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cid s62.3
CID-10

Fratura de ossos da mão

Fratura da mão

Resumo

Fratura da mão ocorre por queda; imobilização, cirurgia quando indicada, e reabilitação

Identificação

Código Principal
S62.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Fraturas de mãos e de dedos, eventos traumáticos do punho e mão
Nome em Inglês
Fracture of hand bones
Outros Nomes
Fratura de mão • Fratura de metacarpo • Fratura de falange • Fratura da palma • Fratura da mão
Siglas Comuns
Fx da mão Fx Mão Frx mão

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIX - Fraturas de membros superiores
Categoria Principal
Fraturas de membros superiores
Subcategoria
Fratura de metacarpo
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Fraturas de mão são comuns globalmente; variações regionais existem
Prevalência no Brasil
Custos com atendimento são significativos; dados específicos são limitados
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e meia idade, em atividades ocupacionais
Distribuição por Sexo
Leve predomínio masculino em atividades de risco
Grupos de Risco
Praticantes de esportes de impacto Trabalhadores da construção Osteopenia Idosos com quedas Diabetes com neuropatia
Tendência Temporal
Padrão estável com melhora diagnóstica e reabilitação

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma externo por queda, impacto direto ou torção do punho
Mecanismo Fisiopatológico
Trauma rompe a cortical, pode haver deslocamento e edema local
Fatores de Risco
Esportes de contato Trabalho manual pesado Idade avançada Osteoporose Fraturas prévias Mau uso de proteção
Fatores de Proteção
Proteção adequada Fortalecimento de mão Ergonomia no trabalho Tratamento de osteopenia quando existir
Componente Genético
Hereditariedade tem papel limitado; não é fator dominante

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor aguda na mão ou punho com inchaço
Sintomas Frequentes
Dor ao toque
Hematoma local
Limitação de movimento
Dificuldade de agarrar objetos
Sensibilidade ao redor
Dor ao tentar abrir a mão
Sinais de Alerta
  • Deformidade visível
  • Dor intensa desproporcional
  • Perda de pulso distal
  • Parestesia persistente
  • Fraqueza marcante
Evolução Natural
Sem tratamento, pode haver desalinhamento e função reduzida
Complicações Possíveis
Rigidez persistente Pseudartrose Dor neuropática Infeção rara Desalinhamento

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma, exame e radiografias simples com confirmação
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR não específico Eletro? Não obrigatório Análises de coagulação Reatividades de pele
Exames de Imagem
Radiografia punho/mão (2 planos) Tomografia se dúvida RM quando tecidos moles Ultrassom útil para ligamentos
Diagnóstico Diferencial
  • Entorse grave
  • Luxação de punho
  • Lesão de tendões
  • Fratura de falange
  • Lesão ligamentar
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico rápido com RX inicial no pronto atendimento

Tratamento

Abordagem Geral
Imobilização adequada, controle da dor e decisão entre manejo conservador ou cirúrgico
Modalidades de Tratamento
1 Imobilização com tala ou gesso
2 Redução fechada quando necessária
3 Cirurgia com fixação interna/externa
4 Fisioterapia precoce
5 Acompanhamento ortopédico
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Radiologia Cirurgia de mão Anestesiologia
Tempo de Tratamento
Imobilização de 4 a 6 semanas, depois reabilitação
Acompanhamento
Consultas periódicas, monitoramento de dor e função nos meses iniciais

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com tratamento adequado e reabilitação
Fatores de Bom Prognóstico
  • Consolidação rápida
  • Alinhamento adequado
  • Boa adesão à reabilitação
  • Sem comorbidades graves
Fatores de Mau Prognóstico
  • Deslocamento grave
  • Desalinhamento Persistente
  • Fratura cominutiva
  • Idade avançada com osteopenia
Qualidade de Vida
Boa a excelente com retorno gradual às atividades

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção adequada e ambiente seguro reduzem lesões de mão
Medidas Preventivas
Proteção ao praticar
Ergonomia no trabalho
Fortalecimento de punho
Exercícios de alongamento
Carga gradual de atividades
Rastreamento
Foco em prevenção de quedas e avaliação de riscos ocupacionais

Dados no Brasil

Varia por região; números oficiais não específicos
Internações/Ano
Mortalidade rara; associada a traumas graves
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Capitais e centros urbanos com maior acesso

Perguntas Frequentes

1 Essa fratura exige cirurgia?
Nem sempre; muitas fraturas são tratadas com imobilização; cirurgia depende do tipo
2 Quanto tempo leva para recuperar?
Depende; geralmente 6 a 12 semanas com fisioterapia adequada
3 Como sei se é grave?
Deformidade, dormência, perda de circulação ou redução de sensibilidade requer avaliação
4 Posso evitar fratura?
Proteção, exercícios de fortalecimento e boa ergonomia reduzem risco
5 Posso fazer exercícios em casa?
Somente com orientação; evite carga até liberação médica.

Mitos e Verdades

Mito

dor menor indica lesão simples

Verdade

qualquer dor, inchaço ou deformidade merece avaliação

Mito

todas fraturas precisam cirurgia

Verdade

muitas tratam-se com imobilização; cirurgia depende

Mito

gesso atrasa a cura

Verdade

gesso protege, permitindo consolidação adequada

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento imediato se deformidade ou dor intensa
Especialista Indicado
Ortopedista especializado em mão
Quando Procurar Emergência
Deformidade visível, dor severa, dormência ou pulso fraco
Linhas de Apoio
Disque SUS Central de atendimento SOS Trauma

CIDs Relacionados

S52.3 S63.0 S62.2 S63.5 S62.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.