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cid s801
CID-10

Laceracao do membro inferior sem corpo estranho

Corte superficial de perna, tornozelo ou pé

Resumo

Ferimento na perna, tornozelo ou pé sem corpo estranho requer limpeza, curativo e observação

Identificação

Código Principal
S80.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Laceration without foreign body of lower leg, ankle and foot
Nome em Inglês
Laceration without foreign body of lower leg, ankle and foot
Outros Nomes
Corte da perna sem corpo estranho • Laceração de membro inferior • Corte superficial de perna • Ferida laceral sem corpo estranho • Lesão de pele do terço distal da perna
Siglas Comuns
S80.1 Lac. inferior Laceração sem corpo

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Lesões de pele e tecidos moles
Categoria Principal
Lesões de pele
Subcategoria
Laceração de membro inferior
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; ferimentos leves de membros inferiores comuns em emergências.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; incremento sazonal em serviços de urgência.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia idade
Distribuição por Sexo
Proporcao homens/mulheres ~ 1:1
Grupos de Risco
Esportes de contato Quedas em idosos Trabalho de risco Ferimentos acidentais Cortes no ambiente doméstico
Tendência Temporal
tendencia estável com variação regional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma mecânico com corte de pele
Mecanismo Fisiopatológico
Ruptura da pele por trauma com sangramento; superfície exposta facilita infecção
Fatores de Risco
Esportes de contato Superfícies ásperas Proteção inadequada no trabalho Idade avançada Pele seca ou frágil Uso de álcool durante atividade
Fatores de Proteção
Proteção adequada Calçados fechados Treinamento em primeiros socorros Cuidados de feridas
Componente Genético
Sem componente genético significativo

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Ferimento visível com dor imediata
Sintomas Frequentes
Dor local
Sangramento
Edema
Vermelhidão
Sensibilidade à palpação
Limitação de movimento
Sinais de Alerta
  • Hemorragia intensa que não cessa
  • Dor desproporcional
  • Parestesia ou formigamento
  • Sinais de infecção (pus/vermelhidão)
  • Perda de função do membro
Evolução Natural
sem tratamento, ferimento pode infeccionar e cicatrizar lentamente
Complicações Possíveis
infecção local abscesso deiscência de ferida cicatriz hipertrófica dor persistente

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame físico da ferida: tamanho, profundidade, contaminação; evolução clínica orienta diagnóstico
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR (Inflamação) Cultura de ferida se infecção Teste de corpo estranho (quando indic)
Exames de Imagem
Radiografia se fratura suspeita Ultrassom de tecidos moles TC se complicações graves
Diagnóstico Diferencial
  • Infecção de pele não infecciosa
  • Celulite
  • Abscesso superficial
  • Ferida cirúrgica simples
  • Contusão profunda
Tempo Médio para Diagnóstico
Rápido na maioria dos casos; diagnóstico na primeira consulta

Tratamento

Abordagem Geral
controle da ferida com limpeza, desbridamento se necessário, curativo e analgesia
Modalidades de Tratamento
1 limpeza e debridamento
2 sutura ou curativo
3 antissepsia
4 analgesia
5 educação sanitária
Especialidades Envolvidas
Cirurgia geral Ortopedia Enfermagem Fisioterapia Pediatria
Tempo de Tratamento
Depende da gravidade; cicatrização típica de 1-3 semanas
Acompanhamento
Retornos 3-7 dias; higiene da ferida e sinais de infecção

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento adequado; cicatrização previsível
Fatores de Bom Prognóstico
  • Ferida limpa
  • Ausência de infecção
  • Boa circulação
  • Tratamento rápido
Fatores de Mau Prognóstico
  • Infecção existente
  • Ferida extensa
  • Comorbidades
  • Retardo de tratamento
Qualidade de Vida
Redução temporária na atividade; recuperação gradual

Prevenção

Prevenção Primária
Proteja membros, utilize EPIs, ambiente seguro, treino de primeiras socorros
Medidas Preventivas
EPI adequado
Calçados protetores
Treinamento de primeiros socorros
Ambiente seguro
Supervisão em atividades de risco
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Internações raras; tratamento usualmente ambulatorial
Internações/Ano
Óbitos incomuns, ligados a complicações
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em áreas urbanas com maior atividade traumática

CIDs Relacionados

S80.1 S80.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.