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cid s62.6
CID-10

Fratura de osso da mão

Fratura na mão

Resumo

Fratura na mão é quebra de osso; com tratamento adequado, a maioria se recupera bem.

Identificação

Código Principal
S62.6
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fraturas da mão: lesão traumática das estruturas ósseas da mão
Nome em Inglês
Hand fracture
Outros Nomes
Fratura da mão • Fratura de metacarpo • Fratura de falange da mão • Quebra de osso da mão • Fratura do carpo
Siglas Comuns
FxMão FrMão Fx da mão

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Fraturas de membros superiores
Categoria Principal
Fraturas de membros superiores
Subcategoria
Fratura de metacarpo
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam fraturas de mão comuns entre adultos ativos; variações regionais ocorrem.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta alta incidência entre adultos ativos; dados variam por região.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e meia-idade
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre sexos, leve predomínio masculino
Grupos de Risco
Atletas de contato Trabalhadores manuais Idosos com osteopenia Pessoas com quedas Esportistas de alto impacto
Tendência Temporal
Aparecem mais com prática esportiva; tendência geral estável

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma de queda, impacto direto ou torção envolvendo a mão.
Mecanismo Fisiopatológico
Trauma contuso causa fratura óssea pela aplicação de força excessiva ao osso.
Fatores de Risco
Queda na idade adulta Osteopenia/osteoporose Uso prolongado de corticoides Atividades com alto risco de queda Mudanças de equilíbrio na velhice Desempenho esportivo de alto impacto
Fatores de Proteção
Uso de protetor Calçados adequados Treinamento de queda segura Reabilitação precoce
Componente Genético
Pouca influência genética; alguns quadros estão ligados a condições ósseas.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda na mão após trauma, inchaço e dificuldade de movimentar dedos.
Sintomas Frequentes
dor súbita
inchaço
dor ao toque
deformidade discreta
limitação de movimentos
hematoma local
Sinais de Alerta
  • dor intensa com deformidade visível
  • dormência distal
  • perda de pulso digital (em fraturas expostas)
  • febre ou secreção na ferida (fratura exposta)
  • incapacidade de mover dedos
Evolução Natural
Sem tratamento, dor persiste e consolidação ocorre lentamente, com deformidade possível.
Complicações Possíveis
Rigidez articular Dor crônica Perda de força Instabilidade articular Infecção em fraturas expostas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com dor focal e raio-X mão AP e lateral; TC/MRI conforme necessidade.
Exames Laboratoriais
Hemograma básico PCR se cirurgia planejada Exames de coagulação se cirurgia Não há biomarcadores diagnósticos específicos
Exames de Imagem
Radiografia mão AP/lateral TC mão se fratura complexa RM se lesões ligamentares ou osteonecrose
Diagnóstico Diferencial
  • Entorse de punho
  • Luxação de falange
  • Lesões de ligamentos
  • Fratura de falange sem deformidade
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico comum com raio-X imediato na consulta inicial

Tratamento

Abordagem Geral
Imobilização, controle da dor e reabilitação progressiva.
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização com gesso ou splint
2 Redução quando necessária
3 Cirurgia em fraturas complexas
4 Fisioterapia precoce
5 Analgesia não opioide
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Radiologia Reabilitação Cirurgia de mão
Tempo de Tratamento
Duração depende da fratura; tipicamente 3-6 semanas de imobilização
Acompanhamento
Consultas de acompanhamento com imagens e fisioterapia regular

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com tratamento adequado, recuperação boa na maioria dos casos.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Início precoce de fisioterapia
  • Imobilização adequada
  • Ausência de fraturas associadas
  • Boa adesão ao tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Fratura exposta
  • Infecção na pele
  • Fratura cominutiva
  • Comorbidades como osteoporose
Qualidade de Vida
Impacto moderado na vida diária até recuperação completa

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção durante atividades, técnica correta de queda, ambiente seguro
Medidas Preventivas
Uso de protetor
Aquecimento em esportes
Calçados antiderrapantes
Treinamento de equilíbrio
Densitometria para osteoporose
Rastreamento
Avaliação clínica após trauma; densitometria apenas se indicado

Dados no Brasil

Milhares/mês no SUS, variações por região
Internações/Ano
Baixa mortalidade com manejo adequado
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais comuns em áreas urbanas com acesso à imagem

Perguntas Frequentes

1 Preciso usar gesso por quanto tempo?
Duração comum é 3-6 semanas, conforme fratura e radiografias.
2 Precisa cirurgia?
Alguns casos requerem cirurgia; avaliação de imagem define conduta.
3 Quando retornar para reabilitar?
Inicie fisioterapia quando autorizado, geralmente após imobilização.
4 Como prevenir recidiva?
Fortalecimento e técnica segura reduzem novo trauma.
5 Impacto na vida cotidiana?
Pode haver limitações temporárias; recuperação costuma ser boa.

Mitos e Verdades

Mito

todas fraturas exigem cirurgia.

Verdade

muitas fraturas tratam-se com imobilização; cirurgia depende de gravidade.

Mito

dor tardia significa demora na recuperação.

Verdade

sinais de alerta devem ser avaliados; dor isolada pode ter várias causas.

Mito

gesso impede qualquer movimento.

Verdade

fisioterapia pode manter mobilidade de dedos durante a imobilização.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro atendimento é no pronto-socorro em caso de trauma
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, deformidade, dormência ou piora rápida
Linhas de Apoio
SUS 136 Centros de apoio ao paciente

CIDs Relacionados

S62.0 Fratura de mão não especificada S62.5 Fratura de metacarpo S62.6 Fraturas de falange da mão S62.7 Fratura de carpo

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.