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cid s820
CID-10

Fratura da tíbia

Fratura da tíbia

Resumo

Fratura da tíbia é quebra no osso da perna; tratamento pode ser imobilização ou cirurgia

Identificação

Código Principal
S82.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fracture of tibia
Nome em Inglês
Fracture of tibia
Outros Nomes
Fratura tibial • Fratura da tíbia • Fratura na perna • Fratura tibial fechada • Fratura da tíbia anterior
Siglas Comuns
FT tibial Fr tibial T tibia

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Traumatismos do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Trauma osteomuscular
Subcategoria
Fratura da tíbia
Tipo de Condição
traumatica
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Fraturas tibiais ocorrem com frequência moderada em traumas; varia por região.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam; fraturas tibiais comuns em traumas de trânsito.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e trabalhadores ativos
Distribuição por Sexo
Quase equilibrada, leve predomínio masculino
Grupos de Risco
Atletas de alto impacto Motoristas Trabalhadores da construção Vítimas de quedas Idosos com osteoporose
Tendência Temporal
Estável com leve aumento em áreas de trauma urbano

Etiologia e Causas

Causa Principal
Impacto direto ou torção com falha óssea na tíbia
Mecanismo Fisiopatológico
Força axial com bending ou compressão gera fissura e deslocamento
Fatores de Risco
Osteoporose (idosos) Uso de corticosteroides Deficiências de vitamina D Atividade de alto impacto Hipermobilidade
Fatores de Proteção
Proteção adequada em esportes Calçados estáveis Programa de treinamento seguro Reabilitação precoce quando indicado
Componente Genético
Influência menor, pode haver variação de densidade óssea hereditária

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda na perna com incapacidade de apoiar o peso
Sintomas Frequentes
Inchaço local
Deformidade visível
Dor à palpação
Limitacao de movimentos
Crepitação ao toque
Dor ao tentar movimento
Sinais de Alerta
  • Dor que não cede
  • Perda de pulso distal
  • Ferida com contaminação
  • Comprometimento vascular
  • Necrose de tecido mole
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste e deformidade pode piorar
Complicações Possíveis
Infecção de ferida Retardo de consolidação Artrite pós-traumática Isquemia distal Neurografia anormal

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com dor focal, edema e deformidade; radiografia confirmatória
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Ionograma
Exames de Imagem
Radiografia tibial anterior e lateral TC se necessário RM para tecidos moles Doppler se suspeita de lesão vascular
Diagnóstico Diferencial
  • Entorse grave
  • Luxação de perna
  • Fratura de fibula isolada
  • Lesão de ligamentos
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias após lesão

Tratamento

Abordagem Geral
Reduzir fratura, imobilizar, controlar dor, planejar reabilitação
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização com gesso
2 Cirurgia de fixação interna
3 Reabilitação física
4 Gestão da dor
5 Profilaxia de infecção
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Radiologia Anestesiologia Enfermagem
Tempo de Tratamento
Semanas a meses, dependendo da fratura
Acompanhamento
Consultas periódicas para monitorar consolidação e função

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa com tratamento adequado; tempo de consolidação varia
Fatores de Bom Prognóstico
  • Redução adequada
  • Consolidação radiográfica precoce
  • Alinhamento estável
  • Reabilitação eficaz
Fatores de Mau Prognóstico
  • Fratura aberta
  • Deslocamento grave
  • Infecção
  • Lesões vasculares associadas
Qualidade de Vida
Importante impacto temporário na mobilidade e atividades diárias

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção, treino seguro, calçados adequados, ambiente seguro
Medidas Preventivas
Proteção em esportes
Calçados estáveis
Ambiente seguro
Treinamento de quedas
Hidratação e força
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Milhares de internações por trauma de perna no SUS
Internações/Ano
Taxas de mortalidade relacionadas a trauma variam por região
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior burden em áreas urbanas com maior tráfego

Perguntas Frequentes

1 Fraturas tibiais são graves?
Podem ser graves, especialmente com lesões associadas ou pele aberta.
2 Tempo de recuperação?
Geralmente meses, com fisioterapia para restauração.
3 Cirurgia é sempre necessária?
Não; depende do tipo e do deslocamento.
4 Cuidados após imobilização?
Mantenha curativo limpo, siga orientação de reabilitação.
5 Posso trabalhar durante recuperação?
Depende do trabalho e da gravidade; orientação médica.

Mitos e Verdades

Mito

fratura tibial sempre exige cirurgia

Verdade

nem toda fratura exige cirurgia; imobilização pode ser suficiente

Mito

mito_2": "Fraturas tibiais curam sem tratamento

Verdade

sem tratamento aumenta risco de complicações

Mito

mito_3": "Dor na perna sempre indica fratura tibial

Verdade

dor pode ter várias causas; avaliação é essencial

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedia ou pronto-socorro em caso de trauma
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com deformidade, dificuldade de suporte ou sangramento
Linhas de Apoio
SUS 136 Central de atendimento do Ministério

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.