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cid t78 4
CID-10

Reações anafiláticas diversas

Reações anafiláticas não específicas

Resumo

Anafilaxia é reação alérgica grave de início rápido, com tratamento com medicação de resgate.

Identificação

Código Principal
T78.4
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Reações anafiláticas diversas
Nome em Inglês
Anaphylactic Reactions, Other
Outros Nomes
Reações anafiláticas diversas • Anafilaxias não específicas • Reações alérgicas graves • Angioedema com choque • Hipersensibilidade extrema
Siglas Comuns
RAR RAN AAR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema imune
Categoria Principal
Hipersensibilidade e reações alérgicas
Subcategoria
Reações anafiláticas não específicas
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global variável conforme definição e gatilhos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variações regionais.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; pico adulto.
Distribuição por Sexo
Leve equilíbrio entre sexos; alguns estudos sugerem leve predomínio feminino.
Grupos de Risco
Historia de alergias Asma Exposição ocupacional a alérgenos Uso de certos fármacos História de anafilaxia
Tendência Temporal
Padrão global estável com variações regionais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Exposição a alérgenos e fármacos desencadeadores; mecanismos de hipersensibilidade variam.
Mecanismo Fisiopatológico
Mediadores inflamatórios causam vasodilatação, edema e broncoconstrição; queda de pressão pode ocorrer.
Fatores de Risco
Historia de alergias Asma Risco ocupacional Uso de AINEs ou penicilina Poluição ambiental Infecções prévias
Fatores de Proteção
Identificação de alérgenos Educação de sintomas Disponibilidade de autoinjetor Imunoterapia quando indicada
Componente Genético
Predisposição genética moderada; heredariedade influente em alguns indivíduos.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Disnea súbita com prurido e queda de pressão
Sintomas Frequentes
urticária
prurido generalizado
angioedema
tosse ou chiado
queda de pressão
náuseas/vômitos
Sinais de Alerta
  • dor no peito súbita
  • dificuldade respiratória grave
  • confusão
  • perda de consciência
  • cianose
Evolução Natural
Pode progredir para choque; resposta rápida melhora o prognóstico.
Complicações Possíveis
Choque prolongado Edema pulmonar Asma induzida Lesão renal transitória Lesão hepática transitória

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Quadro súbito após gatilho com sinais respiratórios, cutâneos ou circulatórios.
Exames Laboratoriais
Gasometria Hemograma Triptase sérica IgE específica Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
Radiografia de tórax ECG Ultrassom conforme necessidade Tomografia se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Reação adversa a droga
  • Asma aguda
  • Choque séptico
  • Edema angioneurótico não alérgico
  • Urticária crônica
Tempo Médio para Diagnóstico
Minutos a horas após início, se reconhecida precocemente

Tratamento

Abordagem Geral
Reconhecimento rápido, suspensão de gatilhos, suporte respiratório, epinefrina quando indicado, monitorização.
Modalidades de Tratamento
1 Epinefrina IM
2 Fluidos IV
3 Oxigênio
4 Antihistamínicos
5 Corticosteroides
Especialidades Envolvidas
Alergia Emergência Enfermagem Intensivista Pediatria
Tempo de Tratamento
Iniciado imediatamente; monitorização constante após crise.
Acompanhamento
Retornos regulares para revisão de alergias e plano de manejo.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva favorável com tratamento rápido; possibilidade de recorrência se gatilhos persistirem.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tratamento precoce
  • Ausência de comorbidades graves
  • Resposta rápida à epinefrina
  • Monitorização eficaz
Fatores de Mau Prognóstico
  • Atraso no tratamento
  • Gravidade inicial alta
  • Condições comorbidades
  • Falha no suporte ventilatório
Qualidade de Vida
Impacto moderado; educação adequada melhora adaptação diária.

Prevenção

Prevenção Primária
Identificação de alergias, evitar gatilhos e ter plano de ação com autoinjetor de epinefrina.
Medidas Preventivas
Identificação de alérgenos
Educação sobre sinais precoces
Plano de ação de anafilaxia
Imunoterapia quando indicada
Acesso a autoinjetor
Rastreamento
Avaliação de sensibilidades com alergologia; testes quando seguro.

Dados no Brasil

Milhares de internações por emergências alérgicas no país.
Internações/Ano
Óbitos relatados, com variações regionais e acesso a tratamento.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em grandes centros; variação conforme alérgenos e clima.

Perguntas Frequentes

1 O que é anafilaxia e como reconhecer?
Crise súbita com dificuldade respiratória, pele e queda de pressão; procure socorro.
2 Epipen é a única opção de tratamento?
Epinefrina é primeira linha; outras medidas são suporte; siga orientação médica.
3 Dá para prevenir crises?
Identificar gatilhos, ter plano de ação e evitar alérgenos ajuda a reduzir risco.
4 Qual a chance de ocorrer novamente?
Risco permanece se gatilhos persistirem; prevenção é essencial.
5 Quais sinais buscar rapidamente?
Dificuldade respiratória, tontura, pele avermelhada e desmaio merecem ajuda.

Mitos e Verdades

Mito

Crises ocorrem apenas com comida.

Verdade

Medicamentos, venenos de insetos e vacinas também podem desencadear.

Mito

Qualquer reação é fatal sem tratamento.

Verdade

Tratamento rápido com epinefrina salva vidas.

Mito

Alergia se curar sozinha com tempo.

Verdade

Pode exigir tratamento contínuo e planejamento de manejo.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure serviço de urgência ao suspeitar de crise; alergologista pode planejar manejo.
Especialista Indicado
Alergologista ou imunologista.
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória grave, pele com urticária extensa ou desmaio.
Linhas de Apoio
136 - Centro de orientaçao em saude Disque-SUS 0800-61-1997

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.