Complicações de enxerto transplantado
Complicações de enxerto transplantado
Resumo
Complicações de enxerto envolvem rejeição, infecção e falência do órgão.
Identificação
- Código Principal
- T93
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Complicações de enxerto transplantado conforme CID-10, grupo de complicações pós-transplante
- Nome em Inglês
- Transplant graft complications
- Outros Nomes
- Complicações do enxerto • Complicação de transplante • Complicações de enxerto • Complicação pós-transplante
- Siglas Comuns
- PTx TX CTx
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XX - Doenças relacionadas a transplantes
- Categoria Principal
- Complicações de enxerto
- Subcategoria
- Enxerto agudo e crônico
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- adquirida
- Gravidade Geral
- moderada
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Estimativas globais variam; complicações de enxerto ocorrem em parcela moderada de transplantados.
- Prevalência no Brasil
- Dados nacionais variam por tipo de transplante; informações fragmentadas.
- Faixa Etária Principal
- Adultos jovens a adultos
- Distribuição por Sexo
- Leve predomínio masculino
- Grupos de Risco
- Recém-transplantados Imunossuprimidos Idosos Infecções recorrentes Comorbidades
- Tendência Temporal
- Tendência estável a crescente com aumento de transplantados e monitoramento.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Imunotransplante: resposta do hospedeiro contra o enxerto, levando a inflamação e falha progressiva.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Resposta imune do hospedeiro ativa, inflamação do enxerto, fibrose e disfunção.
- Fatores de Risco
- Imunossupressores irregulares Transplantes múltiplos Idade avançada Doadores com comorbidades Infecção prévia Tempo de isquemia
- Fatores de Proteção
- Imunossupressor adequado Acompanhamento regular Vacinação conforme orientação Nutrição adequada
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Dor, disfunção do enxerto e queda de função do órgão
- Sintomas Frequentes
-
Fadiga persistenteFebre baixaEdema ao redor do enxertoFalha funcional do órgãoAlterações laboratoriaisRejeição asintomática
- Sinais de Alerta
-
- Dor súbita e forte
- Perda de função rápida
- Febre alta
- Taquicardia sem causa
- Deterioração aguda da função do órgão
- Evolução Natural
- Sem tratamento, progressão rápida da disfunção, com risco de falência.
- Complicações Possíveis
- Fibrose do enxerto Insuficiência do órgão Infecção grave Rejeição resistente a tratamento Lesão adicional de tecidos
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Queda de função do enxerto, biópsia compatível e marcadores inflamatórios
- Exames Laboratoriais
- Função do órgão Marcadores inflamatórios Níveis de imunossupressores Hemograma PCR
- Exames de Imagem
- Ultrassom/TC do enxerto RM do órgão PET-CT quando indicado Doppler de vasos
- Diagnóstico Diferencial
-
- Infecção do enxerto
- Falência orgânica
- Reação inflamatória não relacionada
- Doença autoimune
- Neoplasia associada
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Varia conforme tipo; semanas a meses
Tratamento
- Abordagem Geral
- Imunossupressores ajustados, monitorização da função e tratamento de complicações
- Modalidades de Tratamento
-
1 Imunossupressores2 Tratamento de infecções3 Ajuste de dose4 Cirurgia de enxerto5 Terapias alvo
- Especialidades Envolvidas
- Nefrologia Cirurgia Imunologia clínica Infectologia Farmacologia clínica
- Tempo de Tratamento
- Duração depende do tipo; meses a anos
- Acompanhamento
- Consultas regulares, exames de função e ajuste de medicações
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Perspectiva varia; sucesso depende de detecção precoce e manejo adequado
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Detecção precoce
- Resposta estável ao regime
- Boa adesão ao tratamento
- Baixos episódios de rejeição
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Rejeição crônica persistente
- Infecções graves
- Falência de órgão
- Tratamentos tóxicos a imunossupressores
- Qualidade de Vida
- Impacto na rotina diária, com necessidade de monitorização e medicações crônicas
Prevenção
- Prevenção Primária
- Evitar fatores de risco; seleção de doadores; higiene e vacinação conforme orientação médica
- Medidas Preventivas
-
Vacinação conforme orientadoHigiene cuidadosaControle de infecçõesNutrição adequadaAcompanhamento regular
- Rastreamento
- Monitorização regular de função do órgão, exames laboratoriais
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
Transplante cura a doença
Não é cura; exige vigilância vitalícia
Imunossupressores são sempre tóxicos
Podem ser bem tolerados com ajuste correto
Rejeição é sempre rápida
Pode ser precoce ou tardia; manejo disponível
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procurar centro de transplantes ou unidade de referência
- Especialista Indicado
- Cirurgião transplantador ou nefrologista
- Quando Procurar Emergência
- Sinais: dor súbita, febre alta, queda de função
- Linhas de Apoio
- Linha de apoio 0800 Centro de Transplantes Associação de Pacientes
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.