaio, dor no peito ou falta de ar
Linhas de Apoio
Disque Saude 136 Central Cardiologia 0800-0 Apoio emocional 188

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.