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cid s83.5
CID-10

Luxação do joelho

Joelho deslocado

Resumo

Joelho pode sair do lugar após trauma. Profissional reduz, imobiliza e orienta reabilitação.

Identificação

Código Principal
S83.5
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Luxação do joelho
Nome em Inglês
Knee dislocation
Outros Nomes
Luxação do joelho • Deslocamento do joelho • Joelho fora do lugar • Luxação articular do joelho • Desalinhamento do joelho
Siglas Comuns
LJ KD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Luxações e lesões articulares
Subcategoria
Luxação do joelho
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Ocorrência rara; associada a trauma intenso e esportes
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; ocorre em trauma esportivo
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e atletas ativos
Distribuição por Sexo
Ligeiramente mais comum em homens jovens
Grupos de Risco
Esportes de contato Acidentes de carro Quedas de altura Trauma de alta energia Instabilidade prévia
Tendência Temporal
Picos em atividades esportivas; variação anual

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma direto ou torção grave levando ao deslocamento do joelho
Mecanismo Fisiopatológico
Força de torção com ruptura de ligamentos e cartilagem, causando deslocamento
Fatores de Risco
Trauma esportivo Quedas de altura Esportes de contato Instabilidade articular prévia Fraqueza muscular
Fatores de Proteção
Fortalecimento muscular Proteção durante esportes Técnica adequada Reabilitação precoce

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor intensa com joelho deformado após trauma
Sintomas Frequentes
Dor aguda
Impossibilidade de apoio
Inchaço rápido
Deformidade visível
Instabilidade
Sinais de travamento
Sinais de Alerta
  • Pulsos distais ausentes
  • Parestesia persistente
  • Dor com piora súbita
  • Reduzida mobilidade marcada
  • Sinais de compressão vascular
Evolução Natural
Sem redução, deformidade persiste e risco vascular aumenta
Complicações Possíveis
Lesão de vasos poplíteos Dano nervoso no peroneal Artrite pós-traumática Instabilidade crônica Rigidez prolongada

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma grave com deformidade e confirmação por imagem
Exames Laboratoriais
Hemograma completo Exames de coagulação PCR basal Função renal e glicose
Exames de Imagem
Radiografia do joelho RM para ligamentos TC se fraturas associadas
Diagnóstico Diferencial
  • Entorse grave
  • Fratura do platô tibial
  • Luxação patelar
  • Lesão do LCA
  • Fratura femoral
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas até confirmação com imagem; redução é prioridade

Tratamento

Abordagem Geral
Redução rápida, imobilização e reabilitação; foco na recuperação funcional
Modalidades de Tratamento
1 Redução imediata
2 Imobilização temporária
3 Cirurgia em casos graves
4 Fisioterapia
5 Controle da dor
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Radiologia Anestesiologia Reabilitação
Tempo de Tratamento
4 a 8 semanas de imobilização e fisioterapia
Acompanhamento
Consultas regulares nas primeiras semanas, depois acompanhamento programado

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com redução adequada e reabilitação bem conduzida
Fatores de Bom Prognóstico
  • Redução rápida
  • Reabilitação eficaz
  • Ausência de lesões vasculares
  • Conformidade com fisioterapia
Fatores de Mau Prognóstico
  • Lesões vasculares
  • Dano nervoso
  • Fraturas associadas
  • Recorrência frequente
Qualidade de Vida
Mobilidade limitada temporária; recuperação gradual e retorno às atividades

Prevenção

Prevenção Primária
Fortalecimento, propriocepção e proteção durante esportes
Medidas Preventivas
Fortalecimento quadríceps
Protetores esportivos
Aquecimento adequado
Técnica de queda segura
Controle de carga

Dados no Brasil

Milhares variam com gravidade
Internações/Ano
Distribuição Regional
Mais frequente onde há grande prática esportiva

CIDs Relacionados

S83.0 S83.2 S83.4 S83.6 S83.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.