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cid s93
CID-10

Entorse e trauma do tornozelo e pé

Entorses e lesões do tornozelo e pé

Resumo

Entorse do tornozelo/pé: dor, inchaço, dificuldade; tratamento envolve imobilização e reabilitação.

Identificação

Código Principal
S93
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dislocations, Sprains and Strains of Joints and Ligaments of the Ankle and Foot
Nome em Inglês
Dislocations, Sprains, and Strains of Ankle and Foot Joints
Outros Nomes
Entorses do tornozelo • Lesões do pé • Distensões do ligamento • Traumas no pé • Entorses de tornozelo
Siglas Comuns
S93 S93.x ENTORSE

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Lesões do sistema musculoesquelético
Categoria Principal
Lesões de tornozelo e pé
Subcategoria
Entorses, distensões e traumas
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam alta incidência de entorses de tornozelo entre adultos ativos, com variação por esporte.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; áreas com esportes mostram maior incidência.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Proporção equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Atletas Praticantes de esportes de alto impacto Histórico de entorse Idosos com instabilidade Superfícies irregulares
Tendência Temporal
Estável; melhora com prevenção e reabilitação

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma mecânico por torção aguda de ligamentos
Mecanismo Fisiopatológico
Ruptura parcial/totala de ligamentos; edema; inflamação; dor
Fatores de Risco
Atletas Pés planos Superfícies escorregadias Calçados inadequados História de entorse prévia Músculos da perna fracos
Fatores de Proteção
Aquecimento adequado Treino de equilíbrio Calçados com bom suporte Prevenção de quedas
Componente Genético
Contribuição genética menor; predomina mecânica

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor imediata na região do tornozelo/pé
Sintomas Frequentes
Dor ao toque
Inchaço local
Dificuldade para apoiar
Hematoma
Limitação de movimento
Dor ao movimento
Sinais de Alerta
  • Dor intensa persistente
  • Deformidade visível
  • Pálidez ou pulso ausente
  • Aumento rápido do inchaço
  • Febre com sinais de infecção
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste, pode evoluir para dor crônica
Complicações Possíveis
Dor crônica Instabilidade Artrite pós-traumática Rigidez prolongada Recidiva

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma; exame de ligamentos; testes de estabilidade; imagens se necessário
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Desempenho de coagulação Proteína C reativa
Exames de Imagem
Radiografia simples Ultrassom Ressonância magnética Tomografia
Diagnóstico Diferencial
  • Fratura do calcâneo
  • Tendinopatia de Aquiles
  • Luxação do pé
  • Capsulite plantar
  • Bursite
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso a imagem; resolução em consulta seguida

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliação clínica; imobilização temporária; analgesia; reabilitação precoce
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização
2 Analgesia
3 Fisioterapia
4 Cirurgia em casos específicos
5 Terapias de suporte
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisiatria Fisioterapia Radiologia Enfermagem
Tempo de Tratamento
Sem complicação, fases variam de semanas a meses
Acompanhamento
Reavaliações regulares até evolução; ajuste de exercícios

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa com tratamento adequado; dor pode persistir em poucos casos
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tratamento precoce
  • Reabilitação completa
  • Ausência de fraturas
  • Boa adesão
Fatores de Mau Prognóstico
  • Instabilidade persistente
  • Recidiva frequente
  • Adesão inadequada
  • Comorbidades
Qualidade de Vida
Retorno funcional adequado mantém boa qualidade de vida

Prevenção

Prevenção Primária
Calçados adequados, aquecimento, equilíbrio e técnica de queda
Medidas Preventivas
Calçados adequados
Exercícios de equilíbrio
Alongamento regular
Aquecimento pré-treino
Superfícies seguras
Rastreamento
Não há rastreamento populacional específico; monitorar recorrência

Dados no Brasil

Milhares de internações/ano por lesões do pé/tornozelo
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada a entorses isoladas
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em áreas com prática esportiva intensa

Perguntas Frequentes

1 Qual é o tempo de recuperação típico?
Depende da gravidade; leve 1-3 semanas, grave meses com reabilitação.
2 Como aliviar dor?
Repouso, gelo, compressão e elevação; analgésicos conforme orientação médica.
3 Quando fazer fisioterapia?
Fisioterapia inicia quando a dor permite, seguindo protocolo.
4 Quando voltar ao esporte?
Retorno gradual com orientação profissional, sem dor.
5 Quais são as complicações?
Dor crônica, instabilidade e recidiva com treino inadequado.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total acelera cura.

Verdade

movimento suave ajuda recuperação.

Mito

cirurgia é sempre necessária.

Verdade

muitos casos vão bem com tratamento conservador.

Mito

dor significa ruptura grave.

Verdade

dor pode ocorrer com lesões leves; avaliação necessária.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico ao primeiro sinal de dor forte, inchaço ou deformidade
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Deformidade, dor intensa ou incapacidade de apoiar o pé exigem atendimento
Linhas de Apoio
Disque SUS 136 CRS local SUS central

CIDs Relacionados

S92 S93.1 S93.2 S99 S91

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.