Fratura distal da tíbia
Fratura distal da perna
Resumo
Fratura distal da tíbia é trauma ósseo que exige avaliação médica.
Identificação
- Código Principal
- S82.6
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Fratura distal da tíbia, com ou sem lesão da fíbula, classificação CID-10 OMS
- Nome em Inglês
- Distal tibia fracture
- Outros Nomes
- Fratura tibial distal • Fratura da tíbia distal • Fratura da perna distal • Fratura tibiofibular distal • Fratura do terço distal da tíbia
- Siglas Comuns
- S82.6 FD Tibial Distal FD Tibia Distal
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XX - Lesões do sistema osteomuscular
- Categoria Principal
- Fraturas do membro inferior
- Subcategoria
- Fratura tibial distal
- Tipo de Condição
- lesao
- Natureza
- traumatica
- Gravidade Geral
- moderada
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência global moderada, ligada a traumas de alta energia.
- Prevalência no Brasil
- Dados nacionais limitados; variação regional.
- Faixa Etária Principal
- adultos jovens e idosos
- Distribuição por Sexo
- mais comum em homens jovens
- Grupos de Risco
- quedas de altura acidentes de trânsito atletas osteoporose trabalho pesado
- Tendência Temporal
- estável
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- trauma de alta energia e quedas
- Mecanismo Fisiopatológico
- força excedente que acomete o osso
- Fatores de Risco
- osteoporose idade avançada traumas repetidos uso de corticoides hábitos de vida
- Fatores de Proteção
- exercícios regulares nutrição adequada proteção durante atividades evitar quedas
- Componente Genético
- null
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- dor local na região tibial distal
- Sintomas Frequentes
-
dor agudadeformidade visívelinchaçohematomador ao toque
- Sinais de Alerta
-
- dor intensa sem alívio
- dificuldade de mobilidade
- perda de pulso distal
- comprometimento vascular
- dor que não diminui
- Evolução Natural
- sem tratamento, pode evoluir com deformidade
- Complicações Possíveis
- retardo de consolidação infecção osteomielite dor crônica deformidade permanente
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- história, exame e radiografia
- Exames Laboratoriais
- hemograma PCR calcio vitamina D ferro
- Exames de Imagem
- Rx AP Rx Lateral TC RM
- Diagnóstico Diferencial
-
- entorse
- luxação tibiofibular
- lesão de fibula
- lesão de menisco
- trauma de joelho
- Tempo Médio para Diagnóstico
- dias até confirmação
Tratamento
- Abordagem Geral
- dor controlada, imobilização e reabilitação
- Modalidades de Tratamento
-
1 imobilização2 cirurgia com placas/parafusos3 fixação externa4 reabilitação
- Especialidades Envolvidas
- ortopedista fisioterapeuta radiologista enfermeiro anestesiologista
- Tempo de Tratamento
- varia com gravidade
- Acompanhamento
- retornos periódicos até consolidação
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- bom com tratamento adequado
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- consolidação precoce
- fixação estável
- boa reabilitação
- não infecção
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- trauma complexo
- infecção
- osteoporose avançada
- idade elevada
- Qualidade de Vida
- boa com adesão ao tratamento
Prevenção
- Prevenção Primária
- evitar traumas com proteção
- Medidas Preventivas
-
EPIsambiente seguroequilíbrio e forçanutriçãoevitar quedas
- Rastreamento
- null
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
gesso impede movimento total
gesso sustenta o osso durante a cura
fratura sempre precisa cirurgia
nem toda fratura requer cirurgia
dor some apenas descansando
dor pode persistir até consolidação
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- procure atendimento se dor forte
- Especialista Indicado
- ortopedista
- Quando Procurar Emergência
- deformidade, sangramento ou dormência
- Linhas de Apoio
- SUS 136 central de apoio local telefones úteis
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.