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cid suicidio
CID-10

Suicídio e ideação autoinfligida

Ideação suicida

Resumo

Fale abertamente, peça ajuda e procure serviços de saúde mental

Identificação

Código Principal
X60-X84
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Suicídio e autolesão intencional
Nome em Inglês
Suicide and Intentional Self-Harm
Outros Nomes
Ideação suicida • Pensamentos suicidas • Tentativa de suicídio • Autolesão intencional
Siglas Comuns
SI X60-X84

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Causas externas de morbidade e mortalidade
Categoria Principal
Causas externas/Autolesão intencional
Subcategoria
Transtornos associados a autolesão
Tipo de Condição
causa_externa
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam milhões de ideação e tentativas por ano.
Prevalência no Brasil
Brasil: alta prevalência entre jovens, com subregistro regional.
Faixa Etária Principal
18 a 35 anos
Distribuição por Sexo
Mais homens em tentativas fatais; mais mulheres em ideação
Grupos de Risco
Depressao Transtorno de ansiedade Historia de abuso Uso de substâncias Desemprego
Tendência Temporal
Varia por região; alguns locais com queda, outros estáveis.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fatores psicossociais, transtornos mentais e crises agudas.
Mecanismo Fisiopatológico
Desregulação de neurotransmissores, desesperança e impulsividade.
Fatores de Risco
Depressao Transtorno de ansiedade Transtorno bipolar Uso de substâncias História familiar de transtornos mentais Desemprego
Fatores de Proteção
Rede de apoio Acesso a cuidados Planos de crise Educação em saúde mental
Componente Genético
Contribui moderadamente; risco aumenta com quadros psiquiátricos familiares

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Ideação suicida com planos ou preparação para ação
Sintomas Frequentes
Ideação persistente
Planos de autolesão
Angústia intensa
Isolamento social
Mudanças no sono
Alterações no apetite
Sinais de Alerta
  • Plano claro
  • Acesso a meios
  • Despedidas abruptly
  • Perda de esperança
  • Mudanças bruscas de comportamento
Evolução Natural
Sem intervenção, tende a persistir ou piorar com recaídas
Complicações Possíveis
Lesões graves Dano psicológico familiar Impacto econômico Deterioração social Perda de emprego

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avalia ideação, planos, comportamento e risco, com contexto psiquiátrico
Exames Laboratoriais
Hemograma Perfil bioquímico Função hepática TGP/TGO Avaliação intoxicações
Exames de Imagem
Não diagnósticos específicos; avaliar comorbidades ECG conforme necessidade
Diagnóstico Diferencial
  • Depressao maior
  • Transtorno bipolar
  • PTSD
  • Uso de substâncias
  • Pensamentos autolesivos não suicidas
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com acesso a cuidados de saúde mental

Tratamento

Abordagem Geral
Cuidados multidisciplinares com suporte, avaliação de risco e manejo de transtornos subjacentes
Modalidades de Tratamento
1 Terapia cognitivo-comportamental
2 Terapia dialógica
3 Acompanhamento psiquiátrico
4 Intervenções de crise
5 Tratamento de comorbidades
Especialidades Envolvidas
Psiquiatria Psicologia Enfermagem Assistência Social Medicina de Família
Tempo de Tratamento
Duração varia por risco e resposta; meses a longo prazo
Acompanhamento
Consultas regulares, ajuste de tratamento, monitoramento de risco

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende de comorbidades, suporte e intervenção precoce
Fatores de Bom Prognóstico
  • Acesso a serviços mentais
  • Redes de apoio estáveis
  • Engajamento em tratamento
  • Detecção precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • História de tentativas
  • Comorbidades psiquiátricas
  • Isolamento social
  • Baixo acesso a serviços
Qualidade de Vida
Melhora com tratamento adequado, apoio e reinserção social

Prevenção

Prevenção Primária
Promover saúde mental e reduzir estressores sociais
Medidas Preventivas
Acesso a apoio emocional
Treinamento de crise
Redução de substâncias
Programas escolares
Redes comunitárias
Rastreamento
Triagens em serviços de saúde mental, escola e trabalho

Dados no Brasil

Número de internações por crises e tentativas varia por região
Internações/Ano
Óbitos por suicídio inseridos em mortalidade externa
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga em grandes centros; variação regional

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam risco imediato?
Plano claro, meios disponíveis, despedidas, desespero intenso e abandono de tratamento
2 É normal ter pensamentos ruins?
Pensamentos podem ocorrer; buscar apoio reduz risco e ajuda é essencial
3 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, entrevista, escalas de risco e comorbidades psiquiátricas
4 Existe tratamento eficaz?
Tratamento multidisciplinar reduz risco e melhora qualidade de vida
5 Como conversar com alguém em crise?
Mostre apoio, ouça sem julgamentos e encaminhe para profissionais

Mitos e Verdades

Mito

falar sobre suicídio aumenta o risco

Verdade

Conversa aberta diminui estigma e encoraja buscar ajuda

Mito

quem pensa em suicídio está perdido

Verdade

Com apoio, risco pode diminuir e recuperação ocorre

Mito

é sinal de fraqueza

Verdade

fatores biológicos e sociais influenciam; tratamento ajuda

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Converse com alguém de confiança ou procure serviço de saúde mental
Especialista Indicado
Psiquiatra ou psicólogo
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se risco imediato
Linhas de Apoio
CVV 188 Samu 192 Linha de crise local

CIDs Relacionados

X60 X61 X62 X63 X84

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.