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cid t78
CID-10

Reações adversas diversas, não especificadas

Reação adversa não especificada

Resumo

Reação adversa não especificada após contato com substâncias

Identificação

Código Principal
T78
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras reações adversas a substâncias, não classificadas em outra parte
Nome em Inglês
Other adverse effects, unspecified
Outros Nomes
Reação adversa diversa • Reação a substâncias, NOS • Reação adversa inespecífica • Evento adverso não classificado • Reação tóxica não especificada
Siglas Comuns
RAA REA NOS

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Doenças associadas a reações a substâncias externas
Categoria Principal
Reações adversas a substâncias
Subcategoria
Não especificada
Tipo de Condição
causa_externa
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas variam; não há cifra única para T78 mundial
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; não há cifra consolidada
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
Histórico de alergias Exposição ocupacional a químicos Uso de múltiplos fármacos Imunossupressão leve População exposta a alérgenos
Tendência Temporal
Varia conforme exposição a substâncias

Etiologia e Causas

Causa Principal
Exposição a substâncias alergênicas ou irritantes desencadeando reação
Mecanismo Fisiopatológico
Resposta imunológica exagerada ou dano tecidular por alérgenos/irritantes liberando mediadores inflamatórios
Fatores de Risco
Histórico de alergias Exposição ocupacional a químicos Poluentes ambientais Uso de múltiplos fármacos Sistema imune sensível Idade avançada
Fatores de Proteção
Identificação de alergias prévias Monitoramento farmacológico Ambiente com controle de alérgenos Acesso rápido a atendimento de urgência
Componente Genético
Contribuição genética sugere sensibilidade, não determina

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Quadro de reação adversa variavel após exposição
Sintomas Frequentes
urticária
eritema
prurido
edema facial
dispneia
hipotensão
Sinais de Alerta
  • dificuldade respiratória grave
  • queda acentuada da pressão arterial
  • confusão mental
  • perda de consciência
  • angioedema progressivo
Evolução Natural
sem tratamento pode progredir para choque ou falência de órgão
Complicações Possíveis
angioedema grave insuficiência respiratória hipotensão persistente lesão renal por hipoperfusão dano neurológico

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história temporal clara pós-exposição, resposta clínica compatível, exclusão de outras causas
Exames Laboratoriais
Hemograma Triptase sérica IgE específica Marcadores inflamatórios Avaliação renal
Exames de Imagem
Raio-X tórax Ecocardiograma se indicado RM/CT conforme necessidade Ultrassom se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • Infecção viral
  • Asma induzida
  • Reação tóxica
  • Reação alérgica retardada
  • Choque séptico
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias, dependendo da apresentação

Tratamento

Abordagem Geral
Parada da exposição e monitorização; suporte vital conforme gravidade
Modalidades de Tratamento
1 Monitoramento
2 Oxigenação conforme necessidade
3 Intervenções de suporte
4 Cuidados de enfermagem
5 Internação quando necessário
Especialidades Envolvidas
Urgência Imunologia clínica Alergia e imunologia Enfermagem Farmacologia
Tempo de Tratamento
Depende da gravidade; geralmente horas a dias
Acompanhamento
Monitoramento de sinais vitais e evolução clínica

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com intervenção rápida
Fatores de Bom Prognóstico
  • Exposição breve
  • Reação moderada tratada rapidamente
  • Sem falência de órgãos
  • Resposta estável ao suporte
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exposição repetida
  • Choque não controlado
  • Comorbidades graves
  • Acesso limitado a atendimento
Qualidade de Vida
Impacto moderado a leve, depende da exposição e suporte

Prevenção

Prevenção Primária
Evitar exposição a alérgenos ou irritantes quando possível
Medidas Preventivas
Identificação de alergias
Uso de EPIs em ambientes de risco
Rotina de adesão a alergia
Ambiente livre de alérgenos
Rotina de medicação conforme orientação
Rastreamento
Avaliação de risco apenas com histórico relevante

Dados no Brasil

Dados variam por região e plano
Internações/Ano
Mortalidade associada a quadros graves, não específico
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Relatórios apontam distribuição ampla

Perguntas Frequentes

1 Posso ter cura com tratamento?
Reações variam; muitas se resolvem com a retirada da substância
2 Como saber se é alergia séria?
Sinais graves exigem avaliação imediata, como dificuldade respiratória
3 Diagnóstico definitivo depende de testes?
História clínica e testes ajudam a confirmar; nem toda reação precisa de testes
4 Posso prevenir futuras ocorrências?
Identificar gatilhos, evitar exposição e ter plano de emergência ajudam
5 O que fazer em casa quando ocorrer leve reação?
Interrompa a exposição, fique atento a sinais e procure orientação médica

Mitos e Verdades

Mito

toda reação é igual

Verdade

reações variam amplamente em gravidade

Mito

apenas adultos são afetados

Verdade

crianças também podem ter reações

Mito

remédios caseiros resolvem sempre

Verdade

alguns casos exigem atendimento emergencial

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure serviço de urgência se houver falta de ar ou queda de pressão
Especialista Indicado
Imunologista ou alergologista
Quando Procurar Emergência
Sinais de choque, dificuldade grave de respirar, desmaio
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SAME 192

CIDs Relacionados

T78.0 T78.1 T78.9 T88.7 Z88.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.