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cid s66
CID-10

Lesão de músculo e tendão, local não especificado

Machucado muscular não específico

Resumo

Lesões musculoesqueléticas variam; diagnóstico rápido facilita reabilitação

Identificação

Código Principal
S66
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Lesões de músculo, fáscia e tendão, não especificadas
Nome em Inglês
Injury of Muscle, Fascia and Tendon, Unspecified Site
Outros Nomes
Lesão de músculo • Lesão de tendão • Dano muscular
Siglas Comuns
S66 SMTT Lesão MT

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Lesões do sistema musculoesquelético
Categoria Principal
Lesões musculoesqueléticas
Subcategoria
Lesão de músculo e tendão
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Alta incidência global de lesões musculoesqueléticas em esportes e ocupação
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta elevada carga relacionada a atividades físicas e trabalho
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e meia-idade; atletas
Distribuição por Sexo
Proporção próxima entre homens e mulheres conforme atividade
Grupos de Risco
Esportes de contato Trabalho manual repetitivo Idade avançada Treinamento sem aquecimento Nova prática esportiva
Tendência Temporal
Incidência estável com picos sazonais em temporadas esportivas

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma mecânico agudo ou esforço repetitivo levando a ruptura ou inflamação
Mecanismo Fisiopatológico
Excesso de alongamento gera microlesões musculares e danos tendinosos
Fatores de Risco
Esportes de alto impacto Carga repetitiva Treino sem aquecimento Retorno precoce ao esforço Idade elevada Desalinhamento muscular
Fatores de Proteção
Alongamento diário Progresso gradual de carga Técnica adequada Uso de proteção adequada
Componente Genético
Contribuição genética rara; predisposição a tendinopatias

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda localizada com limitação de movimento
Sintomas Frequentes
dor à palpação
inchaço
fraqueza
limitação de força
hematoma
dor ao alongar
Sinais de Alerta
  • deformidade visível
  • perda de pulso distal
  • dor extrema com edema súbito
  • parestesia persistente
  • impossibilidade de mover o membro
Evolução Natural
Sem tratamento pode evoluir para dor crônica; reabilitação acelera recuperação
Complicações Possíveis
Dor crônica Atrofia muscular Rigidez articular Instabilidade articular

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame físico com teste de força, inspeção, histórico de trauma
Exames Laboratoriais
CK leve/ moderada Hemograma PCR geralmente normal L­dH em alguns casos fibrinogênio
Exames de Imagem
Ultrassonografia musculoesquelética RM de tecidos moles Radiografia apenas se trauma associado
Diagnóstico Diferencial
  • Tendinopatia crônica
  • Entorse simples
  • Mialgia induzida pelo esforço
  • Artrite local
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias; diagnóstico frequentemente imediato no pronto atendimento

Tratamento

Abordagem Geral
Controle da dor, imobilização temporária, reabilitação precoce
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização breve
2 Fisioterapia iniciada cedo
3 Analgesia adequada
4 Terapia de frio/calor
5 Cirurgia apenas em rupturas graves
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Radiologia Medicina Esportiva Reabilitação
Tempo de Tratamento
12 a 16 semanas para recuperação moderada
Acompanhamento
Consultas periódicas; ajuste de exercícios conforme progresso

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento adequado; recuperação depende da gravidade
Fatores de Bom Prognóstico
  • Gravidade leve
  • Início precoce da reabilitação
  • Adesão ao plano
  • Ausência de comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • Ruptura completa
  • Atraso no diagnóstico
  • Retorno precoce ao esporte
  • Falha no protocolo de reabilitação
Qualidade de Vida
Recuperação funcional amplia bem-estar e autonomia

Prevenção

Prevenção Primária
Aquecimento, técnica adequada e progressão de carga
Medidas Preventivas
Alongamento diário
Progresso de treino
Supervisão profissional
Uso de proteção
Descanso adequado
Rastreamento
Check-ups regulares para atletas de alto risco

Dados no Brasil

Média anual de internações baixa; varia por região
Internações/Ano
Óbitos variam, geralmente baixos para S66
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Nordeste/Sudeste com maior demanda por ortopedia

Perguntas Frequentes

1 Qual a diferença entre dor muscular e ruptura?
Dor muscular costuma reduzir com repouso; ruptura gera fraqueza e oogem de função
2 Posso voltar ao treino já?
Voltar é gradual; progressão sem dor indica momento seguro
3 Quando procurar atendimento emergencial?
Deformidade, dor extrema ou perda de função exigem avaliação imediata
4 Existe vacina para evitar lesões?
Não; prevenção depende de aquecimento e técnica adequada
5 Qual a chance de cura completa?
Com tratamento adequado, muitos recuperam função plena

Mitos e Verdades

Mito

repouso absoluto acelera recuperação

Verdade

movimentos suaves auxiliam a recuperação precoce

Mito

mito_2: cirurgia é sempre necessária

Verdade

verdade: a maioria melhora sem cirurgia com fisioterapia

Mito

mito_3: dor indica gravidade

Verdade

verdade: gravidade depende de sinais injúriais, não apenas dor

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista ou médico de esporte com experiência
Especialista Indicado
Ortopedista ou fisioterapeuta especializado
Quando Procurar Emergência
Deformidade, dor intensa com incapacidade ou sangramento requerem pronto atendimento
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS Central 0800-000-0000 Centro de atendimento local

CIDs Relacionados

S66.0 S66.1 S66.2

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.