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cid t90
CID-10

Sequelas de lesões diversas

Conseqüências de ferimentos

Resumo

Sequelas de lesões aparecem após traumas; recuperação depende de reabilitação, cuidado e tempo.

Identificação

Código Principal
T90
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Sequelas de lesões não especificadas associadas a traumas
Nome em Inglês
Sequelae of injuries
Outros Nomes
Sequelas de trauma • Consequências de lesões • Efeitos tardios de ferimentos • Pós-trauma sequelae • Complicações de trauma
Siglas Comuns
T90

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Sequelas de lesões
Categoria Principal
Sequelas de trauma
Subcategoria
Lesões não especificadas
Tipo de Condição
lesao
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam amplamente; sequelas de lesões afetam milhões após traumas.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; exposição a traumas aumenta sequelas.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens após trauma
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres quase iguais; contexto de trauma influencia
Grupos de Risco
Crianças vulneráveis Adultos expostos a riscos ocupacionais População rural com acesso limitado Vítimas de violência Pacientes com comorbidades
Tendência Temporal
Tendência varia com políticas de prevenção; melhora com redução de acidentes.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem primária: sequela de trauma mecânico com dano tecidual
Mecanismo Fisiopatológico
Dano inicial provoca cicatrização desorganizada, inflamação crônica e perda de função.
Fatores de Risco
Acesso limitado a cuidados Altas taxas de violência Uso de álcool ou drogas Doenças crônicas não controladas Envelhecimento Imunossupressão
Fatores de Proteção
Reabilitação precoce Rede de suporte social Acesso a serviços de saúde Educação em autocuidado
Componente Genético
Influência genética pode modular cicatrização, mas não determina o curso.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor persistente com limitação de movimento após trauma.
Sintomas Frequentes
Dor persistente
Fadiga
Limitação de mobilidade
Rigidez articular
Formigamento
Perda de força
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa
  • Paralisia
  • Perda de sensibilidade
  • Falha de órgão
  • Edema grave
Evolução Natural
Sem tratamento, função tende a piorar com tempo
Complicações Possíveis
Dor crônica Redução de mobilidade Deformidades Incapacidade laboral Depressão associada

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma com sequelas persistentes, exame e exames de imagem/funcionais.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Perfil metabólico Função renal/hepática
Exames de Imagem
RM TC Raio-X Doppler
Diagnóstico Diferencial
  • Fibromialgia
  • Síndrome dolorosa crônica
  • Dor nociceptiva crônica
  • Doenças autoimunes dolorosas
  • Artrite degenerativa
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo típico até diagnóstico varia de semanas a meses.

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar com reabilitação, manejo da dor e suporte emocional.
Modalidades de Tratamento
1 Reabilitação física
2 Terapia ocupacional
3 Medicamentos para dor
4 Cirurgia se indicado
5 Tratamentos inflamatórios
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Neurologia Fisioterapia Reumatologia
Tempo de Tratamento
Indeterminado; depende da gravidade e resposta
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3 meses nos primeiros 6-12 meses

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com tratamento adequado, melhora gradual; sequelas podem persistir.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Início precoce da reabilitação
  • Boa adesão ao tratamento
  • Função residual preservada
  • Suporte social efetivo
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor neuropática resistente
  • Complicações crônicas
  • Baixa adesão
  • Fatores de idade avançada
Qualidade de Vida
Impacto na autonomia, atividades diárias e bem-estar emocional

Prevenção

Prevenção Primária
Evitar traumas com proteção, segurança no trânsito e ergonomia.
Medidas Preventivas
Uso de capacete
Cinto de segurança
Ergonomia no trabalho
Prevenção de quedas
Redução de álcool
Rastreamento
Avaliação periódica de função e bem-estar conforme risco

Dados no Brasil

Estimativas variam; internação rara para sequelas isoladas
Internações/Ano
Mortalidade anual baixa para sequelas isoladas
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais relatos no Sudeste e áreas com maior violência

CIDs Relacionados

T90.0 T90.1 T90.8 T90.9 Z87.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.