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cid s903
CID-10

Lesão do pé não especificada

Lesão não especificada do pé

Resumo

Lesão do pé não especificada: trauma comum, boa recuperação com reabilitação.

Identificação

Código Principal
S903
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Lesão de parte do pé não especificada (Classificação CID-10 S90.3)
Nome em Inglês
Unspecified foot injury
Outros Nomes
Lesão não especificada do pé • Ferimento de pé não classificado • Traumo não especificado do pé • Lesão de pé não classificada • Ferimento não especificado da região do pé
Siglas Comuns
S903 CID-10 S90.3 PéNS

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Lesões, envenenamento e morbidade externa
Categoria Principal
Lesões do pé
Subcategoria
não especificada
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência mundial de lesões no pé varia com atividade; dados globais limitados e definem traumas leves a moderados.
Prevalência no Brasil
Brasil possui dados limitados; séries hospitalares sugerem pico em jovens ativos.
Faixa Etária Principal
Jovens adultos ativos
Distribuição por Sexo
Distribuição semelhante entre sexos, leve predomínio masculino em traumas
Grupos de Risco
Atletas de alto impacto Trabalhadores que ficam de pé Pessoas com deformidades biomecânicas Idade jovem-adulta Idosos com quedas
Tendência Temporal
Tendência estável globalmente, com variações locais por esporte e campanhas preventivas.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma externo agudo durante atividades de peso e salto
Mecanismo Fisiopatológico
Lesão tecidual com microtraumas, edema e dor local, sem infecção inicial
Fatores de Risco
Esportes de alto impacto Calçados inadequados Fadiga muscular Desequilíbrio biomecânico Idade adulta jovem Treinamento sem recuperação
Fatores de Proteção
Calçados adequados Pré-treino adequado Fortalecimento muscular Alongamento regular
Componente Genético
Possível predisposição genética em casos recorrentes, não determinante

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda no pé após trauma
Sintomas Frequentes
Dor ao apoiar o peso
Inchaço local
Hematoma
Sensibilidade ao toque
Dificuldade para andar
Limitação de movimento
Sinais de Alerta
  • Deformidade visível
  • Dor severa persistente
  • Incapacidade de peso por >24h
  • Alterações vasculares ou neurológicas
  • Dor com febre e pus
Evolução Natural
Sem tratamento, pode evoluir com dor crônica e limitação funcional
Complicações Possíveis
Infecção local Necrose de tecidos Instabilidade articular Atraso na cura Dor neuropática

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma + exame físico + imagens para confirmar
Exames Laboratoriais
Hemograma CRP PCR Creatinina Eletrólitos
Exames de Imagem
Radiografia do pé RM para tecidos moles TC se fraturas complexas Ultrassom para edema
Diagnóstico Diferencial
  • Contusão leve
  • Fratura de metatarso
  • Entorse de tornozelo
  • Tendinopatia
  • Infecção local
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente 1-7 dias desde o trauma

Tratamento

Abordagem Geral
Reduzir dor com imobilização adequada, repouso moderado e reavaliação
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização com tala
2 Analgesia
3 Fisioterapia iniciada cedo
4 Cirurgia quando necessário
5 Tratamento de feridas
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Medicina do Esporte Cirurgia Radiologia
Tempo de Tratamento
Duração depende da gravidade, de semanas a meses
Acompanhamento
Consultas de follow-up semanais até estabilização e depois mensal

Prognóstico

Prognóstico Geral
Prognóstico varia com a gravidade; recuperação costuma ser boa com tratamento adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao tratamento
  • Ausência de fratura
  • Recuperação precoce
  • Dor sob controle
Fatores de Mau Prognóstico
  • Gravidade elevada
  • Infecção
  • Retraso na reabilitação
  • Comorbidades
Qualidade de Vida
Impacto moderado na vida diária, com boa recuperação esperada

Prevenção

Prevenção Primária
Calçados adequados, aquecimento e técnica de corrida apropriada
Medidas Preventivas
Calçado adequado
Aquecimento
Treino progressivo
Reposo entre treinos
Superfícies seguras
Rastreamento
Avaliação de lesões repetitivas em atletas com revisões regulares

Dados no Brasil

Poucas internações anuais, variando com gravidade.
Internações/Ano
Obito não direto pelo código S903 nas bases públicas.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais comuns em áreas urbanas com serviços ortopédicos.

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas comuns de S903?
Trauma externo, calçados inadequados e sobrecarga repetida.
2 É necessário cirurgia?
Cirurgia depende da gravidade; muitas resolvem com imobilização.
3 Como é diagnosticado?
História, exame físico e imagem confirmam.
4 Quanto tempo leva para recuperação?
Varia entre semanas e meses conforme lesão e reabilitação.
5 Quais hábitos ajudam na prevenção?
Calçados adequados, aquecimento, treino gradual, retorno lento.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura

Verdade

movimento controlado com orientação acelera recuperação

Mito

calçados grandes protegem tudo

Verdade

calçados adequados reduzem impacto e lesões

Mito

traumas leves não precisam de avaliação

Verdade

dor persistente merece avaliação médica

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento inicial em unidade básica ou pronto atendimento se houver deformidade
Especialista Indicado
Ortopedista ou médico do esporte
Quando Procurar Emergência
Sinais de alarme: deformidade, dor intensa, perda de pulso ou pele azulada
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS Telefone 136 24h Ambulâncias

CIDs Relacionados

S90.3 S90.0 S92.9 S99.9 Z47.1

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.